- Para viver o personagem Batman, na trama “O Cavaleiro das Trevas”, Christian Bale teve que fazer aulas de KFM, uma disciplina de artes marciais que faz uso da concentração mental. O ator treinou por duas a três horas diariamente durante a preparação do personagem.- Este é o primeiro filme da série Batman, que não traz o nome do personagem no título original. No Brasil “The Dark Knight” foi traduzido recentemente pela Warner por “Batman – O Cavaleiro das Trevas”.
- Esta é a terceira vez que os atores Michael Caine e Christian Bale trabalham com o diretor Christopher Nolan. Os três estiveram juntos nos filmes “Batman Begins” de 2005 e em “O Grande Truque” de 2006.
- Os atores Adrien Brody, Robin Williams, Paul Bettany e Lachy Hulme mostraram interesse em viver o vilão Coringa na trama. Heath Leadger ficou com o papel
- “Batman – O Cavaleiro das Trevas” é o último filme da carreira de Heath Ledger. O ator morreu no último dia 22 de janeiro, vítima de uma overdose acidental de remédios.
- O cartunista Jerry Robinson, um dos responsáveis pela criação do personagem Coringa, foi contratado como consultor do filme pelos produtores.
- Heath Ledger pode ganhar o primeiro Oscar póstumo desde que Peter Finch foi premiado pelo filme “Rede de Intrigas” nos anos 70.
- Para a cena inicial do longa os produtores tiveram que criar uma bola de fogo de cerca de 60 m de altura. Em função disso, alguns moradores de Londres entraram em pânico por acharem que se tratava de um atentado terrorista.
- Katie Holmes, que interpretou a personagem Rachel Dawes em “Batman Begins”, não aceitou o convite para reprisar o papel. Em seu lugar foi escalada a atriz Maggie Gyllenhaal, irmã do também ator Jake Gyllenhaal. Antes de Maggie, nomes coomo Rachel McAdams e Emily Blunt foram cotadas para o papel.
- Christopher Nolan, responsável pela direção do longa, declarou que sua principal influência para a composição do filme foi a produção de 1995 “Fogo Contra Fogo”.
- Para compor o vilão Coringa, Heath Ledger passou um mês hospedado sozinho em um hotel. O ator revelou que a experiência serviu para que ele pudesse desenvolver voz, postura e o lado psicológico do personagem. Para ajudar no processo de composição do Coringa, Ledger passou a escrever em um diário, onde fazia anotações sobre o vilão.
- Dwight Yokam foi convidado para interpretar dois personagens na trama: um policial e um banqueiro que faz uma negociação com Coringa, mas recusou os dois papeis alegando estar ocupado com um álbum em tributo a Buck Owens.
- Para dar vida ao vilão Coringa, Heath Ledger teve que aplicar uma maquiagem feita por três pedaços de silicone que demoravam quase 1 hora para serem colocadas.
Fonte:http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI8119-8224,00.html




Inteligência: Diversos fatores afetam o que chamamos de "inteligência". O principal componente da inteligência é a habilidade que se tem de se comunicar. Um humano pode ser extremamente inteligente mas, este sempre despende todo o seu tempo a tentar sobreviver, então não resta tempo para o pensamento. Tempo livre é então um grande fator, e os Golfinhos têm-no em abundância. Em primeiro lugar, os Golfinhos não dormem como nós, eles são capazes de se "desligar" com apenas uma parte do seu cérebro por minutos numa determinada altura ao longo do dia. Muito raramente "desligam" o cérebro completamente. Isto é necessário porque os Golfinhos necessitam de respirar ar pelo menos uma vez em cada 8 minutos. As únicas coisas que um Golfinho faz é comer grandes quantidades de peixe e brincar. A comunicação entre espécies é também necessária. Os Golfinhos usam uma linguagem por assobios que é 10 vezes mais rápida que a nossa fala e 10 vezes mais alta em freqüência. Para que um Golfinho falasse com a nossa velocidade, seria como se um humano tentasse falar com um trombone, muito lento. Para um Golfinho, tentando falar com a nossa freqüência e velocidade, o resultado seria o seguinte: nós...........fa......la........mos......... mu.......i........to............ de............ va.......... gar............ É muito difícil para nós falarmos assim tão devagar, e para os Golfinhos também. Outra particularidade na comunicação dos Golfinhos é o sonar, que lhes permitem determinar as reações internas de outros Golfinhos, humanos, peixes, etc. Imaginem sabermos como se sentem todas as pessoas à nossa volta, se estão alegres, tristes, zangadas. Ninguém poderia enganar ou mentir. Isto se deve a mudanças psicológicas que ocorrem dentro de nós quando pensamos em determinadas coisas. Também através do sonar um Golfinho consegue ver se alguém está ferido ou não. Eis um caso real: "Uma senhora que se encontrava numa piscina com Golfinhos era continuamente empurrada para fora da piscina. Uns minutos mais tarde, ela colapsa com dores. No hospital descobriu que tinha uma hemorragia interna, que os Golfinhos muito provavelmente tinham dado conta. Como não havia mais ninguém por perto na piscina, e a distância entre a linha de água e o cimo da piscina era grande, os Golfinhos tentaram a custo impedi-la de ficar na piscina, e assim salvaram-lhe a vida." A única coisa que os cetáceos não têm é uma maneira de registrar a linguagem tal como a escrita. Uma idéia seria construir um programa de computador que permitisse traduzir os assobios dos Golfinhos em escrita e gravar; e vice-versa, passar o nosso texto para linguagem de Golfinhos. Isto já foi feito com chimpanzés e o resultado foi surpreendente. Ora tendo em conta que os Golfinhos são muito mais inteligentes que os chimpanzés, porque não tentar o mesmo?













