O travesti André Luiz Ribeiro Albertini, mais conhecido como Andréa Albertini, morreu na madrugada desta quinta-feira na cidade de Mauá, que fica na Grande São Paulo.
O Hospital de Clínicas Doutor Radamés Nardini, que atendeu o paciente, não divulgou a causa de sua morte, informando apenas que André morreu às 5h desta quinta-feira.
Já o Cemitério Santa Lídia informou que o corpo de André Albertini será velado durante toda a madrugada. O enterro está marcado para começar às 10h desta sexta-feira.
André Albertini ficou famoso pelo incidente ocorrido em abril do ano passado, no Rio de Janeiro, quando ele e mais dois travestis acusaram Ronaldo de não pagar o programa, algo que foi veemente negado pelo jogador na ocasião.
Augusto Boal nasceu no subúrbio da Penha, Rio de Janeiro.Filho do padeiro português José Augusto Boal e da dona de casa Albertina Pinto, desde os nove anos dirigia peças familiares, com seus três irmãos. Aos 18 anos vai estudar Engenharia Química na antiga Universidade do Brasil, atual UFRL, e paralelamente escrevia textos teatrais. Na década de 1950 enquanto realizava estudos em nível de Ph.D em Engenharia Química, na Columbia University, em Nova York, estuda dramaturgia na School of Dramatics Arts, também na Columbia, com John Gassaner, professor de Tenessee Willians e Arthur Miller. Na mesma época, assistia às montagens do Actor's Studio. Augusto Pinto Boal (Rio de Janeiro, 16 de março de 1931 - Rio de Janeiro, 2 de Maio de 2009) foi diretor de teatro, dramaturgo e ensaísta brasileiro, uma das grandes figuras do teatro contemporâneo internacional. Fundador do Teatro do Oprimido, que alia o teatro à ação social, suas técnicas e práticas difundiram-se pelo mundo, notadamente nas três últimas décadas do século XX, sendo largamente empregadas não só por aqueles que entendem o teatro como instrumento de emancipação política mas também nas áreas de educação, saúde mental e no sistema prisional.
Nas palavras de Boal: "O Teatro do Oprimido é o teatro no sentido mais arcaico do termo. Todos os seres humanos são atores - porque atuam - e espectadores - porque observam. Somos todos "espect-atores" . O dramaturgo é conhecido não só por sua participação no Teatro de Arena da cidade de São Paulo (1956 a 1970), mas sobretudo por suas teses do Teatro do oprimido, inspiradas nas propostas do educador Paulo Freire. Tem uma obra escrita expressiva, traduzida em mais de vinte línguas, e suas concepções são estudados nas principais escolas de teatro do mundo. O livro Teatro do oprimido e outras poéticas políticas trata de um sistema de exercícios ("monólogos corporais"), jogos (diálogos corporais) e técnicas de teatro-imagem, que, segundo o autor, podem ser utilizadas não só por atores mas por todas as pessoas. O Teatro do oprimido tem centros de difusão nos Estados Unidos, na França e no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, Santo André e Londrina.
Musicais A partir de Opinião, Boal inicia o ciclo de musicais no Arena, com Gianfracesco Guarnieri e Edu Lobo, apresentando Arena Conta Zumbi (1965), primeiro experimento com o "sistema curinga" onde oito atores se revezam, fazendo todas as personagens. O sucesso de público abre caminho para Arena Conta Bahia, com direção musical de Gilberto Gil e Caetano Veloso, e Maria Betânia e Tom Zé no elenco. Em seguida, é encenado Tempo de Guerra, no Oficina, com texto de Boal e Guarnieri, poemas de Brecht e vozes de Gil, Maria da Graça (Gal Costa), Tom Zé e Maria Bethânia, sob a direção de Boal. No ano seguinte, é a vez do espetáculo Arena Conta Tiradentes, centrado em outro movimento histórico de luta nacional - a Inconfidência Mineira. Também uma aplicação do sistema curinga, a peça não propõe retratar os fatos de forma ortodoxa e cronológica, mas criar conexões com fatos, tipos e personagens que se referem constantemente ao período pré e pós-1964. A Primeira Feira Paulista de Opinião, concebida e encenada por Boal no Teatro Ruth Escobar, é uma reunião de textos curtos de vários autores - um depoimento teatral sobre o Brasil de 1968. Estão presentes textos de Lauro César Muniz, Bráulio Pedroso, Gianfrancesco Guarnieri, Jorge Andrade, Plínio Marcos e do próprio Boal. O diretor apresenta o espetáculo na íntegra, ignorando os mais de 70 cortes estabelecidos pela censura, incitando a desobediência civil e lutando arduamente pela permanência da peça em cartaz, depois de sua proibição.
Homenagem Uma das canções de Chico Buarque é uma carta em forma de música - uma carta musicada que ele fez em homenagem a Boal, que vivia no exílio em Lisboa, quando o Brasil estava sob a ditadura militar. A canção Meu Caro Amigo, dirigida a ele, foi gravada originalmente no disco Meus Caros Amigos 1976.
Augusto Boal morreu por volta das 2h40' do dia 2 de Maio de 2009 aos 78 anos, no Centro de Tratamento Intensivo do Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, por insuficiência respiratória. Boal sofria de leucemia.
Um blogueiro iraniano acusado de insultar lideres religiosos do país morreu de overdose na quarta-feira na prisão de Evin, em Teerã. revelou a Campanha Internacional pelos Direitos Humanos no Irã. Omidreza Mirsayafi, de 29 anos, sofria de depressão e cumpria uma sentença de dois anos e meio proferida em fevereiro, após ter postado comentários em seu blog sobre figuras como o líder supremo iraniano, Aiatolá Ali Khameini, e o finado Aiatolá Ruhollah Khomeini. O grupo dos direitos humanos exige que os funcionários da prisão sejam processados pela morte de Mirsayafi. A overdose do iraniano, que já havia tentado suicídio, envolveu tranqüilizantes prescritos pelos próprios médicos da prisão. A morte do blogueiro segue outro caso semelhante ocorrido há duas semanas. No último dia 6, Amir Hossein Heshmatsaran, fundador do grupo oposicionista iraniano Fronte da Unidade Nacional, morreu de derrame na cadeia. Familiares da vítima acusaram os funcionários do estabelecimento de negligência. "Líderes iranianos têm relegado a administração do sistema penitenciário a um grupo de funcionários incompetentes e cruéis, que estão demonstrando sua absoluta indiferença em relação à vida humana", disse Hadi Ghaemi, da campanha protetora dos direitos humanos no país. "Se as autoridades não se mexerem rapidamente para deter os oficiais negligentes responsáveis pelo caso, elas estão reforçando a impunidade e a falta de responsabilidade".
Alcides de Souza Amaral, 72 anos, jornalista de formação e ex-presidente do Citibank S/A e da Associação Brasileira de Bancos Internacionais (Abbi), morreu hoje em São Paulo. Segundo informações da Polícia Civil, o executivo se jogou do prédio onde morava no Itaim. No boletim de ocorrência, a esposa de Alcides declarou que viu seu marido se posicionar para fora da janela do apartamento e que tentou segurá-lo. Contudo, ele se jogou e caiu no jardim do prédio. A morte aconteceu por volta das 7 horas da manhã. Amaral também foi membro do Conselho de Administração do Bicbanco e autor do livro "Os limões de minha limonada", no qual conta sua trajetória como jornalista e executivo de bancos. Neste livro, escreveu sobre sua luta contra a depressão. Em nota oficial, o Citibank lamentou a morte do ex-executivo. "Lamentamos profundamente a perda do sr. Alcides Amaral. Ele sempre foi uma referência para todos nós do Citi e, sem dúvidas, deixará um enorme legado e muitas saudades", registra o texto.
Dupla levou até vassouradas antes de morrer. Suspeitos do crime são quatro parentes das vítimas.
Um casal malasiano apanhou de parentes até a morte em um ritual bizarro para curá-los do vício do cigarro, informaram autoridades nesta sexta-feira (3).
A filha de 15 anos de um dos quatro parentes também foi agredida e está internada em estado grave.
O porta-voz da polícia Ku Chin disse à agência oficial Bernama que o ataque ocorreu quando Mohamed Ibrahim Kader Mydin, de 47 anos, e sua mulher, Rosina Mydin Pillay, 41, visitavam sua família na quinta-feira.
Segundo a polícia, Mydin estava procurando ajuda para parar de fumar, e sua mulher sofria de asma e de dor no fígado.
Ao saber disso, um parente de 23 anos sugeriu que o casal fosse submetido a um ritual que envolvia que todos os membros da família juntassem suas forças para bater no casal e "livrá-los de seus males".
Os quatro parentes bateram as cabeças do casal em uma mesa e atacaram-nos com golpes de capacetes e vassouradas. Uma ambulância foi chamada horas depois porque eles não recuperaram consciência.
Os quatro suspeitos foram detidos. Um deles, segundo a polícia, seria integrante de um culto macabro.
A Malásia é um país predominantemente muçulmano, e as autoridades periodicamente reprimem seitas não autorizadas.
O desenhista do personagem Snoopy, Bill Melendez, morreu de causas naturais nesta terça-feira aos 91 anos no Centro de Saúde St. John em Santa Monica, no Estado americano da Califórnia. Melendez foi desenhista profissional de animações por quase sete décadas. Ele começou em 1938 nos estúdios Walt Disney Studios e trabalhou com desenhos de Mickey Mouse e clássicos animados como "Pinóquio" e "Fantasia". 02.set.08/Nick Ut/AP O desenhista também foi nos Estados Unidos a voz de Snoopy, que nunca dizia palavras inteligíveis, mas expressava sons. Melendez nasceu em 1916 em Hermosillo, no Estado mexicano de Sonora. Ele se mudou com a família para o Arizona em 1928 e depois para Los Angeles em 1930. Ele conheceu o criador de Snoopy, Charles M. Schulz, em 1959 durante uma campanha publicitária. Ambos ficaram amigos e Schulz, que já havia inventado os personagens, autorizou somente a Melendez fazer as animações da turma de Snoopy. Melendez deixa a mulher, Helen, os filhos Steven Meledenz e Rodrigo Melendez, seis netos e 11 bisnetos.