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terça-feira, 21 de julho de 2009

Astrônomos japoneses fazem megapesquisa para procurar ETs

Projeto reúne mais de uma dúzia de observatórios de todo o país.Foco é estrela considerada lar em potencial para civilizações extraterrestres.

Os maiores observatórios astronômicos do Japão se juntaram no ano de 2008 para iniciar uma tarefa sem precedentes. Descobrir se há vida no espaço.

O projeto, liderado por astrônomos japoneses, reuniu mais de uma dúzia de observatórios de todo o país para estudar uma estrela que os pesquisadores consideram um lar em potencial para civilizações extraterrestres.

“Todo mundo imaginou pelo menos uma vez na vida se o espaço é infinito e se os alienígenas existem mesmo“, disse Shinya Narusawa, pesquisador-chefe do Observatório Astronômico Nishi-Harima, no oeste do Japão.

A busca por aliens e Ovnis não é novidade no Japão. No ano passado, objetos voadores não-identificados foram manchete no país, depois que um parlamentar perguntou ao gabinete se o país tinha ou não confirmado sua existência. A resposta do governo: não!

No mundo científico, os pesquisadores japoneses usaram antenas para captar sinais de rádio do espaço e analisaram os prismas de luzes do céu para ver se há alguma emissão de laser no espaço, disse o pesquisador.

Até o momento, a pesquisa ainda não deu resultados. O projeto envolve muitos astrônomos filmando uma estrela por várias noites, além da costumeira análise da luz e as gravações de rádio.

“Quando há sinais suspeitos, às vezes é difícil dizer se são artificiais, vindos da Terra, como de máquinas, ou se vêm de estrelas do mundo natural“, disse Narusawa.

Com múltiplos participantes observando uma só estrela, ficará mais fácil checar se os sinais são do mundo natural, disse ele. Os participantes são realistas quanto à pequena chance de encontrarem sinais de vida extraterrestre durante o curto experimento, mas dão bastante importância a ele.

“Ao pensar no espaço, esperamos que seja uma oportunidade para as pessoas voltarem a apreciar a Terra e os seres humanos“, disse Narusawa.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Laser pode melhorar comunicação com submarinos e ETs

Lasers que criam ruídos altos sob o oceano podem, eventualmente, substituir os sonares no envio de mensagens para submarinos, anunciaram físicos da Marinha americana. O mapeamento por meio de sonares convencionais usa vibrações de som, que requerem o rebocamento de um conjunto de alto-falantes e receptores.

"É preciso puxar (o conjunto) com um barco", disse Ted Jones, físico de plasma do Laboratório de Pesquisa Naval dos Estados Unidos, em Washington. "É demorado e caro. Pode levar horas ou mesmo dias para sondar uma área grande."

A nova técnica - uma espécie de código Morse do século 21 - usa raios lasers autofocalizadores para superaquecer pequenas quantidades de água até cerca de 20 metros abaixo das ondas. O resultado é "um pequeno pistão de energia" que se expande em velocidades supersônicas, criando um ruído submerso alto o suficiente para ser ouvido a quilômetros de distância, diz Jones.

Procura a laser
Os sons do laser também poderiam ser usados para qualquer outra das funções normais dos sonares, como procurar por objetos submersos ou mapear o fundo do mar. Para conduzir uma procura, os usuários poderiam espalhar bóias com sondas passivas, projetadas para ouvir, mas não transmitir. Depois, um avião poderia sobrevoar a área, emitindo sons gerados por laser em toda a região de pesquisa.

"Você poderia fazer rapidamente uma procura por sonda em uma grande área", disse Jones.

Ganhando foco
Ao projetar a nova técnica, o maior desafio foi fazer com que os raios lasers concentrassem sua energia em uma área pequena o suficiente para gerar o estrondo. Um truque, segundo Jones, é intensificar o raio em seu centro, para que a seção do meio do raio aqueça a água mais rapidamente. Esse calor faz com que a luz ao redor do centro se curve para dentro até que o raio esteja focado em um ponto minúsculo.

Ao mesmo tempo, o laser é composto de luzes com diferentes comprimentos de onda, que viajam pela água em velocidades ligeiramente diferentes. Se "você colocar a mais lenta primeiro e a mais rápida ao fim", disse Jones, a energia rapidamente aumentará no ponto focal, até que a água superaquecida exploda.

Uma linha reta para os ETs
Robert J. Sawyer, escritor canadense de ficção científica, disse que uma das vantagens de usar um raio laser para se comunicar com submarinos é que seria difícil interceptar o raio acima da superfície. Ainda assim, qualquer um com receptores sonares poderia ouvir o ruído uma vez que o raio entrasse na água.

Mais interessante do que o sigilo, disse Sawyer, é o fato de que sons de laser similares poderiam ser uma maneira ainda melhor de comunicação do que o rádio na procura por extraterrestres inteligentes - tirando, é claro, a água.

"Lasers são mais eficientes" do que ondas de rádio - o meio geralmente usado pelo Instituto SETI (sigla que significa, em português, Procura por Inteligência Extraterrestre) -, disse ele. "Não há um ponto de transmissão (em qualquer lugar) no qual você possa fazer uma linha reta." "Então, estamos falando com nossos submarinos da mesma forma que esperamos falar com alienígenas algum dia."

As descobertas foram apresentadas em Portland, Oregon, em um encontro da Sociedade Acústica da América.

Fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3847566-EI238,00.html

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Hacker que invadiu Pentágono atrás de fotos de ETs é autista, diz especialista

Para professor, Gary McKinnon sofreria de síndrome de Asperger.Governo americano quer que jovem britânico seja extraditado para os EUA.

Um especialista em autismo pediu nesta quinta-feira (15) em Londres que o britânico Gary McKinnon, acusado da maior operação de ciberpirataria da história dos Estados Unidos, não seja extraditado para esse país, onde pode pegar até 70 anos de prisão em uma penitenciária de segurança máxima. McKinnon foi acusado de entrar ilegalmente em 97 computadores da Marinha e do Exército americanos, da Nasa (agência espacial dos EUA) e do Pentágono, ações que ele mesmo confessou, mas alegando que não tinha má intenção. O especialista Simon Baron-Cohen, professor da Universidade de Cambridge, afirmou que McKinnon, de 42 anos, invadiu os computadores porque sofre da síndrome de Asperger, um tipo de autismo. Segundo Baron-Cohen, o que McKinnon fez foi "a atividade de alguém que sofre de um transtorno e não pode ser considerado um ato criminoso". O especialista explicou que o modo obcecado de agir de McKinnon é típico da "ingenuidade social" das pessoas que sofrem a síndrome de Asperger. A doença produz "uma visão estreita que faz com que, na busca da verdade, as pessoas não vejam as potenciais consequências sociais para as outras", afirmou o professor."Seu encarceramento seria questionável, porque alguém com a síndrome de Asperger dificilmente suportará esse entorno", disse o especialista. O hacker foi descoberto quando tentava baixar fotografias da Nasa que ele acreditava terem sido manipuladas para ocultar provas da existência de vida extraterrestre. Os americanos, que pedem sua extradição, afirmam que McKinnon tinha a intenção de influenciar no Governo dos Estados Unidos por meio da intimidação e da coerção.

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL957348-6174,00-HACKER+QUE+INVADIU+PENTAGONO+ATRAS+DE+FOTOS+DE+ETS+E+AUTISTA+DIZ+ESPECIALIS.html

domingo, 21 de dezembro de 2008

Astronauta afirma que NASA já contatou ETs

Edgar Mitchell, 77 anos, foi um astronauta que participou na missão da Apolo 14. Dele é o recorde do maior passeio lunar na missão de 1971. Mitchell assegura que uma fonte da NASA teve contato com extraterrestres reais, que supostamente são pequenos e com olhos e cabeça grandes.
Segundo Mitchell, "nossa tecnologia não chega nem à sola dos sapatos das que eles têm, e ademais assegura que "não são hostis, poque se fossem, já teríamos desaparecido da face da Terra".

- "Os fatos foram ocultados por nossos governantes durante 60 anos, mas pouco a pouco vão filtrando informações", afirma Edgar.

E não fomos contatados uma vez só, senão várias, mas os governantes ocultaram a verdade todo esse tempo. Este homem, que foi a sexta pessoa a por seus pés sobre a superfície lunar, defende a existência de civilizações extraterrestres e está seguro de que , inclusive durante sua época trabalhando na NASA, numerosos OVNIs chegaram à Terra.

Ele crê que o caso Roswell é totalmente verdadeiro, e que continuam pesquisando similares visitas de seres de outros planetas.

Edgar fez estas declarações numa entrevista de um programa de rádio, e deixou boquiaberto a seu entrevistador, Nick Margerrison, que disse que a princípio pensou que Edgar estava contando alguma piada, mas surpreendeu-se ao notar que a coisa era séria.

No entanto, na NASA, desmentiram rapidamente estes comentários. Num comunicado, um porta-voz da agência diz que "a NASA não está envolvida em nenhuma ocultação de vida extraterrestre neste planeta nem no universo. O doutor Mitchell é um grande americano mas não compartilhamos suas opiniões neste sentido".

- "Ufa, ainda bem que ainda me consideram um grande americano. Compartilhem ou não, o certo é que os ETs estão aí fora, só não enxerga quem não quer ver".

Estas declarações de Mitchell colocam ainda mais mistério sobre a questão da existência dos "verdinhos". Verdade ou senilidade?
Fonte:http://www.24horasnews.com.br/index.php?tipo=ler&mat=277538

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Ufólogo: círculos em lavouras são mensagens de ETs


Um ufólogo afirmou nesta quinta-feira que os círculos encontrados em lavouras de trigo e triticale na zona rural de Ipuaçu, oeste de Santa Catarina, seriam mensagens deixadas por extraterrestres a exemplo do ocorreu há 20 anos em diversos países da Europa, como Inglaterra, Áustria e República Checa.

Ademar Gevaerd esteve em Ipuaçu, pequeno município de 3 mil habitantes localizado a 511 km de Florianópolis, para verificar in loco as formas encontradas nas lavouras. Segundo ele, não é provável que seres humanos possam ter produzido os círculos no meio da plantação devido à perfeição dos desenhos geométricos.
"Estou muito impressionado com o que vi. As formas são perfeitas e não poderiam ser feitas por máquinas ou seres humanos", disse. "Nos círculos existem características únicas. As hastes das plantas foram dobradas cuidadosamente, em sentido horário, não há uma quebra sequer e nenhum sinal de que alguém tivesse passado por ali", completou.
Estudioso do tema há pelo menos duas décadas, Gevaerd é editor de uma revista de ufologia no Brasil e já esteve analisando os agroglífos que surgiram na Europa, começando em campos localizados a cerca de 150 km de Londres.
Segundo ele, as primeiras marcas são semelhantes às encontradas em Santa Catarina. "Eles começaram assim, com desenhos mais simples, e posteriormente foram ganhando outras formas impressionantes, como de triângulos, moléculas, entre outras", afirmou. "Acredito que esses dois círculos possam ser apenas o início de algumas mensagens que um tipo de inteligência extraterrena queira nos passar", afirmou.
Os círculos nas lavouras de Ipuaçu viraram o principal assunto na cidade. O ufólogo disse ter conversado com vários moradores locais que chegaram a relatar a presença de luzes diferentes na madrugada do último domingo.
Ele recolheu algumas plantas para realizar análises. "Em outros casos semelhantes havia alteração significativa no DNA dos vegetais", afirmou, acrescentando ser muito importante o surgimentos das imagens para a ufologia brasileira. "Finalmente isso ocorreu no Brasil, para que possamos acompanhar o fenômeno de perto", disse.
Com cerca de 300 m², os círculos têm 19 m de diâmetro e foram encontrados no último domingo em duas propriedades localizadas na comunidade rural de Toldo Velho. O local virou ponto turístico e tem recebido visita de curiosos e até mesmo excursões de escolas.