quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Pomada inteligente mata tumor de pele

Fármaco experimental em fase 2 de testes clínicos no país tem eficiência de 95% e combina nanotecnologia com luz

Mais de 400 pessoas já foram tratadas, diz cientista da USP autor do estudo; creme só funciona para os tumores menos agressivos

Um creme feito com o auxílio da nanotecnologia, quando energizado por um raio de luz vermelha, mata com uma eficiência de 95% as células tumorais da pele humana.O medicamento, desenvolvido por uma equipe de cientistas da USP (Universidade de São Paulo), em Ribeirão Preto, está sendo testado há um ano em três hospitais do Brasil.Além do interior paulista, a UnB (Universidade de Brasília) e a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) estão usando a pomada em pacientes de seus hospitais universitários."Devemos ter tratado mais de 400 pessoas com sucesso", afirma Antonio Cláudio Tedesco, coordenador do grupo de Fotobiologia e Fotomedicina da USP/RP. Ele é o principal autor da pesquisa.O sucesso da técnica, segundo Tedesco, está baseado na nanotecnologia. A molécula fotossensível que constitui o medicamento é montada em veículos que medem milionésimos de milímetro e que podem ser dirigidos de forma precisa para as células do tumor.Esses transportadores são normalmente misturas de nanopartículas com estruturas orgânicas. As moléculas do medicamento, que além de serem fotossensíveis têm afinidade química com o tumor, possuem duas vantagens: conseguem liberar o fármaco de forma progressiva e são seletivas, o que poupa os tecidos sadios."A terapia fotodinâmica é estudada há mais de 30 anos no mundo e desde 1995 em Ribeirão Preto, mas os vários veículos nanotecnológicos disponíveis hoje trouxeram um grande avanço para a área", disse à Folha o pesquisador da USP.Com o fármaco chegando com exatidão ao local do tumor, os passos seguintes são mais fáceis de serem controlados pelos cientistas em laboratório.A energia causada pela luz visível -a ultravioleta é a principal causa do aparecimento dos cânceres de pele- provoca uma série de reações químicas no local onde está a pomada."Em última análise, essa cadeia formará radicais livres [moléculas instáveis e reativas]", afirma Tedesco.Como essas moléculas precisam buscar elétrons para voltarem ao equilíbrio, diz o cientista, elas vão atrás das células tumorais e as matam. "Ninguém gosta de ficar desequilibrado."Para o paciente, em vez de aulas de química, é mais importante saber como é o tratamento e qual o resultado na pele.Uma das vantagens do método, afirma Tedesco, é que ele não tem efeitos colaterais importantes, como tem a quimioterapia e a radioterapia. "Em um dia, por exemplo, a técnica pode ser reaplicada em uma nova lesão. O tempo entre a utilização do creme e o uso da luz não passa de três horas."Apesar do êxito da técnica nacional, o método não está no mercado. Após o término da chamada fase 2 de testes clínicos, haverá uma outra etapa de estudos, com mais pacientes.Ele não funciona para o melanoma, tipo de câncer maligno bastante agressivo que só pode ser retirado por cirurgia.Porém, no caso dos tumores em estágios inicial ou intermediário, as lesões costumam sumir entre 7 dias e 21 dias.Segundo Tedesco, a nanotecnologia e a fotodinâmica estão sendo aplicadas em outros locais além da pele. "Estamos destruindo também cáries com a luz visível", afirma.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Críticas ao LHC

Large Hadron Collider - LHC (em português: Grande Colisor de Hádrons) é o maior acelerador de partículas localizado no CERN.

O LHC era pra ter entrado em funcionamento no dia 08/08/2008, no início dos Jogos Olímpicos. Surpreendentemente a sua ativação foi cancelada e a contagem regressiva do site do CERN saiu do ar por alguns dias. Em seguida, soube-se que a ativação foi prorrogada para o dia 10/09/2008.
Pesquisando sobre o assunto e a consequência da sua ativação, encontrei isto na Wikipédia:

"Os cientistas Walter Wagner e Luiz Sancho acreditam que este equipamento pode provocar uma catástrofe de dimensões cósmicas, como um buraco negro que acabaria por destruir a Terra. Para tanto, corre um processo na corte do Havaí tentando impedir a experiência, até que haja uma total comprovação de que não haja riscos. Outrossim, acusa-se o CERN de não ter realizado os estudos de impacto ambiental necessários. No entanto, apesar das alegações de uma suposta criação de um buraco negro, o que de fato poderia ocorrer seria a formação de strange quarks, possibilitando uma reação em cadeia e gerando a matéria estranha, esta possui a característica de converter a matéria ordinária em matéria estranha, logo gerando uma reação em cadeia na qual todo o planeta seria transformado em uma espécie de matéria estranha.
Apesar das alegações "catastróficas", físicos teóricos de notável crédito como Stephen Hawking e Lisa Randall, além de vários outros físicos e engenheiros, afirmam que tais teorias são meramente absurdas, e que as experiências foram meticulosamente estudadas e revisadas, e que logo, estão sob controle.
Entretanto, se um buraco negro fosse produzido dentro do LHC, ele teria um tamanho milhões de vezes menor que um grão de areia, e não viveria mais de 10 − 27 segundos, pois por ser um buraco negro, emitiria radiação e evaporaria. Mas, supondo que mesmo assim ele continuasse estável, continuaria sendo inofensivo. Esse buraco negro teria sido criado à velocidade da luz (300 mil km por segundo) e continuaria a passear neste ritmo se não desaparecesse. Em menos de 1 segundo ele atravessaria as paredes do LHC e se afastaria em direção ao espaço. A única maneira de ele permanecer na Terra é se sua velocidade for diminuida a 15 km por segundo. E, supondo que isto ocorresse, ele iria para o centro da Terra, devido à gravidade, mas continuaria não sendo ameaçador. Para representar perigo, seria preciso que ele adquirisse massa, mas com o tamanho de um próton, ele passaria pela Terra sem trombar em nada (não parece, mas o mundo ultramicroscópico é quase todo formado por vazio), e ele só encontraria um próton para somar à sua massa a cada 30 minutos à 200 horas. Para chegar a ter 1 miligrama, seria preciso mais tempo do que a idade atual do universo."

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/LHC

*Uma pergunta: porque foi adiado o seu funcionamento justo no início dos Jogos Olímpicos? Seria apenas coincidência?

Brasileiros terão identidade com chip a partir de 2009

Cerca de 150 milhões de brasileiros poderão ter o novo documento de identidade civil até dezembro de 2017 que utilizará um smartcard, no qual estarão armazenadas todas as informações da pessoa. A proposta é integrar os diversos órgãos do Sistema de Identificação do Brasil por meio do número único de Registro de Identidade Civil (RIC). O assunto foi discutido durante o Encontro Nacional de Identificação, que terminou nesta sexta-feira (11/7), promovido pelo Ministério da Justiça e o Departamento de Polícia Federal. O cartão terá diversos itens de segurança e impressos com tecnologia a laser, de forma a dificultar a sua adulteração ou remoção por meio de meios químicos e físicos. Além disso, há um chip capaz de armazenar dados biométricos* e permitir o uso da certificação digital para garantir a identificação inequívoca do cidadão também no meio eletrônico. Na quarta-feira (9/7), o diretor do Instituto Nacional de Identificação, Marcos Elias de Araújo, apresentou as metas do Projeto RIC. Ele informou que será regulamentado e adequado dispositivos legais para a implementação do Sistema Nacional de Registro de Identidade Civil (SINRIC), além da regulamentação da Lei 9.454/97, que institui o Cadastro Nacional de Registro de Identificação Civil, destinado a conter o número único de Registro Civil acompanhado dos dados de identificação de cada cidadão. Segundo Araújo, em janeiro de 2009, começará o cadastramento e a emissão do documento com o número RIC para 2 milhões de cidadãos, sendo que o público-alvo ainda será definido. "Em 2010, mais 8 milhões de brasileiros vão adquirir seu novo documento de identidade. A partir do terceiro ano, 80 mil pessoas poderão ser cadastradas a cada dia com a meta de 20 milhões por ano", acrescentou. A idéia, segundo Araújo, é que o único número RIC fortaleça todos os serviços públicos e privados que requerem a identificação do cidadão. "Com isso, o país terá um importante instrumento de auxílio no desenvolvimento de políticas de segurança pública e inclusão social", disse. Para obtenção do número RIC, de acordo com Araújo, serão coletadas impressões digitais, fotografia e assinatura, bem como dados qualificativos básicos, como nome, data de nascimento, filiação e sexo. "Essas informações serão enviadas para o órgão regional do RIC e retransmitidas para o órgão central, que será o Instituto Nacional de Identificação. As impressões digitais de cada indivíduo serão comparadas com todas as demais inseridas anteriormente para garantir a autenticidade. Só então o número RIC será gerado para o Cadastro Nacional de Registro de Identificação Civil, assim cada brasileiro terá um único número RIC. Em seguida, o órgão central enviará o número RIC para o órgão regional que poderá, então, expedir o documento", explicou. Durante o evento, vários órgãos governamentais, como INSS, Ministério da Justiça, Tribunal Superior Eleitoral, Previdência Social, além de órgãos internacionais apresentaram apoio ao projeto e possíveis benefícios que o novo documento proporcionará em cada área. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que as forças armadas poderão colaborar com esse sistema considerando a capilaridade em todo o país. "Temos acessibilidade em extremos onde se encontra grande número de pessoas sem nome e através da universalização desse projeto de registro único poderá ser determinada a inserção dessas pessoas na cidadania", destacou.

Fonte:http://www.rs.sucesu.org.br/noticias/news_item.2008-07-14.1091616712

*chip com dados pessoais como: cor dos cabelos, cor da pele, dos olhos, peso, etc...
Mas esses dados podem mudar com o passar do tempo, não? Tinturas nos cabelos, lentes de
contato e o peso então? Tsc, Tsc...

Aparição de óvnis é filmada e fotografada na Romênia

BUCARESTE - Um grupo de objetos voadores não identificados - entre nove e onze, segundo os observadores - foi filmado por um cinegrafista amador e por um fotógrafo enquanto se movimentavam em formação simétrica sobre o céu de Sibiu, no centro da Romênia, publicam os jornais romenos Tribuna e Ziua.

"Turistas estranhos", é o título da nota da edição desta segunda-feira, 25, do jornal Tribuna, que trata do fenômeno ocorrido na noite de 23 para 24 de agosto, captado em uma série de nove fotografias que mostram 11 pontos luminosos que mudam de lugar, alterando sua formação.

Outra testemunha do curioso fenômeno flagrou na mesma hora, da sacada de seu apartamento, com uma câmera amadora, nove objetos luminosos que se movimentavam no céu da esquerda para a direita, publica o jornal Ziua (http://www.ziua.ro/news.php?data=2008-08-25&id=11629).

A testemunha ligou imediatamente para o aeroporto de Sibiu, que confirmou que naquele momento não havia nenhum vôo sobre a região.

A gravação foi analisada por especialistas em aviação que descartaram a possibilidade de serem aviões ou helicópteros, segundo Alexandru Ivan, ex-comandante da unidade militar de aviação de Sibiu.
Os autores das imagens disponibilizarão seu material a especialistas em objetos voadores não identificados, afirmam as fontes.

Várias aparições de supostos óvnis sempre foram citadas na Romênia, mas nunca tinham sido acompanhadas de imagens tão claras.

Na última vez, no ano passado, camponeses afirmaram que tinham visto sobre o céu uma silhueta voadora parecida com a do herói do cinema e dos quadrinhos Super-homem.

Fonte: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid230498,0.htm

Tecnologia promete melhorar dia-a-dia

Pequenas conquistas da ciência estão chegando à casa dos brasileiros. Os resultados das pesquisas feitas nas universidades estão mais próximos do nosso dia-a-dia. São produtos, remédios e utensílios que prometem zelar pela saúde, economizar tempo e até cuidar da aparência.
Isso é possível graças a uma palavra: nanotecnologia. As nanopartículas têm um tamanho aproximado de um bilionésio de milímetro. Ou seja, um milímetro dividido um bilhão de vezes.
As nanopartículas estão revolucionando a tecnologia por causa da variedade de usos que podem ter. Algumas descobertas prometem trazer grandes avanços na medicina, na prevenção de doenças e até na conservação de alimentos. Outras fazem promessas que parecem difíceis de cumprir.
Desfilar de lingerie é um pesadelo para muitas modelos. Para as mulheres mortais então... Mas tem fabricante que garante: a tecnologia já inventou o tecido que combate a celulite.
“Os cristais bioativos que estão inseridos na molécula do fio ativam a circulação e a elasticidade da pele é aumentada”, garante a gerente de produto Daniela Antunes.
Nos laboratórios das universidades, como da USP, pesquisadores tentam achar soluções para nosso conforto diário. Logo a vida pode ficar bem mais fácil com a ajuda do professor Henrique Toma. Que tal uma camisa com tecido que não suja?
“Quando coloco massa de tomate sobre o tecido, a nanotecnologia permite que o tecido seja limpo só com água. Duas batidinhas e está seco”, mostra Henrique Toma, do laboratório de nanotecnologia da USP.
E quem não quer ser recordista na hora de economizar? Desperdiçar alimentos nunca mais. Em um pote de plástico o alimento pode ficar por quase um ano sem estragar.
“Partículas de prata, quando incorporadas, por exemplo, em todo o plástico torna os utensílios antibacterianos”, explica Henrique Toma.
Na medicina, menos pode significar mais. A promessa da medicina do futuro? Mais eficiência, menos efeito colateral. Um colírio que está sendo desenvolvido na USP quer acabar com o incômodo de quem tem problemas oftalmológicos. Não será necessário aplicar o remédio três, quatro vezes por dia. Para ter o mesmo resultado, uma vez por semana será suficiente. A experiência está em fase de teste.
“Ele consegue de fato ser absorvido. Ser absorvido é a coisa fundamental”, diz a professora de farmácia da USP Terezinha Andreoli.
Outro medicamento: um xarope deverá diminuir os efeitos colaterais dos tratamentos de câncer.
A tecnologia também pode ser muito útil na prevenção. Um crachá indica quando a exposição à radiação solar já colocou em risco a saúde.
“As nanopartículas sensoriais mudam de cor em função do tempo de exposição ao ultravioleta. Olhando pela gradação de cores podemos saber o tempo e a dose de ultravioleta que foi absorvida”, aponta Henrique Toma.
Você usaria?
“Acho que não usaria esse crachá. Não seria uma boa idéia, ainda prefiro o protetor solar. É mais seguro”, opina uma jovem.
O crachá poderá ser usado por pessoas que precisam trabalhar o dia inteiro expostas ao sol, como carteiros, lixeiros, motoristas. As nanopartículas também podem ser adicionadas ao tecido de roupas, que mudariam de cor com a exposição ao sol. Ninguém precisa se preocupar em pendurar o crachá no biquíni ou na sunga.

Em mais um golpe à biodiversidade brasileira, algodão da Bayer é aprovado

Brasília (DF), Brasil — Variedade resistente ao glufosinato é liberada apesar das evidências científicas de que é uma ameaça à saúde e ao meio ambiente.

Más notícias para a biodiversidade brasileira. A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou nesta quinta-feira, em Brasília, mais uma variedade transgênica de algodão no Brasil. Depois de liberar em 2005 o algodão Bt da Monsanto, agora a Comissão deu a permissão para o plantio e comercialização do algodão Liberty Link, da Bayer CropScience. Trata-se de uma variedade que é resistente ao glufosinato, herbicida que tem um histórico polêmico de contaminação do solo e com potenciais riscos à saúde humana. A aprovação do algodão transgênico da Bayer contou com 18 votos de integrantes da CTNBio - três votaram contra e houve duas abstenções. Ao explicar seu voto contrário à liberação, Paulo Kageyama, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), de Piracicaba (SP) e representante do Ministério do Meio Ambiente na CTNBio, afirmou que o algodão transgênico da Bayer é uma grande ameaça a espécies e variedades silvestres em todos os seis biomas brasileiros."Ou seja, estamos colocando em risco toda a agrobiodiversidade do país, especialmente no semi-árido, área rica em variedades silvestres de algodão", afirma Gabriela Vuolo, coordenadora da campanha de Engenharia Genética do Greenpeace Brasil. Paulo Barroso, especialista do Embrapa na área vegetal e representante do Ministério da Ciência e Tecnologia, votou a favor do algodão transgênico alegando ter levado em conta "estudos independentes além dos apresentados pela empresa". Curiosamente, ignorou em sua pesquisa um dos mais significativos, o da European Food Safety Authority (EFSA), que aponta inúmeras evidências científicas dos riscos à saúde humana e ao meio ambiente relacionados ao uso de herbicidas à base de glufosinato. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão ligado ao Ministério da Saúde, já alertou para os riscos do glufosinato para a saúde humana quando a CTNBio aprovou o milho transgênico da Bayer (maio de 2007) que usa o mesmo princípio ativo do algodão agora liberado. Segundo a Agência, o herbicida não é seguro para gestantes, lactantes e bebês recém-nascidos. Como tanto o milho como o algodão da Bayer são resistentes ao glufosinato, há o risco de grande aumento no uso desse herbicida e, com isso, aparecimento de erva daninhas resistentes, além do aumento de resíduo do veneno na comida - o óleo de algodão é usado em diversos produtos industrializados.

George Orwell, o 'blogger' póstumo

A iniciativa parte da Orwell Prize, fundação que organiza o prêmio para escrita política com o nome do escritor.
A fundação disponibiliza no blog a sua “escrita mais pessoal”, a que está nos seus diários, e que pode ser vista diariamente no blog orwelldiaries.wordpress.com
George Orwell é autor do famoso livro "1984".
Vale a visita.

Fonte:http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1340583

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Vinícius de Moraes

-Mesmo que as pessoas mudem e suas vidas se reorganizem, os amigos devem ser amigos para sempre, mesmo que não tenham nada em comum, somente compartilhar as mesmas recordações.

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-Amigo não se faz.
-Amigo se reconhece!
VINÍCIUS DE MORAES

Cachorra salva bebê abandonado

Um bebê recém-nascido abandonado no inverno pela sua mãe de 14 anos de idade foi encontrado em segurança em uma casinha de cachorros ,com uma cachorra e sua ninhada de filhotes, próximo à cidade de La Plata, na Argentina.

O agricultor Fabio Anze foi alertado pelo choro do bebê e encontrou a menina nua na última quinta-feira, que foi mantida aquecida pela sua cachorra vira-latas China e seus seis filhotes, também recém-nascidos, disse o jornal La Nación. A temperatura estava 3oC. Fabio chamou a polícia e o bebê foi levado para o hospital.
“Ela o considerou como um filhote e o resgatou”, disse Daniel Salcedo, o chefe de polícia da Província de Buenos Aires. “Os médicos disseram que se ela não tivesse feito isso, ela teria morrido. A cachorra é uma heroína.”
Egidio Melia, diretor do hospital Melchor Romero disse a repórteres que a bebê tinha poucas horas de vida quando foi encontrada e estava com boa saúde apesar de ter alguns ferimentos, arranhões superficiais e estar com um sangramento na boca.
As temperaturas noturnas são baixas, apesar de não serem congelantes, no inverno argentino, na área rural de La Plata, a 65 km de Buenos Aires.
A polícia disse que encontraram a menina de 14 anos que deu luz ao bebê ao relento, durante a noite. Não estava claro se ela deixou o bebê na casinha dos cachorros ou se a cachorra encontrou o bebê e o carregou junto a seus filhotes.
Na manhã seguinte a mãe da bebê foi levada por um vizinho até o hospital e disseram apra ela que a criança era dela. A adolescente recebeu tratamento psicológico imediado e foi hospitalizada. Ela não quis fazer muito sobre o ocorrido.

Fonte:http://hypescience.com/cachorra-salva-bebe-abandonado/

*Mais uma vez os animais dão "uma lição" no ser humano!

FOTO

Onde está a educação?

Fonte:http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowFotos.action?destaque.idGuidSelect=1C49C71097234CF491DCBA9A20FB5849

Você pode enxergar o som, dizem cientistas

Existem alguns malucos neste mundo, mas eu não lembro de tê-los conseguido enxergar nenhuma vez. Em uma reviravolta da neurociência uma nova pesquisa sugere que o sistema visual humano processa sons que nos ajudam a ver.
A nova regra: O cérebro pode, se necessário, usar o som diretamente para enxergar e a luz para ouvir.

Macaco ouve, macaco vê

Pesquisadores treinaram macacos para localizar uma luz que era emitida em uma tela. Quando ela era bem intensa, os macacos a encontravam com facilidade; quando era fraca, demorava um longo tempo. Mas se a luz fraca fizesse um breve som, os macacos a encontravam imediatamente – tão rápido, na realidade, que não poderia ser explicado pelas velhas teorias.
Gravações de 49 neurônios responsáveis pelos primeiros estágios do processamento visual mostraram uma ativação que espelhava o comportamento. Porém, quando o som era tocado, os neurônios reagiam como se houvesse uma luz mais forte, a uma velocidade que só poderia ser explicada por uma conexão direta entre as regiões no cérebro responsáveis pela audição e visão, disse Ye Wang, pesquisador da Universidade do Texas em Houston, nos EUA.
O estudo apresenta a primeira evidência de que uma célula sensorial pode processar uma sensação alternativa, disse o pesquisador principal Pascal Barone, da Université Paul Sabatier em Toulouse, na França.

Transmissão de emergência

A descoberta possivelmente explica as reações tremendamente rápidas da maioria dos animais, incluindo humanos, para estímulos que ativam múltiplos sentidos como o rugido do tigre ou um ônibus buzinando.
A visão é fraca especialmente nos cantos do campo visual e os ouvidos melhoram esta falha e estimulando o sistema visual, disse Pascal.
O benefício é, segundo Ye, a precisão parcial do sistema visual quando ainda é imaturo, algo que as regiões mais importantes do cérebro falsificam em favor de uma priorização de nossa observação central. Ao enviar sons diretamente ao nosso processador de imagens, o sistema auditivo pode evitar brincar de telefone com informações que dependem de alta velocidade.

Poder sensorial extra

A descoberta possivelmente não tem relação com a rara sinestesia, uma condição bizarra que poucas pessoas experimentam como ouvir e degustar cores e vice-versa. Neste caso as sensações mais complicadas se combinam em estágios posteriores do processamento cerebral. Só a menção de uma cor, uma letra ou uma forma pode automaticamente iniciar a percepção de certa nota.
O que mais estimula Pascal sobre as novas descobertas é a “plasticidade cortical” potencial nas áreas sensoriais.
Por exemplo, os cegos, por definição, não usam o sistema visual para ver. Mas eles podem, esta pesquisa sugere, usá-lo para ouvir. Isto pode explicar porque os cegos desenvolvem uma audição avançada e, de maneira similar, porque os surdos possuem visão superior, segundo Pascal.
O sistema visual primário também é diretamente ativado pelo tato, nos ajudando talvez a matar o mosquito antes que nos pique.
O estudo foi publicado na semana passada na revista científica BMC Neuroscience.

Fonte:http://hypescience.com/ver-sons-ouvir-cores/

Pesquisadores avaliam capacidade anti-sísmica de monumentos gregos

Especialistas gregos e japoneses estudarão durante três anos a capacidade anti-sísmica da construção do templo do Partenon na Acrópole de Atenas (Grécia), erguido há mais de 2.500 anos, para contribuir com a preservação de monumentos.
Trata-se de um projeto do Ministério de Cultura grego e da Universidade Politécnica de Atenas que terá início em novembro e pretende garantir a estabilidade dos monumentos antigos após séculos de desgaste.
Costas Zabas, pesquisador do Partenon, explicou à Agência Efe que após 25 anos de estudos do monumento chegou à conclusão que sua estabilidade se deve "à técnica utilizada pelos trabalhadores na hora de colocar os pedaços de mármore e à forma de unir as peças das colunas, que leva à absorção de energia".
Por sua vez, a diretora do serviço de restauração dos monumentos da Acrópole de Atenas, Maria Ioanidu, disse que, para os japoneses que participarão do projeto, existem elementos comuns entre as construções antigas gregas e japonesas e, por isso, eles se interessam em estudar os métodos anti-sísmicos no Partenon.
"O Partenon representa a arquitetura da época e sua qualidade é ótima, está construído sobre boas bases e com um conhecimento da conduta dos materiais de construção como o mármore e o chumbo", afirmou Ioanidu.
O acadêmico japonês que participa da pesquisa Tosikasou Janasatou, em declarações ao jornal italiano "La Repubblica", afirmou que não tem "dúvida de que o templo da Antigüidade ateniense contém o segredo da melhor técnica de construção arquitetônica contra terremotos".
"Queremos ajudar os monumentos da Antigüidade a permanecerem de pé e estamos estudando os métodos utilizados pelos antepassados para aplicá-los nos trabalhos de reparação", declarou Ioanidu.
Ele disse também que a Grécia estuda há muitos anos as qualidades anti-sísmicas do templo do Partenon e que essa informação foi utilizada para a restauração do templo, em desenvolvimento desde 1979.
Ioanidu contou que 80% das intervenções no templo foram feitas em setores que foram recuperados no passado com métodos e materiais errados.
Segundo a restauradora, "ainda não se chegou a uma conclusão final sobre as técnicas que permitiram a estabilidade do templo contra os terremotos", mas, ao que tudo indica, se deve "à qualidade do mármore pentélico e ao método de colocar juntos os pedaços para construir as colunas".
Ela acrescentou que essa técnica é de grande importância para o trabalho que os professores contratados pelo Ministério realizam para restaurar os monumentos da Acrópole.

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL733538-6174,00-PESQUISADORES+AVALIAM+CAPACIDADE+ANTISISMICA+DE+MONUMENTOS+GREGOS.html