sexta-feira, 10 de abril de 2009

Sexta-feira santa

Fiéis carregam velas durante procissão que marca a útlima semana de Cristo vivo na Costa Rica. Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br///multimidia//galeria_de_fotos/2009/04/10/veja_imagens_do_feriado_de_pascoa_375954.html
*Bela foto.

Cavaleiros Templários esconderam o Sudário de Turin, diz o Vaticano

Cavaleiros medievais esconderam, e secretamente veneraram, o Sudário de Turim por mais de 100 anos após as Cruzadas, disse o Vaticano ontem, em um anúncio que parece resolver o mistério da relíquia que desapareceu por anos.Os cavaleiros templários, uma ordem que foi reprimida e dissolvida por alegada heresia, cuidou do pano, que ostenta a imagem de um homem com uma barba, cabelos compridos e as feridas da crucificação, segundo investigadores do Vaticano .
O Sudário, que é mantido na capela real da Catedral de Turim, há muito tem sido venerado como a mortalha em que Jesus foi sepultado, mas a imagem só apareceu claramente em 1898, quando um fotógrafo observou um negativo.
Barbara Frale, uma investigadora do Arquivo Secreto do Vaticano, afirmou que o Sudário desapareceu no saque de Constantinopla em 1204 durante a Quarta Cruzada, e não apareceu novamente até meados do século XIV. "Seu destino nesses anos sempre intrigou os historiadores", acrescentou a Drª. Frale no L'Osservatore Romano, jornal do Vaticano.

No entanto seu estudo sobre o julgamento dos Cavaleiros Templários trouxe a luz um documento no qual Arnaut Sabbatier, um jovem templário francês que entrou no fim, em 1287, testemunhou que na sua iniciação, foi levado para "um lugar secreto que apenas o Irmãos do Templo tinham acesso. " Lá ele viu "um longo pano de linho em que ficou impressa a figura de um homem" e venerou a imagem, beijando os seus pés por três vezes.
A Drª. Frale disse que, entre outras alegadas infrações como a sodomia, os cavaleiros templários foram acusados de adorar ídolos, em particular uma "figura barbuda". Na realidade, no entanto, o objeto que tinham secretamente venerado era o Sudário.
Eles asseguravam a segurança do sudário para que não caísse nas mãos de grupos como os hereges Cátaros, que alegavam que Cristo não teve um verdadeiro corpo humano, apenas a aparência de um homem, e que não podia ter morrido na cruz e ser ressuscitado. Ela disse que sua descoberta validou uma teoria apresentada pela primeira vez pelo historiador britânico Ian Wilson em 1978.
A Ordem dos Cavaleiros Templários foi fundada na época da Primeira Cruzada, no século XI, para proteger cristãos que faziam a peregrinação a Jerusalém. Foi aprovada pelo Papa, mas quando a Fortaleza de Acra caiu em 1291 e os Cruzados perderam o poder na Terra Santa, o apoio a ordem foi retirado, em meio a crescente inveja de sua fortuna em imóveis e bancos.
Rumores divulgados por ordem de Filipe IV rei da França, sobre corrupção, sodomia e cerimônias secretas, onde noviços alegavam que tinham de negar Cristo por três vezes, cuspir na cruz, e beijar seu superior nas nádegas, umbigo, e lábios, prepararam o terreno para que o rei, que cobiçava a riqueza da ordem e lhe devia dinheiro, exercesse pressão sobre o Papa Clemente V para dissolvê-la e prender seus líderes.
Vários cavaleiros, inclusive o Grão Mestre, Jacques de Molay, foram queimados. As lendas dos Templários, sobre rituais secretos e tesouros perdidos, há muito fascinam os teóricos da conspiração, e figuram em O Código Da Vinci, que repetiu a tese de que os cavaleiros guardavam o Santo Graal.
Em 2003 a Drª. Frale, especialista medieval do Vaticano, revelou o registro do julgamento dos Templários, também conhecido como o Pergaminho de Chinon, depois de se aperceber que tinha sido indevidamente catalogado.O pergaminho revelou que o Papa Clemente V aceitou que os Templários eram culpados de "pecados graves", como a corrupção e imoralidade sexual, mas não de heresia.
Sua cerimônia de iniciação envolvia realmente cuspir na cruz, mas esta heresia era parte de uma preparação psicológica, caso tivessem de fazê-lo se fossem capturados por forças muçulmanas, disse a Drª Frale.No ano passado, ela publicou pela primeira vez, a oração dos cavaleiros templários composta quando injustamente presos, em que recorriam à Virgem Maria para persuadir "nossos inimigos" a abandonar as calúnias e mentiras e voltar para a verdade e a caridade.
Os testes de radiocarbono no Sudário de Turim, em 1988, indicaram que a peça era uma farsa medieval. No entanto, estes foram contestados com o argumento de que a amostra foi tomada a partir de uma área da mortalha emendada após um incêndio na Idade Média, e não uma parte do tecido original.
Após o saque de Constantinopla, foi visto próximo a Lirey na França, em 1353, quando foi exibido em uma igreja local por descendentes de Geoffroy de Charney, um cavaleiro templário queimado com Jacques de Molay.Ele foi transferido então para várias cidades européias até o momento em que foi adquirido pela dinastia Savóia em Turim, no século XVI.Propriedade da Santa Sé desde 1983, o Sudário foi exibido publicamente em 2000, e será mostrado de novo no próximo ano.
O Vaticano não declara se é genuíno ou uma falsificação, deixando para os crentes a decisão. O falecido Papa João Paulo II afirmou que era "um ícone do sofrimento dos inocentes, em todos os tempos."Os auto-proclamados herdeiros dos cavaleiros templários têm solicitado ao Vaticano a "restauração da reputação" da ordem, e o reconhecimento do confisco de £ 80 milhões.
A Associação da Ordem Soberana do Templo de Cristo, com sede na Espanha, disse que, quando a ordem foi dissolvida pelo Papa Clemente V, em 1307, mais de 9.000 propriedades, fazendas e empreendimentos comerciais pertencentes aos cavaleiros foram apreendidos pela Igreja.A filial britânica, sediada em Hertfordshire, que também alega descender dos Cavaleiros Templários, exige uma desculpa do Vaticano para a perseguição papal da ordem.

“OVNI”: clarão em Ibirá deixa moradores assustados


Augusto Pires
O clareão aconteceu na cidade de Ibirá 25 Km de Catanduva

Sobrenatural ou fenômenos da natureza? Em Ibirá, município a cerca de 25 quilômetros de Catanduva, não se fala em outra coisa.
Há poucos dias, moradores de um sítio da cidade vizinha, presenciaram uma cena que os deixaram assustados.
Eram 2 horas da manhã, quando Antônia Aparecida Maia Vasconcelos, caseira do sítio, levantava para receber os trabalhadores de uma carvoaria.
Foi quando ela, e mais alguns funcionários da propriedade ouviram um barulho e, em seguida, um clarão muito forte que, segundo ela, durou cerca de cinco minutos.
Em um primeiro momento, Antônia achou que um avião tivesse caído no canavial, mas desistiu da idéia quando percebeu que não houve explosão. Como ficaram com medo, esperaram o amanhecer do dia e foram ao local.
“Fomos lá, estava tudo redondo, parecia que tinha caído uma bacia de boca pra baixo. Mas raio eu sei que não foi, porque não tem um gomo quebrado, uma folha queimada”, conta Antônia.
Para a caseira, o fenômeno pode ser um mistério de Deus, ou um aviso.“Ninguém sabe o que pode ser. Coisa de gente, de ser humano assim como nós, eu falo que não é. Não é raio, porque raio é muito rápido e deixa rastros, deixa buraco. Não queimou nada lá, não deu trovão, nada”, relata.
O carvoeiro Wagner Graciano Caetano havia acabado de chegar ao trabalho, quando viu o clarão. “Quando clareou o dia, a gente foi ver. Estava tudo deitado, mas não tinha sinal de máquina, de nada”.
Caetano diz que acredita em vida em outro planeta. “Talvez pode ser, talvez não. A gente fica com medo, com receio”, explica.
Outro trabalhador da carvoaria, Isaías Florentino, não ouviu nada. “Eu estava dormindo na hora, mas vi a cana no dia seguinte. É como quando você joga uma pedra na água e ela sai quicando. Tem vários pontos de cana amassados”, exemplifica.
De acordo com Florentino, policiais estiveram no sítio no dia seguinte, para elaborar boletim de ocorrência.

Incrédulos

O proprietário do sítio, Norival Ferrari, não acredita em fatos sobrenaturais. Para ele, o caso está mais para fenômeno da natureza.
“Isso aí é natureza! Eu não acredito em outra coisa, não. Teve uma chuva muito forte à noite. A natureza é capaz de fazer muitas coisas”, afirma.
O barbeiro Márcio Zeferino, também duvidoso quanto aos fatos, disse que, na noite anterior ao clarão, ouviu barulhos muito fortes. Ele saía da casa da namorada, por volta das 23 horas, quando viu o tempo fechado.
“Choveu muito naquele dia, o vento estava forte e o céu muito escuro. Cheguei em casa e o tal barulho continuava, mas fui dormir. No dia seguinte, quando acordei, o comentário na cidade era de que um disco voador havia pousado em um sítio, mas eu nem fui ver”. Um outro morador da cidade, que não se identificou, brincou: “Eles pousaram e logo ficaram sabendo da crise financeira. Aí foram embora, com medo”.

Fonte:http://www.noticiadamanha.com.br/capa/lenoticia.asp?ID=42561

Sinal não identificado no radar de Calcutá deixa controladores em alerta‏

Um objeto voador não identificado foi captado no radar da cidade de Calcutá na madrugada de quinta-feira (19), logo depois que alguns objetos misteriosos foram fotografados sobre Londres. O sinal do radar durou 15 minutos e foi registrado na Baía de Bengala por oficiais da Força Aérea Indiana.Enquanto alguns suspeitam que o objeto poderia ser uma aeronave fora da rota que passava pelo espaço aéreo indiano, outros acreditam que se trata de um OVNI.A diretoria geral da aviação civil solicitou uma investigação do caso. O objeto não identificado foi visto no radar do aeroporto às 3:45 hs da madrugada do dia 19.Fontes do aeroporto afirmaram que havia apenas um voo da Cathay Pacific programado para aquele horário. "Mas o radar captou esta aeronave separadamente.Houve problemas de comunicação com a torre e o piloto da Cathay Pacific durante o tempo que o radar captou o misterioso sinal na tela", afirmou um controlador de voo. A Força Aérea Indiana esclareceu que não ocorreu nenhum exercício militar sobre a Baía de Bengala naquela hora, e que nenhuma de suas aeronaves estava naquela região.Portanto o sinal captado pelo radar pode ter sido devido a idade do equipamento (o radar tem 11 anos de uso) ou o reflexo da lua em um cardume de peixes, mas o que preocupa as agências de segurança é a possibilidade de existir uma aeronave voando sem autorização na região de Calcutá.No dia 17 de dezembro de 1995, um avião Antonov AN-26 entrou no espaço aéreo da Índia sem ser detectado e acabou derrubado em Purulia, no oeste de Bengala."Se um avião desconhecido se aventurou no espaço aéreo indiano, é papel da Força Aérea voar e interceptar isso", disse um oficial da IAA.
O avistamento em Londres na quinta-feira despertou o interesse no OVNI de Calcutá. Dada as 5,5 horas de diferença de fuso horário entre a Índia e o Reino Unido, e o tempo de voo de 11 horas, os fãs de ficção científica fizeram uma ligação entre os "discos voadores" londrinos e o misterioso blip no aeroporto.
Fonte: http://timesofindia.indiatimes.com/articleshow/4295155.cms

Pergaminhos do Mar Morto foram feitos pelos saduceus, alega uma acadêmica

Os Pergaminhos do Mar Morto foram feitos pelos saduceus, uma casta sacerdotal banida do Templo de Jerusalém, pelo menos é o que alega uma acadêmica .Por mais de seis décadas estudiosos acreditam que a origem dos pergaminhos está em uma seita judaica diferente, de ascetas e celibatários, chamada Essênios.A seita teria existido no século 1, em montanhas na Palestina, e suas práticas religiosas registradas em pergaminhos.Mas Rachel Elior, uma proeminente professora de filosofia judaica na Universidade Hebraica de Jerusalém, afirma que os 930 pergaminhos foram escritos pelos saduceus, um grupo de sacerdotes que viviam em Jerusalém, e que os essênios nunca existiram, seriam uma invenção de Flavio Josephus, um historiador judeu-romanizado.Elior alega que Josephus, um antigo sacerdote judeu que escreveu a história judaica enquanto era mantido prisioneiro em Roma, queria explicar para os romanos que os judeus não eram todos perdedores e traidores, que havia muitos judeus excepcionais, de devoção religiosa e heroísmo.Ela acrescenta: "Ele provavelmente foi inspirado pelos espartanos. Para os romanos, os espartanos representavam os mais altos ideais do comportamento humano, e Josephus quis retratar judeus que eram como os espartanos nos seus ideais e virtuosismo.""Não faz sentido você ter milhares de pessoas contra a lei judaica e não mencioná-las em qualquer um dos textos judaicos e fontes desse período."Os pergaminhos foram encontrados por um pastor em uma caverna em Qumran, no Mar Morto, em 1947 e são um dos mais importantes achados arqueológicos do século XX.Alguns estudiosos acreditam que os Essênios influenciaram o emergente cristianismo, e sugerem que João Batista e Jesus poderiam ter tido conhecimento deles.Mas a professora Elior afirma que os pergaminhos mostram práticas dos sacerdotes descendentes de Zadok, o primeiro sumo sacerdote de Jerusalém após a conquista da cidade pelos israelitas centenas de anos antes.Ela alega que os saduceus posteriormente levaram os pergaminhos para Qumran.Ela disse ao Time: "Eu acredito que qualquer estudioso sério realmente não pode deixar de admitir que a lei refletida nos pergaminhos é uma lei dos Saduceus. Os Essênios são apenas uma invenção literária de uma sociedade utópica que vivia uma vida mais benevolente e casta ".Mas Hanan Eshel, professor da Universidade Bar-Ilan, em Tel Aviv, disse ao jornal Haaretz: "Quase setenta estudiosos aceitam a afirmação de que grupos Essênios viveram em Qumran".
Fonte: http://www.telegraph.co.uk/news/newstopics/religion/5009895/Dead-Sea-Scrolls-were-work-of-the-Sadducees-claims-academic.html

Egiptólogo espanhol descobre câmara funerária egípcia de 3.500 anos‏

Pinturas na tumba são trechos do famoso Livro dos Mortos egípcio (Foto: France Presse/CSIC)

Tumba está decorada com passagens do famoso Livro dos Mortos. Local abrigaria corpo de escriba da 'mulher-faraó' Hatshepsut.O egiptólogo espanhol José Manuel Galán descobriu uma câmara funerária pintada de 3.500 anos em Luxor, anunciou o Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) da Espanha.A câmara, que faz parte do cemitério de Dra Abu El-Naga, tem as paredes e o teto completamente pintados com desenhos e hieróglifos do Livro dos Mortos e seria de Djehuty, uma autoridade da época, segundo o CSIC.Esse dignatário foi o escriba real, supervisor do Tesouro e supervisor dos trabalhos dos artesãos do rei sob as ordens de Hatshepsut, uma das poucas mulheres a assumir o cargo de faraó, filha de Tutmosis I, cujo reinado aconteceu entre os anos 1479 e 1457 antes de Cristo.A câmara, uma sala quadrada de 3,5 metros de largura e 1,5 metro de altura, é uma das primeiras a ter sido completamente decorada com pinturas da época.

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1046261-5603,00-EGIPTOLOGO+ESPANHOL+DESCOBRE+CAMARA+FUNERARIA+EGIPCIA+DE+ANOS.html

RAROS PAINÉIS MAIAS ENCONTRADOS NA GUATEMALA

O arqueólogo Richard Hansen explica detalhes de um dos painéis

Arqueólogos encontraram no norte da Guatemala, na floresta de Peten, painéis de estuque datados de 300 d.C. que representam o mito da criação maia, o Popol Vuh. São as mais antigas representações conhecidas do famoso mito maia da criação e incluem cenas mitológicas, monstros cósmicos, deuses e serpentes.Levou três meses para os investigadores descobrirem os painéis durante escavações em El Mirador, a maior e mais antiga cidade maia do mundo, disse Richard Hansen da Idaho State University, líder da expedição nessa quarta-feira.

Fonte:http://www.newsdaily.com/stories/tre52a7fp-us-guatemala-maya/



Médicos suíços confirmam terceiro braço fantasma em mulher

Ilustração

Médicos da Suíça conseguiram comprovar a existência de um terceiro "braço fantasma" em uma mulher que sofreu um derrame. A paciente de 64 anos havia perdido as funções de seu braço esquerdo após o acidente cerebral. Mas poucos dias depois, ela desenvolveu um "terceiro membro", que ela dizia enxergar e usar para tocar objetos e até coçar o braço direito.
Usando exames de ressonância magnética, especialistas do Hospital Universitário de Genebra confirmaram que o cérebro da mulher emitia comandos ao "braço fantasma" e reconhecia suas ações.

Raro

A paciente diz que seu novo membro fica à sua esquerda e tem uma cor de leite, "quase transparente". Segundo o neurologista Asaid Khateb, chefe da equipe que analisou as imagens cerebrais, trata-se de um caso extremamente raro em que o paciente não somente sente o membro imaginário, como também o enxerga e o movimenta voluntariamente.
O médico disse ainda que esta é a primeira vez que se mede a atividade cerebral a partir do contato com um membro fantasma. O fenômeno do membro fantasma está normalmente associado com pessoas que sofreram amputação. Segundo cientistas, entre 50% e 80% delas descrevem sensações de tato e dor na parte retirada.
As descobertas da equipe foram divulgadas na revista especializada Anais da Neurologia.

Fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3693711-EI238,00-Medicos+suicos+confirmam+terceiro+braco+fantasma+em+mulher.html

Cleópatra 'era descendente de africanos', diz estudo‏

Cleópatra
A rainha egípcia Cleópatra era, em parte, africana, de acordo com uma equipe de pesquisadores do Instituto Arqueológico Austríaco.
A conclusão foi tirada após a identificação do esqueleto da irmã mais nova de Cleópatra, a princesa Arsinoe, encontrado em uma tumba de mais de 2 mil anos em Éfeso, na Turquia.
As evidências obtidas pelo estudo das dimensões do crânio de Arsinoe indicam que ela tem algumas características de brancos europeus, antigos egípcios e africanos negros, indicando que Cleópatra provavelmente também era de origem étnica mista. A mãe de Arsinoe seria de origem africana.

Arsinoe

Há muito tempo os especialistas debatiam se Cleópatra era norte-africana, grega ou macedônia. Seu ancestral Ptolomeu era um general macedônio que se tornou governante do Egito por ordem de Alexandre, o Grande.
Hilke Thuer, especialista da Academia Austríaca de Ciências que há muito tempo acreditava que a tumba era de Arsinoe, qualificou a descoberta como "sensacional".
"Ela dá novas informações sobre a família de Cleópatra e o relacionamento entre as irmãs Cleópatra e Arsinoe", afirmou.
Tumba convertida

A tumba de Éfeso foi aberta pela primeira vez em 1926 e, até agora, havia um debate entre cientistas sobre a identidade de seu ocupante.
Mas técnicas forenses combinadas à análise antropológica e arquitetônica da tumba acabaram convencendo os especialistas de que o esqueleto encontrado pertence à irmã de Cleópatra.
O crânio foi separado do esqueleto para exame e acabou extraviado durante a 2ª Guerra Mundial. Mas a antropóloga Caroline Wilkinson reconstruiu a face baseada nas medidas tiradas na década de 20.
"Ela tem este formato alongado", disse a especialista ao jornal The Sunday Times. "Isto é uma coisa que se vê frequentemente em egípcios da Antiguidade e africanos negros. Pode sugerir uma herança ancestral mista."

Assassinato

Textos antigos achados na cidade, que pertencia ao Império Romano, indicam que Arsinoe foi enviada para lá depois de derrotada em uma luta de poder com Cleópatra e com o líder romano Júlio César, disse o jornal britânico The Sunday Times.
Muitos acreditam que quando Cleópatra estava envolvida com o general romano Marco Antônio, após a morte de Júlio César, a rainha egípcia ordenou que a irmã fosse morta para impedir uma possível futura disputa pelo trono egípcio.

Fonte: BBC

quinta-feira, 9 de abril de 2009

UNESCO e parceiros lançam BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL

A UNESCO e 32 instituições parceiras lançam no próximo dia 21, na sede da Organização, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial, uma página na internet que oferece materiais culturais únicos de bibliotecas e arquivos de todo o mundo. A página da web incluirá manuscritos, mapas, livros, filmes e gravações raras, além de impressões e fotografias. Ela fornecerá acesso público e gratuito, sem restrições a esse material.
O lançamento será feito em recepção que contará com a presença do Diretor-Geral da UNESCO, Koichiro Matsuura, e do bibliotecário do Congresso Americano, James H. Billington. Diretores de instituições parceiras também apresentarão o projeto a embaixadores, ministros, representantes e convidados especiais que participam da reunião semi-anual do Conselho Executivo da UNESCO.
A proposta para a criação da Biblioteca Digital Mundial (BDM) foi feita a UNESCO pela primeira vez por Billington, em 2005, quando o bibliotecário ressaltou que o projeto poderia “reunir pessoas através da celebração da singularidade e profundidade de culturas diferentes em um único esforço global”. Além de promover um entendimento internacional, o projeto tem o objetivo de ampliar o volume e a variedade do conteúdo cultural na Internet e fornecer recursos para educadores, acadêmicos e público em geral, reduzindo a divisão digital entre países por meio da capacitação em países parceiros.
A BDM funcionará em árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol, com conteúdo em vários outros idiomas. As ferramentas de busca facilitarão explorações transversais temporais e sobre cultura na página. Descrições de cada item e vídeos elaboradas por curadores especializados contextualizarão os conteúdos com o objetivo de provocar a curiosidade dos usuários e incentivar estudantes e público em geral a saberem mais sobre o patrimônio cultural de diferentes países.
Desenvolvida por uma equipe da Biblioteca do Congresso, a BDM contou com a assistência técnica da Biblioteca Alexandrina de Alexandria, no Egito. Outras instituições que contribuíram com conteúdos e A UNESCO e 32 instituições parceiras lançam no próximo dia 21, na sede da Organização, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial, uma página na internet que oferece materiais culturais únicos de bibliotecas e arquivos de todo o mundo. A página da web incluirá manuscritos, mapas, livros, filmes e gravações raras, além de impressões e fotografias. Ela fornecerá acesso público e gratuito, sem restrições a esse material.
O lançamento será feito em recepção que contará com a presença do Diretor-Geral da UNESCO, Koichiro Matsuura, e do bibliotecário do Congresso Americano, James H. Billington. Diretores de instituições parceiras também apresentarão o projeto a embaixadores, ministros, representantes e convidados especiais que participam da reunião semi-anual do Conselho Executivo da UNESCO.
A proposta para a criação da Biblioteca Digital Mundial (BDM) foi feita a UNESCO pela primeira vez por Billington, em 2005, quando o bibliotecário ressaltou que o projeto poderia “reunir pessoas através da celebração da singularidade e profundidade de culturas diferentes em um único esforço global”. Além de promover um entendimento internacional, o projeto tem o objetivo de ampliar o volume e a variedade do conteúdo cultural na Internet e fornecer recursos para educadores, acadêmicos e público em geral, reduzindo a divisão digital entre países por meio da capacitação em países parceiros.
A BDM funcionará em árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol, com conteúdo em vários outros idiomas. As ferramentas de busca facilitarão explorações transversais temporais e sobre cultura na página. Descrições de cada item e vídeos elaboradas por curadores especializados contextualizarão os conteúdos com o objetivo de provocar a curiosidade dos usuários e incentivar estudantes e público em geral a saberem mais sobre o patrimônio cultural de diferentes países.
Desenvolvida por uma equipe da Biblioteca do Congresso, a BDM contou com a assistência técnica da Biblioteca Alexandrina de Alexandria, no Egito. Outras instituições que contribuíram com conteúdos incluem bibliotecas nacionais e instituições culturais e educacionais do Brasil, Egito, China, França, Iraque, Israel, Japão, Mali, México, Marrocos, Países Baixos, Qatar, Federação Russa, Arábia Saudita, Sérvia, Eslováquia, Suécia, Uganda, Reino Unido e Estados Unidos.
Os conteúdos que serão exibidos na Biblioteca Digital incluem imagens de ossos de oráculos e epitáfios cedidas pela Biblioteca Nacional da China; manuscritos científicos árabes da Biblioteca e Arquivo Nacionais do Egito; fotos históricas da América Latina fornecidas pela Biblioteca Nacional do Brasil; o Hyakumanto Darani, publicação do ano 764 cedida pela Biblioteca Nacional do Japão; a famosa “Bíblia do Demônio” do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia; e trabalhos de caligrafia árabe, persa e turca de coleções da Biblioteca do Congresso dos EUA.
Ações do documento incluem bibliotecas nacionais e instituições culturais e educacionais do Brasil, Egito, China, França, Iraque, Israel, Japão, Mali, México, Marrocos, Países Baixos, Qatar, Federação Russa, Arábia Saudita, Sérvia, Eslováquia, Suécia, Uganda, Reino Unido e Estados Unidos.
Os conteúdos que serão exibidos na Biblioteca Digital incluem imagens de ossos de oráculos e epitáfios cedidas pela Biblioteca Nacional da China; manuscritos científicos árabes da Biblioteca e Arquivo Nacionais do Egito; fotos históricas da América Latina fornecidas pela Biblioteca Nacional do Brasil; o Hyakumanto Darani, publicação do ano 764 cedida pela Biblioteca Nacional do Japão; a famosa “Bíblia do Demônio” do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia; e trabalhos de caligrafia árabe, persa e turca de coleções da Biblioteca do Congresso dos EUA.
Ações do documento

DEMISSÃO DO PAPA

*Olhar de desconfiança


*Óculos GUCCI

* O Papa "veste" PRADA (Usa sapatos PRADA)
O Problema Bento XVI: IMPÕE-SE SUA DEMISSÃO
Tido, desde o início, com muito pouca capacidade midiática, Bento XVI, agora, tem dado muito que falar.

Escândalos

O mais recente – e não dos menores, pois concerne à sobrevivência do continente africano – suscitou um brado de indignação midiático sem precedentes.Do mesmo modo os católicos já não suportam a situação. Nesse sentido, 55% dos católicos franceses admitem ter formado uma opinião negativa a respeito do Papa Ratzinger. Chegou-se ao grau máximo do suportável. Há mais. Hoje, 43% dos católicos franceses agora desejam que o soberano Pontífice se demita do cargo, entregando-se a uma vida reclusa, para contentamento geral. A insatisfação está longe de ser uma reação exclusivamente francesa — bem ao contrário do que, sem nenhum tato, tenta insinuar o jornal Avvenire (porta-voz da conferência episcopal italiana e de seu presidente, o Cardeal conservador Angelo Bagnasco). Na muito católica Itália, 52% dos interpelados declaram-se em total desacordo com as resoluções do Pontífice. Dentre os católicos italianos, menos da quinta parte estaria disposta a defender Bento XVI. De todos os lados, tanto no circuito das paróquias quanto no das rádios, TVs e imprensa, já se fala abertamente no “problema Bento XVI”. Desde a sua eleição, na primavera de 2005, esse velho Cardeal já despertara mal-estar no público, que nele observava falta de carisma (mais de 1000 teólogos sob censura...). E, de fato, após alguns meses de inação, o Pontífice acabou, de fato, por revelar sua verdadeira face: rude intransigência, rígida incompreensão. Joseph Ratzinger “não condiz com o perfil de um Papa”Em relação a seu predecessor, João Paulo II, a presente situação é bem diversa. Ao contrário do que acontecia com o Papa anterior, não se encontram, na figura de Bento XVI — à maneira de contrapeso para os evidentes erros de algumas de suas posições, verdadeiramente inaceitáveis —, nem a irradiação de personalidade, nem um compromisso confiável no diálogo inter-religioso. Porte distinto, muito elegante, mas sem influência, Bento XVI “não condiz com o perfil de um Papa”, como se costuma dizer na Itália. Ademais, no Vaticano, não soube constituir à sua volta uma equipe habilitada para corrigir os erros, com uma atuação complementar à sua. Pelo contrário, fez-se cercar de antigos colaboradores, que sempre o sustentaram em suas tomadas de posição quando ainda era prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Entretanto, mais do que as escolhas discutíveis e certamente infelizes, o que levou Bento XVI a perder o rumo foi uma espécie de autismo e de retranca, uma desconfiança extrema e uma autoconfiança em suas próprias luzes. A sistemática recusa em dar ouvidos às opiniões alheias, como também em pedi-las, além de um fechamento no silêncio, tudo isso, em certa medida, explica as gafes cometidas, que são, desde logo, inequívoca expressão de um atingir um objetivo restaurador extraordinariamente reacionário e inteiramente solitário. Positivamente, com a publicação de sua Carta, Bento XVI deixou-se superar pelos acontecimentos, e já nem sabe como enfrentar o brado de indignação que ele próprio — ingenuamente — provocou. Isso porque, no fundo, Joseph Ratzinger parece não haver tirado nenhuma conclusão efetiva sobre a crise atual, revelando, assim, notória incapacidade de enfrentar um conjunto de circunstâncias, em cujo cerne, desde o início, mais do que ninguém, se acha ele diretamente envolvido. No dia 28 de maio de 2006, Bento XVI retratou de forma errônea e inoportuna (sobretudo na boca de um alemão) os nazistas como um “bando de criminosos” que “enganou” o povo alemão. Alguns meses depois, no dia 12 de setembro de 2006, ao fazer uma alocução na Universidade de Ratisbona, associou o Islã à violência, sem ressalvas ou matizes, citando a respeito uma opinião por demais rigorosa e provocativa de Manuel II Paleólogo, imperador bizantino na Idade Média. Em maio de 2007, visitando o Brasil, como que insensível ao charme e à acolhida calorosa desse povo entusiasta, o arguto e embaraçado Pontífice afirma que a evangelização das populações indígenas da América Latina “em nenhum momento representou uma ruptura com as culturas pré-colombianas”. Uma estupidez em face da História e um ultraje aos descendentes dessas culturas. A situação chegou a tal ponto que não há mais retorno. Até um jornalista católico dentre os mais ultramontanos e conservadores, como é o caso de Patrice de Plunkett, vê-se obrigado a reconhecer que agora “é preciso mudar tudo: os métodos, as pessoas”. Conforme a observação muito acertada de Jean-Louis Schlegel, “o Papa reina, mas não governa”. Sim, este pontificado parece realmente encerrado, profundamente desacreditado. “É preciso mudar tudo...”. De um lado, segundo o Direito Canônico, que rege a vida interna da Igreja, nenhum mortal pode destituir o Papa. De outro, mesmo supondo que essa destituição tivesse validade legal, facilmente poderíamos imaginar os consideráveis riscos de cisma e fragmentação que haveria entre os que apoiassem a destituição. Estes alegariam que o Pontífice continua bispo de Roma, investido, pela graça de Deus, no [pleno e] ininterrupto exercício de suas funções.Todavia, o próprio Direito Canônico atualmente em vigor, promulgado por João Paulo II, em 1983, admite a hipótese de o Papa renunciar livremente ao seu cargo por sua própria iniciativa (art. 332-2). Uma vez que acima dele não existe nenhum outro poder exceto Deus, o Soberano Pontífice não precisa obter autorização de ninguém para que a sua demissão seja aceita. Neste caso, para a validade de uma renúncia, basta, pura e simplesmente, “que seja livre e devidamente manifestada”. No atual contexto, visto que o mundo delineado pela mídia constitui uma aldeia global, torna-se muito arriscado conservar no exercício de suas funções um pontíficie desacreditado, que arrasta consigo os demais no próprio descrédito. Como, portanto, de uns tempos para cá, a situação se modificou bastante, uma saída de cena de Bento XVI, rápida e voluntária, sinal de verdadeiro sentido da autoridade como serviço, desbloquearia a situação, permitindo que sem tardar seja aberta uma nova página da história da Igreja. Sem isso...

[Tradução: Montfort. Textp orginal em francês em Golias]
Fonte: e-mail
*Definitamente o PAPA NÃO É POP !

Pilates é criação da guerra

Criador do método físico era um prisioneiro alemão
por Felipe Van Deursen

O menino Joseph era frágil. Magro e subnutrido, sofria de bronquite, crises asmáticas e febres reumáticas. Aos 80 anos, Joseph era um senhor famoso, de saúde e conta bancária invejáveis. Tudo graças a uma série de atividades físicas criadas por ele e batizada com seu sobrenome: Pilates – aquela prática que exercita força e flexibilidade com aparelhos cheios de barras e argolas.
Perto de Düsseldorf, Alemanha, onde morava, Joseph Pilates ajudava desde pequeno um médico em suas consultas e lia muito sobre medicina e civilizações antigas, especialmente a grega. Obcecado com a idéia “corpo são, mente sã”, já adolescente tornou-se um versátil esportista.
Em 1912, aos 32 anos, conhecido na região por seus excêntricos exercícios, viajou com uma companhia de circo para a Inglaterra. Em 1914, quando eclodiu a Primeira Guerra, foi preso por ser de um país inimigo. Para não ficar parado, colocou todo mundo de seu quarto para suar usando o que tinha à mão, como beliches e cadeiras. No fim do conflito, em 1918, uma epidemia de gripe que matou milhares de pessoas no país poupou os protegidos de Pilates, dando fama a seu método. Em 1926, viajou aos Estados Unidos e montou, em Nova York, o Pilates Studio – academia que se espalharia pelo mundo todo.

Saúde é o que interessa
O método Pilates virou febre mundial

Inspiração hindu
Além dos gregos, quem influenciou Pilates foram os hindus. O método tem uma clara referência à ioga. O negócio do pilates é o equilíbrio entre mente e corpo e a busca pelo controle do organismo – também é chamado de contrologia.

Moda sem fronteiras
Nos Estados Unidos, são 10 milhões de praticantes. Entre as celebridades que aderiram ao pilates estão a cantora Madonna e o jogador de golfe Tiger Woods. Aqui no Brasil, Emerson Fittipaldi, Marília Gabriela e dezenas de atores.

À frente do tempo
O método foi trazido ao Brasil pela chilena Inelia Garcia, em 1997. “Pilates desenvolveu exercícios para as mandíbulas que mascam muitos chicletes e os olhos que vêem muita TV. E ele morreu nos anos 60, quando essas coisas não eram comuns”, diz.

Na prisão, ele improvisou
Exercícios eram feitos até em cadeira de rodas

Joseph Pilates não deixou nenhum de seus companheiros de prisão parados, nem os mais debilitados. Se alguém estivesse preso a uma cadeira de rodas, ele a adaptava para seus exercícios. Na cama, usavam-se molas, estrados, barras. Por isso os aparelhos da técnica se assemelham ao móvel.Graças a seu método, Pilates tinha uma saúde de ferro. Tanto que teria morrido, aos 87 anos e sarado, em um fatídico incêndio em seu estúdio. Quem herdou seus ensinamentos foi sua ex-aluna Romana Kryzanowska, hoje uma velhinha de 84 anos – e igualmente saudável.
Fonte:http://historia.abril.uol.com.br/comportamento/conteudo_564429.shtml