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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

"Sereia" é vista em uma praia israelense‏

O jornal israelense Israel Hayom relata que as autoridades da cidade de Kiryat Yam, perto de Haifa, tem recebido vários relatos bizarros nas últimas semanas de residentes locais, que alegam terem avistado uma sereia na praia de Kiryat Yam.

Shlomo Cohen, um militar reformado, foi um dos primeiros que viram a sereia a duas semanas atrás.

"Eu estava com amigos quando de repente vimos uma mulher, que na areia tinha uma forma estranha".

"Inicialmente eu pensei que ela era apenas mais uma banhista, mas quando nos aproximamos ela pulou na água e desapareceu".

"Ficamos todos em choque, porque vimos que tinha uma cauda. Pelo menos cinco de nós vimos e não pudemos acreditar."

"A cidade de Kiryat Yam está oferecendo um prêmio de um milhão de dólares para quem conseguir obter uma imagem da "sereia".

Fonte: Israel National News

quinta-feira, 9 de julho de 2009

G8- Enquanto aguardam para tirar uma foto...

...Obama e Sarkosy, dirigem suas atenções a "beleza" de uma mulher.rs

Fonte:rhttp://www.terra.com.br/portal/srsrsrsrs
*Homem é homem. Não importa o cargo e o lugar.

A cara do Sarkosy está ótima!
Amei essa foto.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Cientistas propõem construção de uma cúpula sobre Houston


Arte: Concepção artística mostra como seria a cidade de Houston protegida por uma cúpula protetora. Crédito: Divulgação do projeto

Uma ideia já vista em filme e desenhos animados que imaginam um mundo futurista, como na famosa série Os Jetsons dos anos 80, foi proposta por um grupo de cientistas norte-americanos.
Uma equipe de engenheiros quer construir uma cúpula gigante envolvendo toda a cidade de Houston, no Texas, nos Estados Unidos. O objetivo seria proteger a região dos efeitos do aquecimento global. A bolha gigante deixaria Houston, onde fica a sede de controle da agência espacial americana (Nasa), isolada de tempestades severas, furacões e até tornados. Além disso, a cidade também estaria livre em tese das altas temperaturas. No projeto dos engenheiros, Houston seria envolvida por uma cobertura de 21 milhões de metros quadrados, a maior do mundo. Os engenheiros mostraram que Houston usa anualmente mais energia elétrica que a cidade de Los Angeles. A passagem de furacões pela região custa em média 10 bilhões de dólares para a cidade.

Fonte:http://www.apolo11.com/cietec.php?posic=dat_20090610-080839.inc

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Machu Picchu não era uma cidade de verdade


Machu Picchu, a mais famosa cidade da civilização Inca, no Peru, não era realmente uma cidade, de acordo com um estudo.

De acordo com Giulio Magli, da Universidade Politécnica de Milão, na Itália, o local era um centro de peregrinação simbolicamente ligado à noção do cosmos do povo Inca. Magli afirma que Machu Picchu era um contraponto à Ilha do Sol, uma pequena ilha rochosa localizada na parte sul do lago Titicaca: “A ilha tinha um santuário muito importante, e era destino de peregrinações. Acreditava-se que uma rocha da ilha era local de nascimento do sol, e também da civilização Inca”, diz.

O povo Inca, que foi rapidamente derrotado com a chegada dos colonizadores espanhóis em 1533, acreditava que o sol era seu ancestral direto. Cercada pelo rio Urubamba e localizada entre duas montanhas - Huayna Picchu e Machu Picchu – a cidade tem aproximadamente duzentas estruturas de pedra, e era habitada por 750 pessoas.

Depois de ter sido abandonada na época da conquista dos espanhóis, a cidade ficou perdida por aproximadamente quinhentos anos. Até pouco tempo atrás se acreditava que o explorador estadunidense Hiram Bingham teria encontrado as ruínas de Machu Picchu em 1911, mas estudos recentes sugerem que a cidade teria sido descoberta em 1867 por Augusto Berns, um explorador alemão.

Cidade de peregrinação?

Existem várias teorias sobre a função da cidade de Machu Picchu. Ela já foi identificada como local de surgimento do povo Inca e também como o seu local de último convívio. Uma teoria muito apoiada por estudiosos afirma que o local era uma propriedade privada do imperador Pachacuti, que teria construído a cidade por volta de 1460.

“Qualquer interpretação sobre a cidade não é nada mais que especulação. Machu Picchu continua um mistério: não sabemos como os Incas a chamavam, não sabemos quando e por que foi construída, nem por que foi abandonada”, diz Magli. Os estudos dos pesquisadores italianos, no entanto, trazem uma nova ideia sobre o local após analisar o desenho da cidade, seus locais de acesso e a posição do lugar em relação aos ciclos de corpos celestiais durante o domínio Inca e comparando-os a locais de peregrinação do povo Inca no lago Titicaca.

Esta comparação sugere que o caminho até a cidade foi concebido como uma réplica do caminho percorrido pelos primeiros Incas. A peregrinação até Machu Picchu segue um caminho que sobe por uma trilha difícil, em vez de uma rota alternativa, muito mais simples, pelas margens do rio Urubamba. “Os visitantes talvez deixassem suas oferendas na parede. Muitas pedras, grande parte de obsidianas (pedra vulcânica) foram recuperadas nesta região”, afirma Magli.

De acordo com Magli, a cidade também se encaixa nos ciclos celestiais que apareciam no céu na época dos Incas. Na época, a Via Láctea era vista como um “rio celestial”, que teria como o seu contraponto terrestre o rio Urubamba: “Machu Picchu ficava localizada entre o rio celestial e o terrestre. Fazia parte da trajetória percorrida pelo sol”, afirma Magli.

Segundo Jean-Pierre Protzen, arquiteto da Universidade da California (EUA), o estudo traz uma nova dimensão ao local, e que a ideia de que o local era usado para peregrinação, e não como propriedade da realeza é interessante, mas faz um alerta: “Não temos motivos para acreditar que a cidade não poderia ser as duas coisas”.

Fonte: http://hypescience.com/machu-picchu-nao-era-uma-cidade-de-verdade/

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Os astros e a música: uma conexão milenar

Platão já relacionava a música e os astros. Kepler falava na "harmonia do mundo". O Ano Internacional da Astronomia é oportunidade para investigar essa fonte de inspiração: de Haydn e Offenbach a Messiaen e Stockhausen.

Seguindo uma proposta da União Astronômica Internacional (IAU), 2009 foi declarado Ano da Astronomia. Há 400 anos, em 1609, Galileu Galilei (1564-1642) e outros estudiosos utilizaram pela primeira vez telescópios para observações científicas. Além disso, com sua obra Astronomia Nova, Johannes Kepler estabeleceu naquele mesmo ano os fundamentos para que se compreendessem as leis físicas que regulam os corpos celestes.

"Ora – direis – ouvir estrelas!"

Vários séculos antes da era cristã, caldeus, assírios e babilônios já viam na música mais do que uma mera "decoração sonora" do mundo pelas mãos humanas. Até a alta Idade Média, essa arte fazia parte do cânon básico da formação erudita, ao lado da aritmética, geometria e astronomia.
Inúmeros estudiosos das grandes civilizações – em especial, os gregos Platão e Pitágoras – percebiam uma conexão entre o ser humano, seus sons e o cosmo. O estudo da música era encarado como uma chave para a compreensão do mundo.

Uma noção partilhada por esses pensadores era a de "harmonia das esferas". Segundo os filósofos pitagóricos, que se ocupavam da matemática e da harmonia numérica, as proporções e números astronômicos faziam soar as esferas siderais, resultando numa "música das estrelas".
No século 15, Nicolau Copérnico (1473–1543), pai da visão heliocêntrica do mundo, acreditava que através da música se poderia encontrar o caminho até as harmonias que deram origem ao universo. Para o astrônomo italiano, as relações entre as diferentes vozes musicais possuíam o potencial para reproduzir as proporções dos movimentos celestes.

Espelho dos destinos humanos

Bem antes de os caminhos da astronomia e da astrologia se separarem – uma em direção à ciência moderna, a outra relegada ao plano do esoterismo –, as estrelas e constelações representavam um papel importante na música. Na ópera, os corpos celestes frequentemente espelharam os destinos humanos.

É assim que, no final de La Callisto, do barroco veneziano Francesco Cavalli (1602-1676), sua casta protagonista, uma ninfa, é elevada às esferas estelares, tornando-se imortal. Da mesma forma, um século adiante, Joseph Haydn (1732-1809) fará a personagem principal de sua ópera bufa Il mondo della Luna ir procurar a felicidade no satélite da Terra.
Passado um século, Jacques Offenbach (1819-1880) se inspirará na obra de Jules Verne para sua Le voyage dans la Lune. Entretanto, para o compositor de operetas, o tema da viagem espacial é apenas pretexto para uma caricatura irônica da condição humana.

A Harmonia do Mundo

Quer na forma de piada, ironia ou significado profundo, a inspiração em temas astronômicos atravessa toda a história da música – operística, sinfônica e de câmara. Por exemplo, a maneira como o compositor inglês Gustav Holst (1874-1934) empregou um coro feminino – vocalizando sem texto –, no final de The Planets opus 32, sua obra mais popular, faz pensar na noção coperniciana de harmonia celeste.


Note-se que o último dos sete movimentos (a Terra não está incluída) dessa suíte orquestral de 1916 é Netuno, pois o planeta-anão Plutão (classificado como nono planeta, até a redefinição desse conceito pela IAU, em 24 de agosto de 2006) só seria descoberto 14 anos mais tarde.
O astrônomo alemão Johannes Kepler (1571–1630) estava convencido: "A alma humana fica alegre ao escutar sons harmônicos [consonâncias], mal-humorada ao escutar sons não harmônicos [dissonâncias]".
Também teólogo e matemático, ele tratava a música como emanação e alegoria da harmonia do mundo. E é justamente este o título da ópera baseada na vida de Kepler, que Paul Hindemith (1895-1963) escreveu na primeira metade da década de 1920: Die Harmonie der Welt.

Eliminar as dissonâncias da vida através da música: uma bela, sublime visão que durante séculos elevou o valor espiritual da música a níveis astronômicos – no sentido literal do termo. E que seguiu movendo alguns compositores pelos séculos 20 e 21 adentro.
Considerem-se os poemas sinfônicos Des canyons aux étoiles, Couleurs de la cité céleste e outras obras místicas de Olivier Messiaen (1908-1992). Ou Karlheinz Stockhausen (1928-2007), que não só afirmava publicamente ser oriundo da estrela Sirius, como contava entre suas composições desde as miniaturas 12 melodias do Zodíaco até a visionária heptalogia cósmico-operística Licht, a ser executada ao longo de sete dias.

Autor: Dieter David Scholz / Augusto ValenteRevisão: Roselaine Wandscheer

Fonte:http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4269371,00.html

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Uma beleza turca


O cantor turco em duas épocas da sua vida.
Seu nome é Tarkan e vc poderá encontrá-lo no YT.
Deleite-se.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Mesa luminosa abre portal para uma nova dimensão, sem drogas alucinógenas

Apesar de parecer obra de algum cientista maluco que abriu um portal para outra dimensão, a mesa não necessita da ingestão de substâncias químicas como LSD, querosene ou aspartame para funcionar.Esta mesa é, em realidade, uma obra de arte que exibe intrigantes combinações de movimentos de cores interativas controladas em tempo real pelo próprio ambiente. Ela dá uma estranha sensação de profundidade sem fim.

O móvel pode ser feito para qualquer tamanho de ambiente, sob medida. Além de interagir com o ambiente a mesa também pode funcionar como um “gerador de arte”, pois usa algoritmos para criar um intrigante padrão de cores que muda perpetuamente.

O equipamento usa uma combinação de diferentes tipos de vidros para criar uma sensação de espaço virtual sem limites. Uma matriz tridimensional de globos de luz controlados individualmente se estende em cada direção, controlados pelo movimento das pessoas e objetos ao redor da mesa.
*Este produto não o eleva a um novo estado de consciência.


sábado, 2 de agosto de 2008

Brasil pode finalmente virar uma 'potência global', diz NYT

Uma reportagem publicada nesta quinta-feira (31) pelo jornal norte-americano "The New York Times" mostra que a economia brasileira dá sinais que o país finalmente poderá realizar suas aspirações de ser uma potência global.

Segundo o texto, programas sociais e de microcrédito têm tirado boa parte da população da linha da pobreza, permitindo que um maior número de pessoas contribuam para o crescimento do país. O jornal lembra que a economia brasileira cresceu 5,4% no ano passado e que a alta das commodities no mercado global também auxiliou o país, que diversificou seus mercados de exportações.

Hoje, as exportações para os EUA representam cerca de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, enquanto no México a proporção é de 20%.

Petróleo e consumo
As descobertas de petróleo, a quantidade de território disponível para agricultura e o crescimento do varejo popular - como a Casas Bahia - mostram, segundo a reportagem, que a combinação de busca do mercado externo com redistribuição de renda estão beneficiando ricos e pobres: desde 2001, a diferença de renda no país caiu 6 pontos percentuais.
Para ilustrar como a economia mais forte está afetando a vida das pessoas, a reportagem usa o caso da costureira cearense Maria Benedita Sousa, que a partir de um pequeno empréstimo construiu uma fábrica de lingeries que hoje emprega cerca de 20 pessoas. Com isso, já tem uma filha na universidade - a primeira da família -, que está estudando para ser farmacêutica.

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL707352-9356,00-BRASIL+PODE+FINALMENTE+VIRAR+UMA+POTENCIA+GLOBAL+DIZ+NYT.html


quinta-feira, 17 de julho de 2008

Nicole Kidman dá à luz a uma menina

A atriz australiana Nicole Kidman deu à luz uma menina chamada Sunday Rose em Nashville, Estados Unidos, na manhã desta segunda-feira. A criança, filha da atriz com o cantor americano Keith Urban, nasceu com 2,9kg.Esta é a primeira filha biológica da atriz, que já tinha adotado dois filhos - Connor, 13 anos e Isabella, 15 - quando era casada com o ator Tom Cruise. Cruise se casou novamente com a atriz Katie Holmes, com quem teve uma filha, Suri, em Abril de 2006.
Kidman, 41 anos, ganhou o Oscar de melhor atriz em 2003 pelo filme As Horas. Austrália é o próximo filme a ser lançado.
No longa, ela volta a trabalhar com o diretor de Moulin Rouge, Baz Luhrmann.

Fonte:http://www.jornallivre.com.br/noticia/?nr_pg_atual=2&id=93430