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domingo, 1 de março de 2009

Foto de cobra gigante espalha temor de monstro lendário em Bornéu

Por Richard Shears
De acordo com a lenda, Nabau era uma terrível cobra de mais de 100 pés de comprimento com cabeça de dragão e 7 narinas.Mas agora nativos que vivem ao longo do rio Baleh em Bornéu acreditam no retorno da criatura mística após a divulgação de uma foto de uma cobra gigante nadando em um braço remoto do rio.
A foto, capturada de helicóptero por um membro de um time de resgate, que monitorava áreas de alagamento, gerou um intenso debate sobre sua autenticidade.
Até mesmo o respeitado jornal “New Straits” em Kuala Lumpur pediu aos leitores que fizessem seu próprio julgamento sobre as fotos.
Nativos que alegam ter visto o animal dizem que lhe deram o nome de Nabau, em referência à serpente marinha que pode se transformar em outras formas de animais.
Pessoas que analisaram a fotografia descartaram a possibilidade de ser um tronco.
Um colunista perguntou: “Um tronco não pode se contorcer, pode?”. Outros sugeriram que era uma lancha, o que foi descartado por conta da marola de arrasto estar torta.
A acusação mais comum é que a foto simplesmente foi manipulada digitalmente, enquanto outros dizem que o rio Baleh é de cor diferente da mostrada na foto.
Mas nativos que insistem que a cobra existe dizem que fotos da criatura em diferentes partes da selva provam que ela está se movimentado pelos braços dos rios.

No começo do mês cientistas escavaram o fóssil de uma serpente assassina que era maior do que um ônibus, mais pesada que um carro pequeno e podia engolir um boi inteiro.
O monstro de 45 pés - chamado Titanoboa - era tão grande que vivia a base de uma dieta de crocodilos e tartarugas gigantes, esmagando-os e os devorando por inteiro.
Pesando impressionantes 1.250 quilos, ela deslizava pelas florestas tropicais da América do Sul há 60 milhões de anos atrás, somente 5 milhões de anos após o desaparecimento dos dinossauros.
Esqueletos parciais da matadora pré-histórica foram achados em uma mina de carvão Colombiana por um time estrangeiro de caçadores de fósseis.
Fonte: Daily Mail
Fonte: Recebi por e-mail do meu amigo Israel Paz

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Descoberto buraco gigante em campo magnético da Terra


Os satélites da missão espacial Themis, lançados em 2007, descobriram um grande buraco no campo magnético da Terra. Segundo os cientistas da Nasa, a agência espacial americana, a abertura é dez vezes maior do que era esperado e o buraco tem o diâmetro sete vezes maior do que o do nosso planeta.
O campo magnético da Terra, também conhecido como magnetosfera, é uma espécie de bolha magnética que circunda o planeta e protege a superfície terrestre das partículas carregadas pelo vento solar.
Os cientistas explicam que o vento solar carregado de partículas "abre" o buraco na magnetosfera da mesma forma como um polvo envolve um objeto com seus tentáculos - um processo conhecido como "reconexão magnética".
"O campo magnético do Sol se reveste ao redor da magnetosfera, provocando a sua ruptura", afirma o cientista David Sibeck, da Nasa.
A descoberta do buraco foi feita no dia 3 de junho, quando os cinco satélites da nave espacial passaram pela cavidade no momento em que estava se abrindo.
"Já vimos cavidades como essa antes, mas não em escala tão grande", disse Jimmy Raeder, físico da Universidade de New Hampshire que também trabalha no projeto. "O lado diurno inteiro da magnetosfera estava aberto para o vento solar." OrientaçãoAlém do tamanho da cavidade, a orientação dos campos magnéticos do Sol e da Terra no momento da abertura também surpreendeu os cientistas. Até a descoberta, pensava-se que o escudo de proteção funcionava melhor e impedia que as partículas conseguissem atravessar o campo magnético terrestre quando ele estava alinhado com o campo magnético do Sol.
Acreditava-se ainda que, quando os campos estavam em direções opostas, a abertura era maior.
Os cientistas descobriram que, quando os dois campos magnéticos estão orientados em direções opostas, o número de partículas que atravessam o escudo terrestre é 20 vezes maior do que no momento em que os campos estão alinhados.
Quando um número grande de partículas atravessa o campo magnético terrestre, isso pode provocar tempestades solares, causadas pela liberação das partículas, e também tempestades magnéticas, que podem sobrecarregar cabos de energia com excesso de corrente elétrica e causar apagões.