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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Televisão reduz desenvolvimento cerebral e habilidades linguísticas nas crianças

Em novo estudo, crianças e seus adultos responsáveis pronunciaram menos vocalizações, usaram menos palavras e conversaram menos na presença de televisão audível. A estudo baseado em população é a primeira deste tipo completada no ambiente familiar, guiada pelo pesquisador Dimitri A. Christakis, médico, diretor do Centro para Saúde Infantil, Comportamento e Desenvolvimento no Insituto de Pesquisa Infantil de Seattle e professor de pediatria na Escola de medicina da Universidade de Washington.

Christakis diz já saber previamente que a exposição à televisão na infância é associada com atrasos na linguagem, problemas de atenção, mas por enquanto não parece claro o porquê. Esse estudo é o primeiro a demonstrar que quando a televisão está ligada, há uma redução do discurso em casa. Bebês vocalizam menos e as pessoas responsáveis por eles conversam com eles menos frequentemente.

TV deixa pessoas infelizes

O estudo analisou bebês de dois a quatro anos e um total de 329 crianças foram estudadas. As crianças usaram dois gravadores digitais em dias aleatórios mensamente durante dois anos. As crianças usavam um colete projetado especialmente, com um bolso que levava os gravadores a uma distância específica da boca e capturava tudo o que a criança falava e ouvia durante períodos contínuos de 12 a 16 horas. Os gravadores foram removidos somente para dormir, tomar banho e andar de carro. Um programa identificador de discurso processou os arquivos gravados para analisar os sons a que as crianças estavam expostas no ambiente, assim como os sons que eles emitiam.

Os modos de medida do estudo incluíam contagem das palavras dos adultos, vocalizações das crianças e suas conversações, definidas como interações verbais (quando uma crianças vocaliza e um adulto responde vocalmente ou vice versa) dentro de cinco segundos. O estudo descobriu que cada hora de televisão audível estava associada com uma redução significativa na vocalização da criança, além de sua duração e as conversações. Na média, cada hora adicional de exposição à TV também estava associada com uma diminuição de 770 palavras que as crianças ouviam de um adulto durante a sessão de gravação. Isso representa um decréscimo de 7% das palavras, em média.

Houve significativas reduções em ambas as contagens de palavras de adultos do sexo masculino e feminino. De 500 a 1000 palavras a menos de adultos por hora de televisão audível.

TV faz mal aos pequeninos

Adultos falam tipicamente 941 palavras por hora. O estudo descobriu que as palavras dos adultos são quase totalmente eliminadas quando a televisão está audível para a criança. Esses resultados podem explicar a associação entre a exposição de bebês à televisão e o atraso no desenvolvimento da linguagem. Isso também pode explicar atrasos cognitivos e de atenção, já que o desenvolvimento da linguagem é um componente crítico do desenvolvimento do cérebro na infância.

Fonte:http://hypescience.com/televisao-reduz-desenvolvimento-cerebral-e-habilidades-linguisticas-nas-criancas/

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O primeiro creme facial que realmente reduz as rugas

Sete de dez pessoas, que usaram o creme por um ano, tiveram uma melhora significativa em suas peles. Não apenas seus rostos apresentaram menos rugas como as rugas ficaram mais finas.

7 Simples conselhos para evitar as rugas
A empresa fabricante (Boots Protect and Perfect) prevê que suas vendas irão aumentar incrivelmente – da mesma forma que as vendas de um produto similar aumentaram quando a BBC divulgou um documentário que mostrava, de forma microscópica, como o creme funcionava.
Quando o programa terminou, subitamente todas as lojas venderam seus estoques. E, após alguns dias, quando os comerciantes receberam uma nova remessa, as lojas abriram às cinco da manhã e a demanda era tão alta que os consumidores podiam levar apenas um pote, cada.

Anti-rugas: Resurfacing com laser realmente funciona
O novo estudo testou uma versão melhorada do creme, chamada Protect and Perfect Intense Beauty Serum. Ela estará disponíveis em lojas do Reino Unido ainda essa semana, custando quase R$ 60.
Os pesquisadores constataram que os usuários do creme tinham a pele com 43% a menos de rugas do que os outros voluntários da pesquisa do grupo de controle, que usaram um hidratante placebo.
Fonte:http://hypescience.com/o-primeiro-creme-facial-que-realmente-reduz-as-rugas/

sábado, 7 de março de 2009

Acreditar em Deus reduz ansiedade e estresse, diz estudo


Voluntários mostraram diferentes atividades cerebrais diantes de testes.

Acreditar em Deus pode ajudar a acabar com a ansiedade e reduzir o estresse, segundo um estudo da Universidade de Toronto, no Canadá.

A pesquisa, publicada na revista Pyschological Science, envolveu a comparação das reações cerebrais em pessoas de diferentes religiões e em ateus, quando submetidos a uma série de testes.
Segundo os cientistas, quanto mais fé os voluntários tinham, mais tranquilos eles se mostravam diante das tarefas, mesmo quando cometiam erros.
Os pesquisadores afirmam que os participantes que obtiveram melhor resultado nos testes não eram fundamentalistas, mas acreditavam que "Deus deu sentido a suas vidas".
Atividade cerebral
Comparados com os ateus, eles mostraram menos atividade no chamado córtex cingulado anterior, a área do cérebro que ajuda a modificar o comportamento ao sinalizar quando são necessários mais atenção e controle, geralmente como resultado de algum acontecimento que produz ansiedade, como cometer um erro.
"Esta parte do cérebro é como um alarme que toca quando uma pessoa comete um erro ou se sente insegura", disse Michael Inzlicht, professor de psicologia e coordenador da pesquisa. "Os voluntários religiosos ou que simplesmente acreditavam em Deus mostraram muito menos atividade nesta região. Eles são muito menos ansiosos e se sentem menos estressados quando cometem um erro."
O cientista, no entanto, lembra que a ansiedade é "uma faca de dois gumes", necessária e útil em algumas situações.
"Claro que a ansiedade pode ser negativa, porque se você sofre repetidamente com o problema, pode ficar paralisado pelo medo", explicou. "Mas ela tem uma função muito útil, que é nos avisar quando estamos fazendo algo errado. Se você não se sentir ansioso com um erro, que ímpeto vai ter para mudar ou melhorar para não voltar a repetir o mesmo erro?".
Os voluntários religiosos eram cristãos, muçulmanos, hinduístas ou budistas.
Grupos ateus argumentaram que o estudo não prova que Deus existe, apenas mostra que ter uma crença é benéfico.

Fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/03/090306_deuspesquisaml.shtml