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terça-feira, 21 de julho de 2009

Como fazer seus óculos 3D?

Os óculos 3D tradicionais funcionam com imagens que têm duas componentes, uma azul e outra vermelha. Assim, quando se coloca um óculos em que cada lente tem uma dessas cores, cada olho só consegue ver um dos componentes da imagem -- ou seja, a lente vermelha só permite ver a imagem azul, e a lente azul só permite ver a imagem vermelha. É a diferença de perspectiva entre as duas imagens que cria a ilusão de tridimensionalidade.

Caso você não possua, é muito fácil criar seus próprios óculos 3D.

Você vai precisar de:
- tesoura
- cola
- uma impressora e papel sulfite
- um pedaço de cartolina
- acetatos vermelho e azul

1- Imprima o molde abaixo numa folha sulfite

2- Recorte o molde e cole as três peças, já unidas em sua posição correta (formando as hastes e a estrutura dos óculos), numa folha de cartolina

3- Recorte a estrutura resultante na cartolina, inclusive os espaços indicados para as lentes

4- Cole um pedaço de acetato vermelho e outro de acetato azul nos locais indicados

5- Dobre as hastes e seus óculos 3D estão prontos para uso!

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL25699-5603,00.html

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Cárie nunca mais: Nanopartículas vão deixar seus dentes ultra-lisos

Pesquisadores da Universidade de Clarkson, nos EUA, descobriram uma técnica para proteger os dentes das cáries com nanopartículas de sílica.
Os cientistas utilizaram a técnica de aplainação mecânico-química, atualmente utilizada na indústria dos semicondutores, para polir a superfície de dentes humanos tornando-os ásperos apenas em nanoescala. A aspereza deixada depois do polimento tem poucos nanômetros, que é um bilhonésimo de um metro ou cerca de 100 mil vezes menor que um grão de areia.
Na imagem acima é possível ver o tecido polido à direita em comparação com a parte porosa do dente à esquerda onde as bactérias se aderiram.
Os dentes polidos com esta técnica simplesmente ficam muito “lisos” para que a bactéria prejudicial que destrói o esmalte dental. Como a bactéria não consegue se aderir adequadamente ela pode ser removida facilmente antes de causar danos ao esmalte.
As descobertas foram publicadas na revista científica Journal of Dental Research, a revista de odontologia com maior índice de impacto no mundo.