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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

OVNI na Argentina: disco voador ou pterodátilo?

Entre tantos casos de OVNI’s (Objetos Voadores Não Identificados), em setembro um estranho objeto foi fotografado ao longo de um lago argentino tem sido descrito como um disco voador ou um dinossauro voador.

O objeto, fotografado por um pescador perto de San Rafael, ao longo de um lago artificial chamado El Nihuil, foi, segundo o jornal Los Andes, testemunhada por mais de uma pessoa.

Sr. Pino, 44, costuma pescar no lago e disse ao Los Andes que muitas vezes vai para ver os cisnes. No sábado da semana passada, porém, ele percebeu um estranho objeto pairando sobre o lago e, utilizando seu celular, fez uma série de fotografias.

Ele disse: "Eu fiquei vibrando (no momento em que viu o estranho objeto); e, acredito que deve existir vida em outros planetas!"

Pouco depois, o Sr. Pino apresentou ao jornal uma segunda testemunha - Christian Figueroa. Ele alegou que viu o OVNI quando estavam passando pelo lago, em um ônibus, juntamente com seu pai. "Ficamos congelados!!! (com choque)", disse ele.

Sr. Pino também contou que tinha notado vários fenômenos estranhos nos últimos meses na área. Ele descreveu um incidente em que várias montanhas ao redor do rio Atuel foram iluminadas por vários flashes brancos brilhantes! Ele não acredita que eram causadas por um raio e descreveu-os como semelhantes a flashes muito poderosos.

Ufólogos e comunidades que estudam animais pré-históricos estão reivindicando o fato que pode ser um OVNI - direcionando a um objeto extraterreno - ou um pterodátilo - um dinossauro que viveu na terra há 66 milhões de anos!

Fonte:http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=14242

terça-feira, 17 de março de 2009

Argentina: UFOS sobre o Rio Quequén‏

Julio Ruppel foi tirar fotografias na ponte atravessando o Rio Quequén entre as comunidades de Cascallares e Irene, no domingo, 21 de fevereiro de 2009, e quando ele examinou-as, ele reparou quatro objetos que ele não podia identificar, e que, à primeira vista parece com dois Discos voadores . Segundo a LU24, Rádio Tres Arroyos, os investigadores deste tipo de evento podem voltar a cena em alguma data futura para recolher mais informações sobre o assunto.
Fonte:http://diarionecochea.com/2009/02/25/ovnis-sobre-el-rio-quequen/

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Ossos carbonizados são encontrados em centro de detenção da ditadura argentina

BUENOS AIRES (AFP) — Milhares de fragmentos de ossos humanos calcinados foram descobertos em um campo de detenção da ditadura militar argentina (1976/83), em La Plata (50 km ao sul de Buenos Aires), onde também foi encontrado um paredão de fuzilamento, revelou nesta segunda-feira uma fonte oficial.
"Especialistas da Equipe Argentina de Antropologia Forense (EAAF) acharam mais de 10.000 fargmentos de ossos humanos carbonizados no local onde funcionou o centro de torturas e extermínio conhecido como Poço da Aranha", disse Sara Derotier de Cobacho, secretária de Direitos Humanos da província de Buenos Aires.
A EAAF também encontrou um paredão que parece ter sido usado para fuzilar os prisioneiros, pois há nele mais de 200 marcas de tiros, extraídas para pesquisas posteriores, indicou Cobacho em uma entrevista coletiva.
"É a primeira vez que são encontradas sepulturas em um centro clandestino de detenção no país", destacou, acrescentando que várias fossas foram descobertas no local, escavadas em diferentes níveis e cada qual separada da outra por uma parede de ladrilhos.
Cobacho informou ainda que 38 das amostras ósseas recolhidas foram enviadas ao grupo de especialistas americanos que trabalhou na identificação dos restos mortais calcinados das vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001.
Segundo a secretária, a intenção de sua equipe é transformar o local em um Museu da Memória, "porque lá estão as cinzas dos militantes populares que passaram por este local durante o regime militar".
A descoberta confirma vários depoimentos de sobreviventes da ditadura, que afirmavam que os prisioneiros mortos durante as sessões de tortura no Poço da Aranha eram queimados com pneus e combustível e enterrados no local.
Foi justamente com base nesses depoimentos que o promotor Félix Crous ordenou a realização de escavações no centro de detenção, há um ano.

Fonte:http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hQd9GJtFAzWrHnKPM5x7-xIfbXyA

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Referência a Perón leva TV argentina a não exibir 'Os Simpsons'


Fox não mostra episódio em que ex-presidente é chamado de 'ditador'


O canal de TV Fox decidiu não exibir na Argentina e no resto da América Latina um capítulo da série de desenho animado Os Simpsons, que fazia referência à "ditadura de (Juan Domingo) Perón" e dizia que o ex-presidente fazia as pessoas "desaparecerem".
O 10º episódio da 19ª temporada da popular série não foi ao ar no domingo, como estava previsto. Em um e-mail mandado posteriormente aos meios de comunicação, a Fox explicou: "Diante da possibilidade de que o capítulo contribua para reabrir feridas muito doloridas para a Argentina, Fox tomou a decisão de não exibí-lo."
No episódio, Springfield, onde mora a família Simpson, se prepara para a realização das eleições primárias dos Estados Unidos.
A decepção em relação aos candidatos que se apresentaram, entre eles um garoto de oito anos, levou o personagem Homer e seus amigos a criticarem os políticos em conversa no bar de Moe.
"O melhor seria abolir a democracia para sempre. Realmente eu gostaria de uma ditadura militar como a de Juan Perón. Quando ele desaparecia com você, você permanecia desaparecido", disse o personagem Carl.
"Além disso, sua esposa era a Madonna", acrescenta Lenny, numa referência irônica ao filme Evita, em que a cantora pop faz o papel da segunda esposa do general argentino.

Interpretações

Pouco depois de ser exibido nos Estados Unidos em janeiro, o episódio foi colocado em um portal da internet, onde foi visto por muitos argentinos.
Imediatamente começou uma polêmica sobre Perón, que ocupou a Presidência argentina em três períodos (1946-1952, 1952-1955 e 1973-1974).
Houve quem protestasse contra o que chamou de "erro histórico", de atribuir a Perón os desaparecidos do último governo militar argentino (1976-1983), e quem ficasse desgostoso com o uso do termo "ditador".
Já os defensores da série criada por Matt Groening insistiram que se tratava de uma confusão deliberada, seguindo a ridicularização da política retratada no episódio, e seguindo o estilo geral de Os Simpsons.
O ex-deputado Lorenzo Pepe, do Partido Justicialista, de inspiração peronista, pediu ao Comitê Federal de Radiodifusão (Comfer), que regulamenta os meios de comunicação da Argentina, que proibisse a exibição do capítulo no país porque ele "ofende a verdade histórica".
Ainda assim, a assessoria de imprensa do Comfer disse à BBC Mundo que o pedido de Pepe foi rejeitado pois o órgão "não exerce censura, mas faz um controle posterior das exibições apenas se houver um pedido". O Comfer deixou claro que o polêmico capítulo de Os Simpsons deixou de ser exibido na Argentina por decisão da Fox.

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL706724-5602,00-REFERENCIA+A+PERON+LEVA+TV+ARGENTINA+A+NAO+EXIBIR+OS+SIMPSONS.html


sexta-feira, 25 de julho de 2008

General da ditadura argentina pega prisão perpétua

O ex-chefe militar argentino, general Luciano Benjamín Menéndez, foi condenado nesta quinta-feira a prisão perpétua por violações dos direitos humanos durante a ditadura militar na Argentina (1976-1983).
Menéndez foi chefe do Terceiro Corpo do Exército, que atuava na região centro-norte do país, foi acusado juntamente com outros sete ex-oficiais do Exército de seqüestro, tortura e assassinato de quatro militantes políticos de esquerda em 1977, na cidade de Córdoba.
De acordo com a acusação, os quatro foram executados, e seus cadáveres abandonados na rua, para dar a impressão de que morreram em um tiroteio com as forças de segurança.
Prisão comum
Os outros militares julgados com Menéndez receberam penas de prisão de 18 a 22 anos.
O juiz decidiu que Menéndez, de 80 anos, deverá cumprir sua pena em prisão comum, e não em seu domicílio, onde estava detido.
Durante o julgamento, em um tribunal federal em Córdoba, Menéndez defendeu a repressão durante o regime militar, dizendo que a Argentina tem "o mérito duvidoso de ser o primeiro país que julga seus soldados vitoriosos, que lutaram e venceram para seus compatriotas", afirmou.
"Foi uma guerra para salvar o país do comunismo."
O réu atacou ainda o governo da presidente Cristina Fernández e de seu marido, Néstor Kirchner (mandato de 2003 a 2007), ambos de centro-esquerda: "Acredito que os guerrilheiros dos anos 70, hoje no poder, não podem consumar seu propósito de nos impor seu regime autoritário."
Familiares das vítimas, representantes de organizações de defesa dos direitos humanos e de partidos políticos festejaram a condenação.
A advogada do Ceprodh (Centro Profissional pelos Direitos Humanos), Leticia Celli, interrompeu Menéndez gritando: "Até quando vão deixar os genocidas falarem?", e foi retirada do recinto pela polícia.
A condenação de Menéndez depois de dois meses de processo se soma a uma série de atos judiciais ligados à revisão do passado obscuro da Argentina.
Durante muito tempo, os membros das forças de segurança evitaram processos graças à chamada Lei da Obediência Devida, aprovada pelos governos civis.
A legislação foi considerada inconstitucional em 2005, durante o governo de Néstor Kirchner, o que permitiu a reabertura de processos contra centenas de ex-militares argentinos da ditadura.
Estima-se que cerca de 30 mil pessoas desapareceram ou foram assassinadas durante o governo militar argentino.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Técnico diz ter sido "usado" pela ditadura argentina na Copa-1978

O técnico César Luis Menotti, que comandou a seleção argentina campeã da Copa do Mundo de 1978, disputada em seu país, disse ter sido "usado" pela ditadura militar que esteve à frente da Argentina entre 1976 e 1983, em declarações reproduzidas no jornal italiano "Corriere della Sera".
"Fui usado, claro. Aqueles que estão no poder se aproveitarem do esporte é algo tão velho como a humanidade", disse Menotti, que visita a Itália.
Menotti também falou sobre as fotos tiradas com o ditador argentino Jorge Videla durante as comemorações pela conquista do título. O treinador disse que, enquanto disputava o Mundial, "ninguém podia imaginar que corpos eram jogados no mar", referindo-se aos supostos assassinatos cometidos pelo regime militar.
"Se soubéssemos disso, todos nós teríamos ido às ruas pedir o fim de tudo aquilo, mas a luta política é algo maior do que o público", acrescentou.
Menotti também se esquivou das críticas sobre sua decisão de treinar a seleção naquele ano. "Não são apenas 11 jogadores e um treinador que participam de um Mundial, mas também milhões de pessoas", disse.
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u413632.shtml
Só ele não sabia !!!