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quarta-feira, 24 de junho de 2009

É HOJE: O povo brasileiro sai às ruas contra Gilmar Mendes

Hoje, QUARTA-FEIRA, a partir das 18h, em Brasília, Belo Horizonte e São Paulo, O POVO BRASILEIRO vai às ruas para exigir o impeachment do presidente do Supremo Tribunal Federal, o Ministro Gilmar Mendes.

Brasileiros, vamos às ruas exigir Justiça!!!

O movimento "Saia às ruas", mais do que uma sequência de atos contra o atual presidente do STF Gilmar Mendes, é formado pelas idéias de um grupo que quer trazer uma nova luz ao Judiciário brasileiro. Uma iniciativa suprapartidária que toma dimensão nacional, com focos em vários lugares do país, tendo como principal objetivo exigir um Brasil mais justo de fato.

Aos que lutam contra a TIRANIA no STF e que hoje clamam por JUSTIÇA:

AGORA É A HORA!

Brasília:

Vigília Junina na Praça dos Três Poderes. Vai ter quadrilha!
Belo Horizonte
Rua Goías, 226, Centro (Presença do delegado Protógenes Queiroz em BH)

São Paulo:

Av. Paulista, 1842 (Prédio do TRF-3) Concentração na entrada do Metrô Consolação (lado par).

"Saia às Ruas!"
Por uma nova luz no Judiciário dos brasileiros

Fonte:http://saiagilmar.blogspot.com/

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Dia 24/06 - Manifestação Nacional pela Saída de Gilmar Mendes do STF

Vamos juntos fazer nesse dia manifestações por todo o país exigindo a saída de Gilmar Mendes, em defesa por uma Nova Luz no Judiciário. Uma luz que sirva para tornar a Justiça brasileira transparente, imparcial, podendo cumprir de fato o seu papel em uma sociedade democrática. Participe!
Vamos construir uma nova Justiça para o Brasil!

Para os que estão em Brasília, nosso contato é (61) 8567-9482 ou pelo e-mail saiagilmar.an@gmail.com.

Em Belo Horizonte: laurafurquim@gmail.com

Em São Paulo: saiagilmarsp@gmail.com.

Para implantar um núcleo do Movimento em seu município, pedimos apenas que entrem em contato com o comitê de Brasília – saigilmar.an@gmail.com, para nos mantermos em constante comunicação. A atuação de cada comitê (ou núcleo) é baseada na autonomia, mas para unificarmos forças pretendemos realizar Atos na mesma data.

Em tempo: Dia 24.06, próxima QUARTA, em várias cidades do Brasil ao mesmo tempo, a partir das 18h, sairemos às ruas em vigília por uma nova luz no Judiciário dos brasileiros.

Imagem e fonte:http://saiagilmar.blogspot.com/

sábado, 25 de abril de 2009

Gilmar Mendes no auge da fama

Ex-estudantes da UnB (Universidade de Brasília) fazem protesto em frente ao STF (Supremo Tribunal Federal) e ironizam o presidente da Corte, Gilmar Mendes, comparando-o ao banqueiro do Opportunity, Daniel Dantas. O motivo da manifestação foi bate-boca entre Mendes e o colega Joaquim Barbosa. O ex-presidente do STF
Fonte:http://noticias.uol.com.br/album/090424_album.jhtm?abrefoto=28

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o ministro Eros Grau foram vítimas da máfia das passagens aéreas da Câmara. É o que constatou uma comissão de sindicância da casa legislativa nesta sexta-feira (24). Conforme antecipou o Congresso em Foco, Gilmar Mendes e Eros Grau aparecem como beneficiários da cota de passagens de dois deputados. Os dois ministros, no entanto, apresentaram documentos para comprovar que não tiveram viagens pagas pela Câmara.
Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/04/24/ministros+do+stf+foram+vitimas+da+mafia+das+passagens+diz+sindicancia+5726939.html

*Foram vítimas, tadinhos. Fico consternada.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Bate boca entre Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa

Na falta de um argumento cabível: "Está encerrada a sessão."

Ofensas
Mendes, ao proclamar o resultado de um julgamento, fez críticas à visão apresentada por Barbosa sobre o caso. O ministro reagiu cobrando respeito do presidente da Corte.
"Vossa Excelência me respeite. Vossa Excelência está destruindo a Justiça deste país e vem agora dar lição de moral em mim. Saia à rua, ministro Gilmar. Faça o que eu faço", afirmou Barbosa.
Em resposta, Mendes disse que "está na rua". Barbosa, por sua vez, voltou a atacar o presidente do STF. "Vossa Excelência não está na rua, está na mídia destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro."
Irritado, Mendes também pediu "respeito" a Barbosa. "Vossa Excelência me respeite", afirmou. "Eu digo a mesma coisa", respondeu o ministro.
Barbosa chegou a afirmar que Mendes não estava falando com os seus "capangas de Mato Grosso". O ministro disse que decidiu reagir depois que Mendes tomou decisões incorretas sobre os dois processos analisados pela Corte.
"É uma intervenção normal regular. A reação brutal, como sempre, veio de Vossa Excelência. Eu simplesmente chamei a atenção da Corte para as consequências dessa decisão", afirmou Barbosa.
Mas Mendes reagiu: "Não, não. Vossa Excelência disse que faltei aos fatos. Não é verdade".
Em tom irônico, Barbosa disse que o presidente do STF agiu com a sua tradicional "gentileza" e "lhaneza". Mendes reagiu ao afirmar que Barbosa é quem deu "lição de lhaneza" ao tribunal. "Vamos encerrar a sessão", disse Mendes para acabar com o bate-boca.
A discussão ocorreu enquanto o plenário do STF analisava dois recursos apresentados ao tribunal contra leis julgadas inconstitucionais pela Corte.
Uma das ações questiona a lei que criou o Sistema de Seguridade Funcional do Paraná, em 1999. O segundo recurso questiona lei, considerada inconstitucional pelo STF, que definiu que processos contra autoridades com foro privilegiado continuam sob análise do tribunal mesmo após o réu não estar mais na vida política.

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u555015.shtml

lha.ne.zasf (lhano+eza) 1 Qualidade de lhano. 2 Afabilidade. 3 Simplicidade, naturalidade. 4 Franqueza, sinceridade, candura. Antôn: afetação, fingimento.

lhanolha.noadj (cast llano) 1 Sincero, franco, cândido. 2 Despretensioso. 3 Amável. Antôn: afetado, rebuscado.

Fonte:http://michaelis.uol.com.br/

quarta-feira, 18 de março de 2009

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Polícia Federal monitora gabinete de Gilmar Mendes no STF

A Polícia Federal monitorou o gabinete do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, a pedido do juiz federal Fausto Martin de Sanctis, da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo.
O presidente do STF foi responsável pelo habeas corpus que libertou o banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity, preso na Operação Satiagraha, da PF. E o juiz federal foi quem mandou prender novamente o banqueiro cerca de 10 horas depois que ele deixou a prisão.
Segundo o Painel, Mendes soube que estava sendo monitorado por uma desembargadora do TRF-3 (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região, em São Paulo.
A PF tem em mãos um vídeo com imagens gravadas no Supremo na qual assessores da presidência conversam com advogados de Dantas.
A prisão preventiva de Dantas foi expedida pela 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo a pedido da PF e do Ministério Público Federal com base em documentos encontrados na casa dele na terça-feira. O depoimento de Hugo Chicaroni, também preso durante a operação, reforçou o pedido de prisão.
Segundo a Procuradoria, Chicaroni detalhou no depoimento à PF os preparativos da tentativa de suborno de um delegado federal para que o nome de Dantas e de integrantes da sua família fosse retirado de um inquérito da PF sobre supostas operações ilícitas.
Segundo a denúncia, o dinheiro teria sido oferecido ao delegado federal Vitor Hugo Rodrigues Alves por dois emissários de Dantas: Chicaroni e Humberto José da Rocha Braz --também conhecido por Guga--, assessor de Dantas e ex-diretor da Brasil Telecom, empresa que pertenceu ao grupo Opportunity. A defesa do banqueiro nega a acusação.
"Para o Ministério Público Federal, no entanto, diante do resultado da operação, não havia mais o que esperar, uma vez que na casa de Chicaroni no dia em que a Operação Satiagraha foi deflagrada a Polícia Federal apreendeu R$ 1,28 milhão. Além disso, em depoimento à Polícia Federal, na presença de seu advogado, Chicaroni detalhou os preparativos da corrupção", diz a Procuradoria em nota.
Após a prisão de Dantas, o advogado Nélio Machado, que defende o banqueiro, foi à PF para saber a situação de seu cliente. O advogado disse que "possivelmente" deve entrar com novo habeas corpus em favor de seu cliente, mas que primeiro pretende estudar o pedido de prisão preventiva que colocou o banqueiro novamente na carceragem.
"Não tenho conhecimento formal do depoimento de Chicaroni. Aliás, nem sei se esse é o nome dele. Tenho muita dúvida quanto a esse tipo de prova de delação premiada. Não acredito que esse seja o método correto de investigação", afirmou Machado, sobre o depoimento de Chicaroni, que continua preso.
A Operação Satiagraha investiga suposta prática dos crimes de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, evasão de divisas, formação de quadrilha e tráfico de influência para a obtenção de informações privilegiadas em operações financeiras.