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quarta-feira, 29 de julho de 2009

A VERDADE SOBRE ROMEU E JULIETA

"A verdade sobre Romeu e Julieta", espalhado pela internet como sendo do Luis Fernando Verissimo, ou mesmo do nosso amigo, o Desconhecido. Por favor, corrijam a autoria, espalhem os nomes dos verdadeiros autores dos textos enviados por e-mails, vamos combater essa praga que é a bagunça autoral que textos encaminhados causam.

A autora do texto abaixo é Francine Bittencourt de Oliveira.

A VERDADE SOBRE ROMEU E JULIETA
Francine Bittencourt de Oliveira

Sabem porque Romeu e Julieta são ícones do amor? São falados e lembrados, atravessaram os séculos incólumes no tempo, se instalando no mundo de hoje como casal modelo de amor eterno?

Porque morreram e não tiveram tempo de passar pelas adversidades que os relacionamentos estão sujeitos pela vida afora. Senão provavelmente Romeu estaria hoje com a Manoela e Julieta com o Ricardão.

Romeu nunca traiu a Julieta numa balada com uma loira linda e siliconada motivado pelo impulso do álcool.

Julieta nunca ficou 5 horas seguidas esperando Romeu ,fumando um cigarro atrás do outro, ligando incessantemente para o celular dele que estava desligado.

Romeu não disse para Julieta que a amava, que ela especial e depois sumiu por semanas. Julieta não teve a oportunidade de mostrar para ele o quanto ficava insuportável na TPM.

Romeu não saia sexta feira a noite para jogar futebol com os amigos e só voltava as 6:00 da manhã bêbado e com um sutiã perdido no meio da jaqueta (que não era da Julieta). Julieta não teve filhos, engordou, ficou cheia de estrias e celulite e histérica com muita coisa para fazer.

Romeu não disse para Julieta que precisava de um tempo, que estava confuso, querendo na verdade curtir a vida e que ainda era muito novo para se envolver definitivamente com alguém. Julieta não tinha um ex-namorado em quem ela sempre pensava ficando por horas distante, deixando Romeu com a pulga atrás da orelha.

Romeu nunca deixou de mandar flores para Julieta no dia dos namorados alegando estar sem dinheiro. Julieta nunca tomou um porre fenomenal e num momento de descontrole bateu na cara do Romeu no meio de um bar lotado.

Romeu nunca duvidou da virgindade da Julieta. Julieta nunca ficou com o melhor amigo de Romeu.

Romeu nunca foi numa despedida de solteiro com os amigos num prostíbulo.

Julieta nunca teve uma crise de ciúme achando que Romeu estava dando mole para uma amiga dela.

Romeu nunca disse para Julieta que na verdade só queria sexo e não um relacionamento sério, ela deve ter confundido as coisas. Julieta nunca cortou dois dedos de cabelo e depois teve uma crise porque Romeu não percebeu a mudança.

Romeu não tinha uma ex- mulher que infernizava a vida da Julieta.

Julieta nunca disse que estava com dor de cabeça e virou para o lado e dormiu.

Romeu nunca chegou para buscar a Julieta com uma camisa xadrez horrível de manga curta e um sapato para lá de ultrapassado, deixando- a sem saber onde enfiar a cara de vergonha...

Por essas e por outras que eles morreram se amando...

Fonte:http://www.autordesconhecido.blogger.com.br/2006_03_01_archive.html



segunda-feira, 6 de julho de 2009

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Machu Picchu não era uma cidade de verdade


Machu Picchu, a mais famosa cidade da civilização Inca, no Peru, não era realmente uma cidade, de acordo com um estudo.

De acordo com Giulio Magli, da Universidade Politécnica de Milão, na Itália, o local era um centro de peregrinação simbolicamente ligado à noção do cosmos do povo Inca. Magli afirma que Machu Picchu era um contraponto à Ilha do Sol, uma pequena ilha rochosa localizada na parte sul do lago Titicaca: “A ilha tinha um santuário muito importante, e era destino de peregrinações. Acreditava-se que uma rocha da ilha era local de nascimento do sol, e também da civilização Inca”, diz.

O povo Inca, que foi rapidamente derrotado com a chegada dos colonizadores espanhóis em 1533, acreditava que o sol era seu ancestral direto. Cercada pelo rio Urubamba e localizada entre duas montanhas - Huayna Picchu e Machu Picchu – a cidade tem aproximadamente duzentas estruturas de pedra, e era habitada por 750 pessoas.

Depois de ter sido abandonada na época da conquista dos espanhóis, a cidade ficou perdida por aproximadamente quinhentos anos. Até pouco tempo atrás se acreditava que o explorador estadunidense Hiram Bingham teria encontrado as ruínas de Machu Picchu em 1911, mas estudos recentes sugerem que a cidade teria sido descoberta em 1867 por Augusto Berns, um explorador alemão.

Cidade de peregrinação?

Existem várias teorias sobre a função da cidade de Machu Picchu. Ela já foi identificada como local de surgimento do povo Inca e também como o seu local de último convívio. Uma teoria muito apoiada por estudiosos afirma que o local era uma propriedade privada do imperador Pachacuti, que teria construído a cidade por volta de 1460.

“Qualquer interpretação sobre a cidade não é nada mais que especulação. Machu Picchu continua um mistério: não sabemos como os Incas a chamavam, não sabemos quando e por que foi construída, nem por que foi abandonada”, diz Magli. Os estudos dos pesquisadores italianos, no entanto, trazem uma nova ideia sobre o local após analisar o desenho da cidade, seus locais de acesso e a posição do lugar em relação aos ciclos de corpos celestiais durante o domínio Inca e comparando-os a locais de peregrinação do povo Inca no lago Titicaca.

Esta comparação sugere que o caminho até a cidade foi concebido como uma réplica do caminho percorrido pelos primeiros Incas. A peregrinação até Machu Picchu segue um caminho que sobe por uma trilha difícil, em vez de uma rota alternativa, muito mais simples, pelas margens do rio Urubamba. “Os visitantes talvez deixassem suas oferendas na parede. Muitas pedras, grande parte de obsidianas (pedra vulcânica) foram recuperadas nesta região”, afirma Magli.

De acordo com Magli, a cidade também se encaixa nos ciclos celestiais que apareciam no céu na época dos Incas. Na época, a Via Láctea era vista como um “rio celestial”, que teria como o seu contraponto terrestre o rio Urubamba: “Machu Picchu ficava localizada entre o rio celestial e o terrestre. Fazia parte da trajetória percorrida pelo sol”, afirma Magli.

Segundo Jean-Pierre Protzen, arquiteto da Universidade da California (EUA), o estudo traz uma nova dimensão ao local, e que a ideia de que o local era usado para peregrinação, e não como propriedade da realeza é interessante, mas faz um alerta: “Não temos motivos para acreditar que a cidade não poderia ser as duas coisas”.

Fonte: http://hypescience.com/machu-picchu-nao-era-uma-cidade-de-verdade/

domingo, 3 de maio de 2009

A VERDADE SOBRE A GRIPE "SUINA" - QUE DEVERIA SER GRIPE Smithfield Foods"

UM POUCO DA VERDADE SOBRE ESTA GRIPE QUE NÃO É SUINA!!!!!!!
O HOMEM, SEMPRE O HOMEM DESTRUINDO A NATUREZA E A SI PROPRIO!!!!

O nome da gripe é Smithfield Foods
É a doença originada do agronegócio internacional.
Eu sempre insisto aqui neste blog Diário Gauche que o nome que se dá a coisas, objetos, projetos, episódios e até a doenças é muito importante.
Vejam o caso dessa epidemia mundial de gripe viral. Estão chamando-a - de forma imprópria - de gripe suína. Nada mais ideológico. Nada mais acobertador da verdade.
O vírus dessa gripe se originou da combinação de múltiplos pedaços de ADN humanos, aviários e suínos. O resultado é um vírus oportunista que acomete animais imunodeprimidos, preferencialmente porcos criados comercialmente em situações inadequadas, não-naturais, intensivas, massivas, fruto de cruzamentos clonados e que se alimentam de rações de origem transgênica, vítimas de cargas extraordinárias de antibióticos, drogas do crescimento e bombas químicas visando a precocidade e o anabolismo animal.
Especulações científicas indicam que o vírus dessa gripe teve origem nas Granjas Carroll, no Estado mexicano de Vera Cruz. A granja de suínos pertence ao poderoso grupo norte-americano Smithfield Foods, cuja sede mundial fica no Estado de Virgínia (EUA).
A Smithfield Foods detém as marcas de alimentos industriais como Butterball, Farmland, John Morrell, Armour (que já teve frigorífico no RS e na Argentina), e Patrick Cudahy. Trata-se da maior empresa de clonagem e criação de suínos do mundo, com filiais em toda a América do Norte, na Europa e China.
Deste jeito, pode-se ver que não é possível continuar chamando a gripe de "suína", pois trata-se de um vírus oportunista que apenas valeu-se de condições biológicas ótimas - propiciadas pela grande indústria de fármacos, de engenharia biogenética, dos oligopólios de alimentos e seus satélites de grãos e sementes. Todos esses setores contribuíram com uma parcela para criar essa pandemia mundial de gripe viral.
O nome da gripe, portanto, não é "suína". O nome da gripe é: "gripe do agronegócio internacional" - que precisa responder judicialmente o quanto antes - urgentemente - pela sua ganância e irresponsabilidade com a saúde pública mundial.

Fonte:http://www.jornada.unam.mx/2009/04/06/index.php?section=estados&article=030n1est