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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Sei lá... a vida tem sempre razão


Tem dias que eu fico pensando na vida
E sinceramente não vejo saída.
Como é, por exemplo, que dá pra entender:
A gente mal nasce, começa a morrer.
Depois da chegada vem sempre a partida,
Porque não há nada sem separação.
Sei lá, sei lá, a vida é uma grande ilusão.
Sei lá, sei lá, só sei que ela está com a razão.
A gente nem sabe que males se apronta.
Fazendo de conta, fingindo esquecer
Que nada renasce antes que se acabe,
E o sol que desponta tem que anoitecer.
De nada adianta ficar-se de fora.
A hora do sim é o descuido do não.
Sei lá, sei lá, só sei que é preciso paixão.
Sei lá, sei lá, a vida tem sempre razão.
(Vinícius e Toquinho)
*"...a hora do sim é o descuido do não...".
"...só sei que é preciso paixão..."

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Na infância, criança tem de brincar

Criança precisa desenvolver a fantasia e aproveitar o lado lúdico da vida; salto alto e maquiagem são para adultos


Desde cedo as crianças estão expostas às propagandas de produtos, tanto para adultos quanto para o público infantil. Esse excesso, desperta o desejo de ter tudo o que veem, independentemente se o item é adequado para a idade. Muitos pais compram as mercadorias sem imaginar a interferência que elas causam no crescimento e na saúde dos pequenos.

O ortopedista, Sérgio Roberto Fratti, explica as consequências de meninas usarem sapatos de salto alto. “Colocar este tipo de calçado provoca alteração do ângulo de carga. Muda o local de apoio do peso”, esclarece. A criança terá uma formação inadequada dos ossos dos pés. “Haverá uma fragmentação óssea provocada pelo esforço excessivo”, complementa.

Outra parte afetada são os ligamentos, pois uma garota ainda não tem labirinto (órgão que permite o equilíbrio do corpo) desenvolvido. “Recebo muitas meninas de 12 anos no consultório com fortes dores no tornozelo. Elas sofrem lesões nos ligamentos por causa das torções”, informa Fratti.

Ele aconselha que o uso frequente desses sapatos só ocorra depois de a garota menstruar pela primeira vez. “O risco de gerar problemas é diretamente proporcional ao uso”, conclui.

Na parte dermatológica, o médico Moisés Pimentel Albuquerque, diz que até os 12 anos a menina está com a pele em desenvolvimento, por isso a epiderme sofre mais com o uso de maquiagem. “O que mais acontece são as reações alérgicas”, afirma. O uso precoce de cosméticos faciais também contribui para o aprecimento precoce das espinhas.

Albuquerque orienta que se os pais não conseguem evitar que a criança use estes produtos, o correto é ensinar a garota a retirá-los. “Se não for removida a probabilidade de acarretar uma irritação ou alergia é grande”, revela. O único item liberado é o gloss labial.

O dermatologista sugere que os pais coloquem limites nos filhos. “Estabeleça uma meta. Por exemplo, usar apenas uma vez por semana e retirar depois”, diz.

A escolha e o limite cabem aos pais
Desde bebê, os pais devem ficar atentos e, principalmente, tentar entender a criança, pois este é o momento onde está em construção o psíquico do pequeno. É o período em que, baseado no que o adulto diz e ensina, a criança aprenderá a compreender e ver o mundo.

Segundo a psicanalista, Marta Dalla Torre Fregonezi, hoje, os pais tentam preencher os ideais pessoais com os filhos. “Uma menina não tem condição de escolher se vai usar um sapato com ou sem salto”, exemplifica.

Nestes momentos, o casal deve se questionar se o pedido não reflete uma vontade dos próprios pais. “Antigamente os filhos não participavam do mundo dos adultos. Eles eram vistos como são, crianças”, argumenta.

A especialista afirma que a a garotada precisa de espaço adequado à idade para brincar e criar as fantasias. “Eles são orientados como miniadultos.

Devem ler e escrever mais cedo e no futuro serem bons profissionais. Assim, são privados de ser criança”, analisa Marta.

Com o excesso de informação disponível, os pais ficam desorientados na hora de decidir como educar. “Os pais buscam modelos fora, mas antes não era assim. Sabia-se por instinto e por meio de valores transmitidos de geração em geração”, diz Marta. “Hoje, até como amamentar tem que ser ensinado”, completa.

Ainda de acordo com ela, os pais precisam aprender a dizer não, porque negar dói mais nos adultos do que nos filhos. “Eles precisam ser norteados, finaliza a psicanilista.


Fonte:http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/2009/04/14/na-infancia-crianca-tem-de-brincar/

XAROPE INFANTIL E ÁGUA TEM PROPAGANDA SUSPENSA

Fórmulas idênticas
As novas versões do xarope pediátrico Fluimucil, lançadas pelo fabricante Zambon Laboratório Farmacêutico com os nomes de Fluimucil Bebê e Fluimucil Criança, estão com toda sua propaganda suspensa no País.

A medida que suspende a propaganda, a Resolução RE 1259 se deve ao descumprimento por parte do laboratório Zambon da legislação sanitária vigente e das recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que não autorizou o lançamento da fórmula chamada "Bebê" e "Criança". Apesar dos nomes distintos, as versões "Bebê" e "Criança" do medicamento têm a mesma formulação do produto que está hoje no mercado, e é registrado na Anvisa, chamado de Fluimucil Pediátrico.

A empresa Zambon manteve a fórmula do xarope Fluimucil, mas lançou os dois produtos por meio de campanha publicitária, apresentando-os com diferentes nomes e com nova embalagem de forte apelo infantil.

Brincadeira
A seringa com as doses individuais do xarope passaram a ser oferecidas em formato de avião plástico, em três diferentes cores. Esses dosadores que lembram brinquedos e os nomes Fluimucil Bebê e Criança contrariam a legislação sanitária que proíbe a utilização de símbolos e figuras em medicamentos, porque são produtos de risco potencial para a saúde.

O Fluimucil é um medicamento de venda isenta de prescrição médica indicado para o tratamento de afecções respiratórias, inclusive a bronquite originária do cigarro, enfisema pulmonar e broncopneumonia .

Água do mar
A água envasada H2Ocean, comercializada no País sem o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), está com todo o seu material promocional e de divulgação suspenso no território nacional a partir de hoje (9/4).

A campanha publicitária suspensa leva o consumidor a acreditar que a H2Ocean possui características nutricionais superiores à quantidade dos minerais presentes no produto, que são irrisórias.

Fabricada pela Aquamare Beneficiadora e Distribuidora de Água LTDa, a H2Ocean é uma água do mar envasada como água mineral porém o produto não atende às características exigidas pela legislação brasileira para o registro de águas minerais.

Fonte:e-mail

quarta-feira, 25 de março de 2009

Filme com Harrison Ford e Alice Braga (atriz brasileira) tem estreia nacional em abril

O filme "Crossing Over", que traz Alice Braga no papel de uma imigrante ilegal, recebeu nome para o mercado do Brasil, "Território Restrito" e tem data de estreia prevista para o dia 10 de abril.
Além da atriz brasileira, o ator Harrison Ford está na produção, que também conta com Ashley Judd, Jim Sturgess e Ray Liotta no elenco.
Dirigido por Wayne Kramer, o filme mostra um complexo mosaico de histórias paralelas para debater o papel das fronteiras entre países.
A revista americana especializada em entretenimento "Variety" comparou o filme a "Crash - No Limite" (2005) --de Paul Haggis, que ganhou o Oscar de melhor filme, por também usar a área de Los Angeles como cenário e vários núcleos diferentes para narrar uma sucessão de fatos.
No filme, Braga interpreta uma mexicana ilegal, Mireya Sanchez, que apesar de ter um filho nos Estados Unidos, é mandada de volta a seu país. A história lembra um pouco o drama real de Elvira Arellano, uma mexicana que se refugiou em uma igreja por cerca de um ano para evitar ser mandada de volta a seu país.

A atriz paulistana Alice Braga (sobrinha de Sonia Braga) trabalha com atuação desde os oito anos de idade - época em que fazia comerciais para TV. No entanto, sua carreira como atriz de cinema teve início aos 19 anos, quando apareceu em "Cidade de Deus", e cuja presença ajudou o filme a receber inúmeras indicações ao Globo de Ouro e também ao Oscar. Desde então a brasileira vem recebendo aclamação da crítica e reconhecimento internacional, participando de várias produções. Braga tornou-se uma figura já conhecida no cinema brasileiro, mas ganhou a atenção de Hollywood e tem uma série de projetos promissores no horizonte.
Em dezembro de 2007, Braga estrelou ao lado de Will Smith em "Eu Sou a Lenda", história do último sobrevivente de uma praga criada pelo homem que transforma humanos em vampiros. Baseado no romance de Richard Matheson, esse lançamento da Warner Bros. foi dirigido por Francis Lawrence com roteiro adaptado de Akiva Goldsman e Mark Protosevich.
Braga participou do elenco de "Ensaio Sobre a Cegueira", baseado no romance do ganhador do Prêmio Nobel José Saramago. Dirigido por Fernando Meirelles, o filme conta a história da esposa de um médico que se torna a única pessoa capaz de enxergar, quando a cidade inteira é acometida por uma cegueira súbita. No filme também estrelam Julianne Moore, Mark Ruffalo, Danny Glover e Gael García Bernal.

Os créditos de Braga incluem ainda sua perfomance como uma estudante de arte, ao lado de Diego Luna, em "Só Deus Sabe", que estreou no Sundance Film Festival; " 12 Horas até o Amanhecer", um filme independente ambientado nos bastidores da indústria brasileira do sexo, com Mos Def e Brendan Fraser; e a comédia "O Cheiro do Ralo", no papel de uma garçonete.Por sua performance num drama interessante sobre os perigos de um triângulo amoroso, "Cidade Baixa", Braga ganhou nove prêmios cinematográficos, incluindo o Grand Jury Prize, do Festitval Internacional de Miami, assim como honras da Academia Brasileira de Filmes e o Festival de Cinema de Verona.

Saint-Exupéry, autor de "O Pequeno Príncipe" tem lançamentos e exposição no Brasil

Livro de cabeceira de misses e referência para Paulo Coelho, O Pequeno Príncipe deve se tornar onipresente no país neste ano.
Uma série de lançamentos e uma megaexposição na Oca, no parque Ibirapuera, celebram a obra infanto-juvenil e seu autor, Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944), na esteira do Ano da França no Brasil.
A começar por um conciso volume epistolar, O Amor do Pequeno Príncipe: Cartas a uma Desconhecida. O livro sai pela Nova Fronteira na próxima semana e mostra o escritor e aviador, no auge de seus 43 anos, usando sua “criança interior’’ para conquistar uma moça que conhecera na Argélia, durante uma missão de guerra. Pouco se sabe sobre a destinatária, cuja filha colocou as missivas em leilão em 2007. O certo é que era casada, tinha 24 anos e atuava na Cruz Vermelha -e que não era a mulher de Saint-Exupéry, Consuelo.
Numa das cartas, Saint “Príncipe” Exupéry desenha uma “menininha’’ para ser sua “amiga como o Pequeno Príncipe’’, já que a amada não atende a seus chamados. “Ela nunca está em casa quando lhe telefono [...]. Estou muito zangado!’’.
As cartas foram escritas pouco após a publicação de O Pequeno Príncipe (1943) e pouco antes da morte do autor, que entre um e outro desenho participava de ações de guerra -em 1944, seu avião desapareceu; em 2000, um alemão avisou: “Podem parar de procurar. Eu derrubei Saint-Exupéry’’.
Esse Saint-Exupéry aviador é o destaque de sete relançamentos da Nova Fronteira, começando com Cartas à Sua Mãe.
São romances, volumes epistolares e memórias “que têm uma descrição muito pessoal da guerra’’, segundo a diretora editorial Izabel Aleixo. Outro lançamento prova que o aviador era obcecado fazia tempo pela imagem do menino de cachos indóceis.
A História de uma História (Pedra n’Água), organizada por Sheila Dryzun, inclui um bilhete de 1940 com um esboço do príncipe, um carneiro e uma rosa.
Dryzun, representante da família de Saint-Exupéry no Brasil, lança a biografia numa caixa com outro volume, Mutirão Poético.
Para este, enviou O Pequeno Príncipe a “pessoas interessantes’’, com uma frase do livro selecionada, para que escrevessem a partir disso. Atenderam ao convite Maurício de Sousa, Fernando Meirelles, Luis Fernando Verissimo, Pelé e outros. Rita Lee, por exemplo, escreve que o “Pequeno Príncipe é um grande sábio que sabe que nada sabe, mas continua sempre querendo saber mais’’. Já Supla inclui uma letra de música própria: “Brave child, wild child, love child’’.
Mário Prata conta a história de um restaurante perto de sua casa, em Florianópolis, chamado Zé Perry, em homenagem, conforme lhe informou o garçom, “a um piloto francês que adorava vir visitar a ilha’’.
Exposição De fato, nomeado diretor da Aeroposta Argentina, empresa embriã da Air France, o aviador esteve em Natal, no Rio e em Florianópolis durante os anos 30. “Em Floripa, ele ia frequentemente com os pescadores tirar as redes da água e bater papo’’, diz d’Agay, sobrinho de Saint-Exupéry e presidente da associação que cuida de boa parte do legado do escritor. D’Agay colabora com Sheila Dryzun na organização de O Pequeno Príncipe na Oca, mostra com montagem de Daniela Thomas e Felipe Tassara, que fará do museu uma espécie de “planeta’’ do personagem. “Já na entrada o visitante vai deparar com a Paris de 1900, e o subsolo será o deserto do Saara, em que o Saint-Exupéry caiu [em 1934]’’, diz Dryzun. Haverá ainda uma “enorme caixa do carneiro’’, com desenhos do autor nunca publicados no Brasil, e o Cine Petit, com documentários e filmes baseados na obra dele.
A Agir, que publica O Pequeno Príncipe desde os anos 50, já lançou neste ano uma versão em HQ e prepara, para outubro, uma edição em “pop up’’ (em que as imagens “saltam’’ conforme se vira as páginas). O livro está na 48ª edição e é o mais vendido da editora -6 milhões de exemplares.

Fonte:http://www.opovo.com.br/opovo/vidaearte/864585.html






domingo, 22 de março de 2009

Gene tem papel importante na esquizofrenia, dizem pesquisas

Cientistas americanos e escoceses identificaram ligação entre gene mutante e doença mental.

Dois estudos apontaram um único gene como a chave para o desenvolvimento e o tratamento da esquizofrenia.
Uma equipe do Howard Hughes Medical Institute, nos Estados Unidos, descobriu que uma versão mutante do gene DISC1 atrapalha o crescimento de células cerebrais.
Um grupo da Universidade de Edimburgo, na Escócia, por sua vez, mostrou como o gene afeta a forma como pacientes respondem a tratamentos contra a doença.
Os dois estudos, publicados nas revistas médicas PLoS One
e Cell, aumentam as esperanças na descoberta de tratamentos mais eficazes contra a esquizofrenia.
A doença é uma forma comum de distúrbio mental, afetando 1% da população adulta mundial.
Os sintomas tendem a aparecer no fim da adolescência ou começo da vida adulta, e podem incluir alucinações, paranóia e depressão.
A equipe americana demonstrou que o gene DISC1 desempenha um papel importante no desenvolvimento normal do cérebro e no crescimento de neurônios. Mas, uma versão incorreta do gene pode atrapalhar o processo.
Trabalhando com ratos, os cientistas mostraram como o gene estava ativo em células tiradas de embriões e também em células-tronco tiradas de ratos adultos.
Quando os níveis de DISC1 foram reduzidos em ratos adultos, as células cerebrais falharam em se dividir, e os animais desenvolveram sintomas parecidos com os da esquizofrenia.
Outros testes mostraram que o gene age como o lítio, uma droga que inibe a ação de uma importante substância química no cérebro e é usada como estabilizador de humor em pacientes com doenças mentais.
Quando os ratos com baixos níveis de DISC1 foram tratados com essa substância química, os sintomas começaram a melhorar.
"Nós precisamos entender a genética da esquizofrenia, mas agora sabemos que o DISC1 provavelmente contribui para a doença, o que é um grande passo", disse o chefe da pesquisa, Li-Heui Tsai.
Em Edimburgo, os pesquisadores analisaram dados do Projeto do Genoma Humano, que foi criado para mapear o código genético dos seres humanos.
Eles revelaram que o DISC1 afeta uma série de outros genes que são tratados pelos atuais remédios para a esquizofrenia.
"Nós sabemos que distúrbios como a esquizofrenia têm um elemento genético e que esse gene específico, o DISC1, é importante nesse processo", disse o coordenador da pesquisa, William Hennah.
"Esse estudo nos ajuda a entender exatamente como ele afeta o desenvolvimento do cérebro e dá pistas de como resolver os problemas quando esse processo dá errado."
A organização não-governamental Rethink, que trabalha com problemas mentais, descreveu o estudo como um importante passo para se entender a esquizofrenia, mas apenas um pequeno passo.
"Com doenças mentais recebendo apenas 6,5% do investimento para pesquisas na Grã-Bretanha, deverá levar um longo tempo para que essas descobertas sejam transformadas em grandes avanços", disse um porta-voz da ONG.
"Se nós realmente quisermos desvendar as complexas causas da esquizofrenia e desenvolver tratamentos mais eficazes, nós precisamos de um nível de investimento para pesquisa proporcional ao enorme custo humano e econômico da doença."

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Hoje tem mais conjunção planetária

Como os planetas estão viajando ao redor do Sol, as posições relativas dos astros envolvidos no "emoticon celeste" vão sofrer ligeiras mudanças. Nesta terça-feira teremos um "emoticon com a boquinha torta e rosto mais alongado", mais o ou menos o que se pode ver na simulação acima.
Mesmo assim é bacana de se ver. Tente!
E no decorrer da semana as posições vão variando cada vez mais, com a Lua se afastando de Vênus e Júpiter cujas posições relativas também vão variar um pouco, até que o efeito "emoticon" desaparece de uma vez por todas.

Fonte:http://fisicamoderna.blog.uol.com.br/

quarta-feira, 30 de julho de 2008

México tem mercado paralelo do pentobarbital, droga que induz à morte

“Cocaína?”, gritou um traficante que trabalhava na miserável Avenida Revolución de Tijuana, em uma noite recente.
“E garotas?”
Quando nenhuma das ofertas produziu a resposta desejada, ele tentou outra: “Charutos cubanos?”
Ele poderia ter continuado por muito mais tempo recitando o extenso menu de contrabando de Tijuana. No entanto, um produto oriundo dessa cidade de fronteira ganha de todos em termos de potencial para chocar: a morte na garrafa.
A droga, o pentobarbital, é mortal ao colocar a pessoa para dormir e é estritamente controlada na maioria dos países. Mas pessoas velhas e doentes buscando uma forma rápida e indolor de pôr fim às suas vidas dizem que não existe lugar mais fácil no mundo do que o México para obter o pentobarbital, um barbitúrico comumente conhecido como Nembutal.
Antes amplamente disponível como sedativo, hoje ele é usado na maioria das vezes para anestesiar animais durante cirurgias e para sacrificá-los. Pequenas garrafas da sua forma líquida concentrada, suficientes para matar, podem ser encontradas não nas prateleiras de muitas farmácias de descontos em Tijuana, mas em pet shops, que vendem uma grande variedade de animais, assim como medicamentos e outros produtos específicos.“É no México onde o Nembutal está mais disponível”, afirma o “The Peaceful Pill Handbook”, um livro que fornece detalhes sobre métodos para acabar com a própria vida. Co-escrito por Philip Nitschke, fundador do Exit International, um grupo australiano que assiste pessoas que querem acabar com a própria vida cedo, o livro foi banido na Austrália e na Nova Zelândia.

Leia a íntegra na

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL703501-5602,00-MEXICO+TEM+MERCADO+PARALELO+DO+PENTOBARBITAL+DROGA+QUE+INDUZ+A+MORTE.html

quarta-feira, 23 de julho de 2008