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sábado, 29 de agosto de 2009

Fragmentos de cerâmica com dois mil anos são encontrados em Oiapoque

MACAPÁ – Arqueólogos do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa) encontraram ontem (27), no município de Oiapoque, vários fragmentos de cerâmica no sítio arqueológico, nos arredores da obra da Ponte Binacional. Segundo os profissionais, os objetos encontrados existem há cerca de dois mil anos e podem ser urnas funerárias.

Toda a área foi demarcada. A previsão dos profissionais para liberação do local é de cerca de 30 dias.

- Encontrados uma pedra polida que poderia ter siso uma espécie de machado, afirmou o técnico em arqueologia do Iepa, Cleber Ribeiro Souza.

Acordo
O Governo do Amapá (GEA), Instituto do Meio Amabiente (Ibama/AP) e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/AP) firmaram um acordo, no último dia 19 de agosto, liberou a obra da Ponte Binacional, que ligará o Oiapoque a cidade Saint George (FRA). A descoberta do sítio arqueológico no local fez com que o Ibama suspendesse, no dia 14 deste mês, os serviços da construção.

Fonte:http://portalamazonia.globo.com/pscript/noticias/noticias.php?idN=91398

sexta-feira, 10 de abril de 2009

RAROS PAINÉIS MAIAS ENCONTRADOS NA GUATEMALA

O arqueólogo Richard Hansen explica detalhes de um dos painéis

Arqueólogos encontraram no norte da Guatemala, na floresta de Peten, painéis de estuque datados de 300 d.C. que representam o mito da criação maia, o Popol Vuh. São as mais antigas representações conhecidas do famoso mito maia da criação e incluem cenas mitológicas, monstros cósmicos, deuses e serpentes.Levou três meses para os investigadores descobrirem os painéis durante escavações em El Mirador, a maior e mais antiga cidade maia do mundo, disse Richard Hansen da Idaho State University, líder da expedição nessa quarta-feira.

Fonte:http://www.newsdaily.com/stories/tre52a7fp-us-guatemala-maya/



quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Ossos carbonizados são encontrados em centro de detenção da ditadura argentina

BUENOS AIRES (AFP) — Milhares de fragmentos de ossos humanos calcinados foram descobertos em um campo de detenção da ditadura militar argentina (1976/83), em La Plata (50 km ao sul de Buenos Aires), onde também foi encontrado um paredão de fuzilamento, revelou nesta segunda-feira uma fonte oficial.
"Especialistas da Equipe Argentina de Antropologia Forense (EAAF) acharam mais de 10.000 fargmentos de ossos humanos carbonizados no local onde funcionou o centro de torturas e extermínio conhecido como Poço da Aranha", disse Sara Derotier de Cobacho, secretária de Direitos Humanos da província de Buenos Aires.
A EAAF também encontrou um paredão que parece ter sido usado para fuzilar os prisioneiros, pois há nele mais de 200 marcas de tiros, extraídas para pesquisas posteriores, indicou Cobacho em uma entrevista coletiva.
"É a primeira vez que são encontradas sepulturas em um centro clandestino de detenção no país", destacou, acrescentando que várias fossas foram descobertas no local, escavadas em diferentes níveis e cada qual separada da outra por uma parede de ladrilhos.
Cobacho informou ainda que 38 das amostras ósseas recolhidas foram enviadas ao grupo de especialistas americanos que trabalhou na identificação dos restos mortais calcinados das vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001.
Segundo a secretária, a intenção de sua equipe é transformar o local em um Museu da Memória, "porque lá estão as cinzas dos militantes populares que passaram por este local durante o regime militar".
A descoberta confirma vários depoimentos de sobreviventes da ditadura, que afirmavam que os prisioneiros mortos durante as sessões de tortura no Poço da Aranha eram queimados com pneus e combustível e enterrados no local.
Foi justamente com base nesses depoimentos que o promotor Félix Crous ordenou a realização de escavações no centro de detenção, há um ano.

Fonte:http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hQd9GJtFAzWrHnKPM5x7-xIfbXyA