
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Sexta-feira santa

Cavaleiros Templários esconderam o Sudário de Turin, diz o Vaticano

O Sudário, que é mantido na capela real da Catedral de Turim, há muito tem sido venerado como a mortalha em que Jesus foi sepultado, mas a imagem só apareceu claramente em 1898, quando um fotógrafo observou um negativo.
Barbara Frale, uma investigadora do Arquivo Secreto do Vaticano, afirmou que o Sudário desapareceu no saque de Constantinopla em 1204 durante a Quarta Cruzada, e não apareceu novamente até meados do século XIV. "Seu destino nesses anos sempre intrigou os historiadores", acrescentou a Drª. Frale no L'Osservatore Romano, jornal do Vaticano.

A Drª. Frale disse que, entre outras alegadas infrações como a sodomia, os cavaleiros templários foram acusados de adorar ídolos, em particular uma "figura barbuda". Na realidade, no entanto, o objeto que tinham secretamente venerado era o Sudário.
Eles asseguravam a segurança do sudário para que não caísse nas mãos de grupos como os hereges Cátaros, que alegavam que Cristo não teve um verdadeiro corpo humano, apenas a aparência de um homem, e que não podia ter morrido na cruz e ser ressuscitado. Ela disse que sua descoberta validou uma teoria apresentada pela primeira vez pelo historiador britânico Ian Wilson em 1978.
A Ordem dos Cavaleiros Templários foi fundada na época da Primeira Cruzada, no século XI, para proteger cristãos que faziam a peregrinação a Jerusalém. Foi aprovada pelo Papa, mas quando a Fortaleza de Acra caiu em 1291 e os Cruzados perderam o poder na Terra Santa, o apoio a ordem foi retirado, em meio a crescente inveja de sua fortuna em imóveis e bancos.
Rumores divulgados por ordem de Filipe IV rei da França, sobre corrupção, sodomia e cerimônias secretas, onde noviços alegavam que tinham de negar Cristo por três vezes, cuspir na cruz, e beijar seu superior nas nádegas, umbigo, e lábios, prepararam o terreno para que o rei, que cobiçava a riqueza da ordem e lhe devia dinheiro, exercesse pressão sobre o Papa Clemente V para dissolvê-la e prender seus líderes.
Vários cavaleiros, inclusive o Grão Mestre, Jacques de Molay, foram queimados. As lendas dos Templários, sobre rituais secretos e tesouros perdidos, há muito fascinam os teóricos da conspiração, e figuram em O Código Da Vinci, que repetiu a tese de que os cavaleiros guardavam o Santo Graal.
Em 2003 a Drª. Frale, especialista medieval do Vaticano, revelou o registro do julgamento dos Templários, também conhecido como o Pergaminho de Chinon, depois de se aperceber que tinha sido indevidamente catalogado.O pergaminho revelou que o Papa Clemente V aceitou que os Templários eram culpados de "pecados graves", como a corrupção e imoralidade sexual, mas não de heresia.
Sua cerimônia de iniciação envolvia realmente cuspir na cruz, mas esta heresia era parte de uma preparação psicológica, caso tivessem de fazê-lo se fossem capturados por forças muçulmanas, disse a Drª Frale.No ano passado, ela publicou pela primeira vez, a oração dos cavaleiros templários composta quando injustamente presos, em que recorriam à Virgem Maria para persuadir "nossos inimigos" a abandonar as calúnias e mentiras e voltar para a verdade e a caridade.
Os testes de radiocarbono no Sudário de Turim, em 1988, indicaram que a peça era uma farsa medieval. No entanto, estes foram contestados com o argumento de que a amostra foi tomada a partir de uma área da mortalha emendada após um incêndio na Idade Média, e não uma parte do tecido original.
Após o saque de Constantinopla, foi visto próximo a Lirey na França, em 1353, quando foi exibido em uma igreja local por descendentes de Geoffroy de Charney, um cavaleiro templário queimado com Jacques de Molay.Ele foi transferido então para várias cidades européias até o momento em que foi adquirido pela dinastia Savóia em Turim, no século XVI.Propriedade da Santa Sé desde 1983, o Sudário foi exibido publicamente em 2000, e será mostrado de novo no próximo ano.
O Vaticano não declara se é genuíno ou uma falsificação, deixando para os crentes a decisão. O falecido Papa João Paulo II afirmou que era "um ícone do sofrimento dos inocentes, em todos os tempos."Os auto-proclamados herdeiros dos cavaleiros templários têm solicitado ao Vaticano a "restauração da reputação" da ordem, e o reconhecimento do confisco de £ 80 milhões.
A Associação da Ordem Soberana do Templo de Cristo, com sede na Espanha, disse que, quando a ordem foi dissolvida pelo Papa Clemente V, em 1307, mais de 9.000 propriedades, fazendas e empreendimentos comerciais pertencentes aos cavaleiros foram apreendidos pela Igreja.A filial britânica, sediada em Hertfordshire, que também alega descender dos Cavaleiros Templários, exige uma desculpa do Vaticano para a perseguição papal da ordem.
“OVNI”: clarão em Ibirá deixa moradores assustados

Augusto Pires
O clareão aconteceu na cidade de Ibirá 25 Km de Catanduva
Sobrenatural ou fenômenos da natureza? Em Ibirá, município a cerca de 25 quilômetros de Catanduva, não se fala em outra coisa.
Há poucos dias, moradores de um sítio da cidade vizinha, presenciaram uma cena que os deixaram assustados.
Eram 2 horas da manhã, quando Antônia Aparecida Maia Vasconcelos, caseira do sítio, levantava para receber os trabalhadores de uma carvoaria.
Foi quando ela, e mais alguns funcionários da propriedade ouviram um barulho e, em seguida, um clarão muito forte que, segundo ela, durou cerca de cinco minutos.
Em um primeiro momento, Antônia achou que um avião tivesse caído no canavial, mas desistiu da idéia quando percebeu que não houve explosão. Como ficaram com medo, esperaram o amanhecer do dia e foram ao local.
“Fomos lá, estava tudo redondo, parecia que tinha caído uma bacia de boca pra baixo. Mas raio eu sei que não foi, porque não tem um gomo quebrado, uma folha queimada”, conta Antônia.
Para a caseira, o fenômeno pode ser um mistério de Deus, ou um aviso.“Ninguém sabe o que pode ser. Coisa de gente, de ser humano assim como nós, eu falo que não é. Não é raio, porque raio é muito rápido e deixa rastros, deixa buraco. Não queimou nada lá, não deu trovão, nada”, relata.
O carvoeiro Wagner Graciano Caetano havia acabado de chegar ao trabalho, quando viu o clarão. “Quando clareou o dia, a gente foi ver. Estava tudo deitado, mas não tinha sinal de máquina, de nada”.
Caetano diz que acredita em vida em outro planeta. “Talvez pode ser, talvez não. A gente fica com medo, com receio”, explica.
Outro trabalhador da carvoaria, Isaías Florentino, não ouviu nada. “Eu estava dormindo na hora, mas vi a cana no dia seguinte. É como quando você joga uma pedra na água e ela sai quicando. Tem vários pontos de cana amassados”, exemplifica.
De acordo com Florentino, policiais estiveram no sítio no dia seguinte, para elaborar boletim de ocorrência.
Incrédulos
O proprietário do sítio, Norival Ferrari, não acredita em fatos sobrenaturais. Para ele, o caso está mais para fenômeno da natureza.
“Isso aí é natureza! Eu não acredito em outra coisa, não. Teve uma chuva muito forte à noite. A natureza é capaz de fazer muitas coisas”, afirma.
O barbeiro Márcio Zeferino, também duvidoso quanto aos fatos, disse que, na noite anterior ao clarão, ouviu barulhos muito fortes. Ele saía da casa da namorada, por volta das 23 horas, quando viu o tempo fechado.
“Choveu muito naquele dia, o vento estava forte e o céu muito escuro. Cheguei em casa e o tal barulho continuava, mas fui dormir. No dia seguinte, quando acordei, o comentário na cidade era de que um disco voador havia pousado em um sítio, mas eu nem fui ver”. Um outro morador da cidade, que não se identificou, brincou: “Eles pousaram e logo ficaram sabendo da crise financeira. Aí foram embora, com medo”.
Fonte:http://www.noticiadamanha.com.br/capa/lenoticia.asp?ID=42561
Sinal não identificado no radar de Calcutá deixa controladores em alerta

O avistamento em Londres na quinta-feira despertou o interesse no OVNI de Calcutá. Dada as 5,5 horas de diferença de fuso horário entre a Índia e o Reino Unido, e o tempo de voo de 11 horas, os fãs de ficção científica fizeram uma ligação entre os "discos voadores" londrinos e o misterioso blip no aeroporto.
Fonte: http://timesofindia.indiatimes.com/articleshow/4295155.cms
Pergaminhos do Mar Morto foram feitos pelos saduceus, alega uma acadêmica

Fonte: http://www.telegraph.co.uk/news/newstopics/religion/5009895/Dead-Sea-Scrolls-were-work-of-the-Sadducees-claims-academic.html
Egiptólogo espanhol descobre câmara funerária egípcia de 3.500 anos

Tumba está decorada com passagens do famoso Livro dos Mortos. Local abrigaria corpo de escriba da 'mulher-faraó' Hatshepsut.O egiptólogo espanhol José Manuel Galán descobriu uma câmara funerária pintada de 3.500 anos em Luxor, anunciou o Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) da Espanha.A câmara, que faz parte do cemitério de Dra Abu El-Naga, tem as paredes e o teto completamente pintados com desenhos e hieróglifos do Livro dos Mortos e seria de Djehuty, uma autoridade da época, segundo o CSIC.Esse dignatário foi o escriba real, supervisor do Tesouro e supervisor dos trabalhos dos artesãos do rei sob as ordens de Hatshepsut, uma das poucas mulheres a assumir o cargo de faraó, filha de Tutmosis I, cujo reinado aconteceu entre os anos 1479 e 1457 antes de Cristo.A câmara, uma sala quadrada de 3,5 metros de largura e 1,5 metro de altura, é uma das primeiras a ter sido completamente decorada com pinturas da época.
Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1046261-5603,00-EGIPTOLOGO+ESPANHOL+DESCOBRE+CAMARA+FUNERARIA+EGIPCIA+DE+ANOS.html
RAROS PAINÉIS MAIAS ENCONTRADOS NA GUATEMALA
Arqueólogos encontraram no norte da Guatemala, na floresta de Peten, painéis de estuque datados de 300 d.C. que representam o mito da criação maia, o Popol Vuh. São as mais antigas representações conhecidas do famoso mito maia da criação e incluem cenas mitológicas, monstros cósmicos, deuses e serpentes.Levou três meses para os investigadores descobrirem os painéis durante escavações em El Mirador, a maior e mais antiga cidade maia do mundo, disse Richard Hansen da Idaho State University, líder da expedição nessa quarta-feira.
Fonte:http://www.newsdaily.com/stories/tre52a7fp-us-guatemala-maya/
Médicos suíços confirmam terceiro braço fantasma em mulher

Médicos da Suíça conseguiram comprovar a existência de um terceiro "braço fantasma" em uma mulher que sofreu um derrame. A paciente de 64 anos havia perdido as funções de seu braço esquerdo após o acidente cerebral. Mas poucos dias depois, ela desenvolveu um "terceiro membro", que ela dizia enxergar e usar para tocar objetos e até coçar o braço direito.
Usando exames de ressonância magnética, especialistas do Hospital Universitário de Genebra confirmaram que o cérebro da mulher emitia comandos ao "braço fantasma" e reconhecia suas ações.
Raro
A paciente diz que seu novo membro fica à sua esquerda e tem uma cor de leite, "quase transparente". Segundo o neurologista Asaid Khateb, chefe da equipe que analisou as imagens cerebrais, trata-se de um caso extremamente raro em que o paciente não somente sente o membro imaginário, como também o enxerga e o movimenta voluntariamente.
O médico disse ainda que esta é a primeira vez que se mede a atividade cerebral a partir do contato com um membro fantasma. O fenômeno do membro fantasma está normalmente associado com pessoas que sofreram amputação. Segundo cientistas, entre 50% e 80% delas descrevem sensações de tato e dor na parte retirada.
As descobertas da equipe foram divulgadas na revista especializada Anais da Neurologia.
Cleópatra 'era descendente de africanos', diz estudo

A conclusão foi tirada após a identificação do esqueleto da irmã mais nova de Cleópatra, a princesa Arsinoe, encontrado em uma tumba de mais de 2 mil anos em Éfeso, na Turquia.
As evidências obtidas pelo estudo das dimensões do crânio de Arsinoe indicam que ela tem algumas características de brancos europeus, antigos egípcios e africanos negros, indicando que Cleópatra provavelmente também era de origem étnica mista. A mãe de Arsinoe seria de origem africana.
Arsinoe

Hilke Thuer, especialista da Academia Austríaca de Ciências que há muito tempo acreditava que a tumba era de Arsinoe, qualificou a descoberta como "sensacional".
"Ela dá novas informações sobre a família de Cleópatra e o relacionamento entre as irmãs Cleópatra e Arsinoe", afirmou.
A tumba de Éfeso foi aberta pela primeira vez em 1926 e, até agora, havia um debate entre cientistas sobre a identidade de seu ocupante.
Mas técnicas forenses combinadas à análise antropológica e arquitetônica da tumba acabaram convencendo os especialistas de que o esqueleto encontrado pertence à irmã de Cleópatra.
O crânio foi separado do esqueleto para exame e acabou extraviado durante a 2ª Guerra Mundial. Mas a antropóloga Caroline Wilkinson reconstruiu a face baseada nas medidas tiradas na década de 20.
"Ela tem este formato alongado", disse a especialista ao jornal The Sunday Times. "Isto é uma coisa que se vê frequentemente em egípcios da Antiguidade e africanos negros. Pode sugerir uma herança ancestral mista."
Assassinato
Textos antigos achados na cidade, que pertencia ao Império Romano, indicam que Arsinoe foi enviada para lá depois de derrotada em uma luta de poder com Cleópatra e com o líder romano Júlio César, disse o jornal britânico The Sunday Times.
Muitos acreditam que quando Cleópatra estava envolvida com o general romano Marco Antônio, após a morte de Júlio César, a rainha egípcia ordenou que a irmã fosse morta para impedir uma possível futura disputa pelo trono egípcio.
Fonte: BBC