...Obama e Sarkosy, dirigem suas atenções a "beleza" de uma mulher.rsFonte:rhttp://www.terra.com.br/portal/srsrsrsrs
*Homem é homem. Não importa o cargo e o lugar.
A cara do Sarkosy está ótima!
Amei essa foto.
...Obama e Sarkosy, dirigem suas atenções a "beleza" de uma mulher.rs
Dia 08 de Julho é comemorado o dia do padeiro ou do panificador.
FERGUS WALSHUma equipe de cientistas de Newcastle, na Inglaterra, anunciou ter criado espermatozoides em laboratório pela primeira vez no mundo.
Os pesquisadores acreditam que, eventualmente, seu trabalho poderia ajudar homens com problemas de fertilidade.
Outros especialistas, no entanto, não se convenceram com os resultados.
Em um artigo publicado pela revista especializada Stem Cells and Development, a equipe de Newcastle diz que seriam necessários pelo menos mais cinco anos até que a técnica seja aperfeiçoada.
Células tronco
Os cientistas começaram a pesquisa com linhagens de células tronco derivadas de embriões humanos doados após tratamentos de fertilização artificial.
As células tronco foram removidas dos embriões masculinos com poucos dias de vida e armazenadas em tanques de nitrogênio líquido.
As células tronco então foram trazidas à temperatura do corpo e colocadas em uma mistura química que estimulou seu crescimento. Elas foram "rotuladas" com um marcador genético para que os cientistas pudessem identificar e separar aquelas que dão origem a óvulos e espermatozoides.
As células tronco masculinas passaram pelo processo de meiose, dividindo pela metade seu número de cromossomos. As células sexuais (óvulos e espermatozoides) tem apenas 23 cromossomos, enquanto todas as outras células do corpo têm 23 pares de cromossomos, num total de 46.
O processo de criar e desenvolver os espermatozoides durou de quatro a seis semanas.
Entendendo os espermatozoides
Os cientistas da Universidade de Newcastle afirmam que os espermatozoides criados no processo alcançaram maturidade e mobilidade, e produziram um vídeo documentando os resultados.
O professor Karim Nayernia, da Universidade de Newcastle e do NorthEast England Stem Cell Institute disse que "este é um avanço importante, já que vai permitir aos pesquisadores estudar em detalhes como os espermatozoides se formam e levar a uma melhor compreensão sobre a infertilidade entre os homens --por que ocorre e o que a causaria".
"Esta compreensão poderia nos ajudar a desenvolver novas formas de ajudar casais que sofrem de infertilidade para que possam ter um filho que seja geneticamente deles."
"Isto também permitiria aos cientistas estudar como as células envolvidas na reprodução são afetadas por toxinas, por exemplo, ou por que meninos jovens com leucemia que passam por quimioterapia podem ficar inférteis para o resto da vida e possivelmente levar a uma solução."
Mas o biólogo Allan Pacey, especialista em espermatozóides da Universidade de Sheffield, disse que não estava convencido de que os espermatozoides tenham se desenvolvido totalmente.
"A qualidade das imagens não tem resolução suficientemente alta e eu precisaria de mais dados. Eles são espermatozoides jovens, mas seriam necessários testes funcionais para saber exatamente o que foi alcançado."
Os espermatozoides produzidos em laboratório não podem ser usados em tratamento de infertilidade, já que isso é proibido pelas leis britânicas. Os cientistas de Newcastle afirmam que são necessários pelo menos mais cinco anos para que a técnica seja aperfeiçoada.
A pesquisa também levantou algumas questões éticas. Josephine Quintavalle, do grupo Comment on Reproductive Ethics (Corethics), afirmou que "este é um exemplo de loucura imoral. Embriões humanos perfeitamente viáveis foram destruídos para a criação de espermatozoides sobre os quais haverá grandes questões sobre sua saúde e viabilidade".
"É tirar uma vida em ordem para, talvez, criar outra. Sou muito a favor de curar a infertilidade, mas não acho que você possa fazer o que quiser."
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u592191.shtml
Esqueça aquela ideia de um fotógrafo da natureza enfiado no meio da floresta, esperando pela luz perfeita. Robert Buelteman trabalha em estúdio, na escuridão total, largando mão de câmeras, lentes e computadores. Ele usa, na verdade, fibras ópticas e 80 mil volts de eletricidade. O resultado é uma série de fotos incríveis, que registram a vida dos objetos da foto ao mesmo tempo em que os mata.
Buelteman começa pegando flores, folhas e galhos e “descascando-os” com um bisturi até que eles fiquem translúcidos. Depois cada objeto é colocado em um filme de transparência e coberto com uma tela de difusão. Isso é então colocado sobre um pedaço de metal que fica flutuando no silicone líquido. Esse conjunto recebe um impulso elétrico, e os elétrons “dançam” pulando da placa de metal, através do silicone e da planta – e, com sorte, não através de Buelteman.
Neste momento, o gás que circula o objeto da foto é ionizado, deixando para trás imagens etéreas. O fotógrafo então pinta o resultado com uma luz branca que passa através de uma fibra ótica com a espessura de um fio de cabelo humano, um processo tão complicado que pode demorar até 150.
Como nenhuma lente distorce as cores, o trabalho de Buelteman reproduz as matizes das cores naturais diferente das fotografias tradicionais. “Coloco em questão o que vemos todos os dias”, diz o artista. “Isso é realmente uma flor? Fui cego durante toda a minha vida?”, questiona.
Outras 13 pessoas também foram denunciadas, segundo Procuradoria.Condenado em outro processo em 2008, banqueiro responde em liberdade.
Lasers que criam ruídos altos sob o oceano podem, eventualmente, substituir os sonares no envio de mensagens para submarinos, anunciaram físicos da Marinha americana. O mapeamento por meio de sonares convencionais usa vibrações de som, que requerem o rebocamento de um conjunto de alto-falantes e receptores.
Ann Druffel pesquisou o tema durante 40 anos e concluiu que, sim, as criaturinhas estão por aí.
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