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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Ovelha dá à luz cordeiros gêmeos de cores diferentes na Austrália

Os cordeiros gêmeos australianos 'Sal' e 'Pimenta'. (Foto: BBC)



Uma ovelha deu à luz cordeiros gêmeos de cores diferentes, um com pelagem branca e o outro com pelagem negra, na Austrália.
Segundo o professor da faculdade de veterinária da Universidade de Sydney Francis Sabbe, o fato é extremamente raro. "Foi a primeira vez que vi algo assim", disse Sabbe à BBC Brasil.


A dupla de cordeiros, apelidados pelos seus donos de "Sal" e "Pimenta", surpreendeu os fazendeiros Jan e Brian Cowan. "Sabíamos que seriam gêmeos, mas não que era possível virem com essa combinação", disse Jan à BBC Brasil.
"Sal" e "Pimenta" nasceram de uma ovelha branca da raça Border Leicester e de um carneiro de face e peito negros da raça Suffolk em uma fazenda em Manning Valley, no Estado de Nova Gales do Sul.
Segundo o veterinário dos cordeirinhos, Bec Muir, mesmo sendo um evento raro, o carneiro de pêlo negro poderia daqui a uns meses mudar de cor. No entanto ele explicou que, como o animal tem o focinho e as patas também negros, deve permanecer na cor que nasceu. Os fazendeiros disseram que os animais são inseparáveis. "Nós os mantemos dentro de um redil próximo a casa para protegê-los das raposas", disse Jan, que disse que o futuro dos cordeiros será ajudar na fábrica de queijos que começou a construir. "Quanto mais filhotes, mais leite."



Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1207153-5603,00.html

quinta-feira, 18 de junho de 2009

To com saudade, pô. Tô de dá dó.

Ná Ozzetti - Lud


Para os meus amigos mineiros de Vila Madá, a música do mineiríssimo Flávio Henrique, na bela voz de Ná Ozzetti.

Leitor, quando a música chegar aos 02:36', atente para a hábito mineiro de pronunciar as palavras.

Por que fiz este post?
Uai, amo sotaques sô!

sexta-feira, 13 de março de 2009

CEO da Apple dá lição de como ser feliz

Steve Jobs, o CEO da Apple and Pixar Annimation, fez um discurso na cerimonia de fim de curso de uma universidade, onde contou tres histórias:

1. A mãe biológica deu-o para adoção, mas exigiu que o casal tivesse formação universitária. Quando soube que não tinham, recusou-se a assinar os papéis. Relutante, concordou quando prometeram que o enviariam para a universidade. Só que o próprio Steve abandonou a faculdade porque não suportava que os pais gastassem as suas poupanças nas propinas. Passou, então, a frequentar só as aulas que lhe interessavam, e Caligrafia foi uma delas. Não lhe serviu para nada, até ao dia em que, na garagem, concebeu com o Woz o primeiro Machintosh. «Se não tivesse feito Caligrafia, o Mac não teria a opção de todos aqueles tipos de letra fantásticos, e como o Windows é uma cópia do Mac, provavelmente os computadores nunca teriam essa vertente», diz. Moral: «não se podem juntar os pontinhos (do cenário), olhando para o futuro, só para o passado. Por isso é preciso acreditar e seguir a intuição.»

2. Do Mac caseiro à empresa com 4 mil empregados foi um salto. Mas anos depois foi despedido, devido a um desentendimento com os sócios. Sentiu que tinha perdido o chão, até que percebeu que «fui rejeitado mas continuava apaixonado». E começou tudo do princípio. O novo surto de criatividade resultou na Next e na Pixar. Moral: não «assentem» até encontrarem a vossa paixão.

3. A morte é a maior invenção da vida, o agente de mudança, que cria espaço para o novo, explica. «Quando sabemos que vamos morrer, percebemos que não temos nada a perder.» Por isso, ordena: «Nunca vivas a vida dos outros, segue a voz interior que ela sabe melhor do que tu aquilo em que te queres tornar.»

Fonte:http://www.destak.pt/artigos.php?art=23904

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Dá para criar um Big Bang?


O ATLAS
O maior dos quatro (quatro??? o0) detectores de partículas do LHC é um gigante de 7.000 toneladas, 46 metros de comprimento e 25 metros de altura


Como uma máquina européia de 27 quilômetros e R$ 10 bilhões vai investigar as origens do Universo


No princípio, era o nada. aí, 13,7 bilhões de anos atrás, o nada explodiu. E virou tudo – as galáxias, as estrelas, os planetas e até uma civilização capaz de construir uma máquina estranha chamada Large Hadron Collider (grande colisor de hádrons), ou LHC, enterrada na fronteira da Suíça com a França. Essa máquina, tem a ambição de recriar, em escala reduzida, as condições do Big Bang, aquela explosão que deu origem a tudo. Assim, 5 mil pesquisadores de 500 instituições em 50 países poderão estudar como se formou o Universo.
A experiência é tão poderosa que alguns estudiosos temem que ela produza um miniburaco negro, capaz de engolir a Terra e o Sistema Solar numa fração de segundo. Buracos negros são o resultado do colapso de estrelas gigantes. Sua massa é tão grande e concentrada que eles funcionam como ralos cósmicos, atraindo tudo a seu redor, até mesmo a luz. Eles poderiam surgir dentro do LHC por causa das condições de temperatura e pressão descomunais, de acordo com uma teoria publicada pelo físico inglês Stephen Hawking em 1974. “Existe a possibilidade da criação de um buraco negro no LHC”, diz Ignacio Bediaga, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, no Rio de Janeiro, um dos 50 brasileiros que participam do projeto. “Mas ela é muito remota. Caso se confirme, o buraco negro será tão pequeno que se evaporará num instante.”
Segundo Jun Takahashi, da Unicamp, “essa história acontece toda vez que um novo acelerador entra em operação”. Takahashi também trabalha no acelerador RHIC (Relativistic Heavy Ion Collider), em Long Island, nos Estados Unidos. Em 2000, quando o RHIC estava para ser ligado, houve o mesmo temor. “O RHIC foi inaugurado, e nós continuamos vivos, não é?”, diz Takahashi.
Há quem tema outro tipo de buraco negro: o que faz desaparecer dinheiro. O LHC custa 4 bilhões de euros (R$ 10 bilhões). O projeto é bancado pela Organização Européia para a Pesquisa Nuclear (Cern), com sede em Genebra, na Suíça. Para os europeus, pode valer a pena. Depois de sete décadas de predomínio americano nas pesquisas nucleares, eles têm agora um acelerador de partículas sete vezes mais potente que o Fermilab, perto de Chicago, o maior dos EUA. Os aceleradores de partículas são demolidores de átomos. Quanto maior sua potência, mais fragmentos são produzidos – e mais observações de partículas subatômicas podem ser feitas. Dessas observações costumam sair muitos prêmios Nobel.
O LHC foi construído entre 50 e 150 metros de profundidade num túnel de 27 quilômetros de circunferência e 3,8 metros de diâmetro. O acelerador é subterrâneo por questões de segurança, pois vai gerar quantidades perigosas de radiação. Quando for ligado, o LHC vai consumir energia suficiente para abastecer os 200 mil habitantes da vizinha Genebra. Em seu interior, circularão jatos de prótons, partículas que ao lado dos nêutrons formam o núcleo dos átomos. Dois feixes de prótons serão acelerados em direções contrárias por meio de 1.640 ímãs. Para facilitar a “corrida” dos prótons, os ímãs são mantidos a uma temperatura de 271,25 graus negativos, mais frio que no espaço. Isso torna o LHC um dos lugares mais gelados do Universo, resfriado por causa de 12 milhões de litros de nitrogênio líquido – o equivalente a cinco piscinas olímpicas.
Dentro do túnel existe um vácuo artificial necessário para acelerar os prótons até 99,9999991% da velocidade da luz (300.000 quilômetros por segundo), quando darão 11.254 voltas por segundo. Zunindo em sentidos contrários, os jatos de 100 bilhões de prótons acumularão energias tremendas. Então serão jogados um contra o outro. A batida gerará uma temperatura 100 mil vezes superior à do Sol – semelhante à do Big Bang.

Os prótons vão se estilhaçar, liberando partículas subatômicas. A maioria delas é velha conhecida dos físicos – mas espera-se que algumas sejam novas, como o bóson de Higgs, o Santo Graal que se sonha encontrar com o LHC. Das 34 partículas previstas pela teoria quântica (o conjunto de leis que explica o universo subatômico), o bóson de Higgs é a única que ainda não foi observada. Sua existência foi prevista em 1964 pelo físico inglês Peter Higgs. O bóson que leva seu nome explicaria como as partículas adquirem massa. Por isso, ele é conhecido como a “partícula de Deus”: sem ele, a matéria não existiria.
“O bóson de Higgs seria mais uma peça que se encaixa no modelo”, diz Sérgio Novaes, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), outro participante do projeto. “Eu sou um pouco mais ambicioso. Espero que algo dê errado. Conto com o inesperado.” A surpresa nas experiências obrigaria os físicos a procurar novas teorias. Mesmo as teorias já existentes garantem bastante trabalho aos cientistas. Entre os vários objetivos do LHC está detectar o gráviton, partícula responsável pela gravidade, a força que nos prende à Terra e que a faz orbitar o Sol.
Para estudar as colisões, o LHC conta com quatro detectores de partículas de milhares de toneladas colocados ao longo do túnel: o Alice, o Atlas, o CMS e o LHCb. A cada segundo, ocorrerão 40 milhões de colisões, produzindo 1,5 megabyte de dados. Como a máquina vai trabalhar 24 horas por dia, ela necessita de uma infra-estrutura suficiente para processar essa quantidade colossal de dados. Daí veio a Grid, uma rede mundial de computação distribuída entre dezenas de milhares de servidores (também chamada de computação em nuvem). Seu núcleo são 50 mil computadores em Genebra, onde os dados são coletados e distribuídos para 90 grids menores. “Em cinco anos, será produzido 1 hexabyte de dados. Se fossem armazenados em discos, esses dados preencheriam 1,4 bilhão de CDs, uma pilha de 1.850 quilômetros de altura, o equivalente a 4.700 Pães de Açúcar”, diz Novaes, coordenador da grid da Unesp, uma das duas da América Latina. A outra é da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).
Se existem recursos para redes de computadores por aqui, os brasileiros se queixam da falta de dinheiro para trabalhar no Cern. “É ridículo”, diz Alberto Santoro, do Instituto de Física da Uerj. “Meu grupo recebeu a primeira parcela de US$ 70 mil da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) em setembro de 2006. A segunda parcela ainda não saiu.” Está previsto US$ 1 milhão para os brasileiros do LHC, dinheiro para pagar transporte, estadia, alimentação e material de escritório. “Essa instabilidade gera mil problemas. O tempo todo o pessoal lá no Cern pergunta: ‘Cadê a verba?’.” De acordo com Santoro, “o Brasil não tem história nem mecanismos para participar de cooperações internacionais. O LHC é a maior empreitada da física. Seria inconcebível a gente ficar de fora”.

Fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI3466-15224,00.html

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Nicole Kidman dá à luz a uma menina

A atriz australiana Nicole Kidman deu à luz uma menina chamada Sunday Rose em Nashville, Estados Unidos, na manhã desta segunda-feira. A criança, filha da atriz com o cantor americano Keith Urban, nasceu com 2,9kg.Esta é a primeira filha biológica da atriz, que já tinha adotado dois filhos - Connor, 13 anos e Isabella, 15 - quando era casada com o ator Tom Cruise. Cruise se casou novamente com a atriz Katie Holmes, com quem teve uma filha, Suri, em Abril de 2006.
Kidman, 41 anos, ganhou o Oscar de melhor atriz em 2003 pelo filme As Horas. Austrália é o próximo filme a ser lançado.
No longa, ela volta a trabalhar com o diretor de Moulin Rouge, Baz Luhrmann.

Fonte:http://www.jornallivre.com.br/noticia/?nr_pg_atual=2&id=93430