segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Ortografa!

O Ortografa! nasceu de uma súbita ideia quando o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa começou a ser adotado no início de 2009. A funcionalidade é simples: digite sua frase aqui que o sistema procurará trocar as palavras para a ortografia correta.

Fonte:http://ramonpage.com/ortografa/

domingo, 25 de janeiro de 2009

Aniversário de Sampa-2

Alguma coisa acontece no meu coração que só quando cruza a Ipiranga com a Avenida São João...

Na esquina mais famosa, o Bar Brahma, hiper agitado como sempre.

É que Narciso acha feio o que não é espelho...

Parabéns Sampa !!!

Fotos do dia de hoje (25/01/09)


Feliz aniversário, Sampa

São Paulo faz 455 anos.
É uma mãezona, pois acolhe todos de braços abertos. Isso faz dela uma cidade de diversidades o que a torna mais atrativa.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Colírio que aumenta os cílios

Conta-se que eles vêm do Japão em diferentes potências e diferentes cores. “O preto é uma pimenta no olho, arde muito!”. A top Vivi Orth, que estava sendo maquiada e usou o tal colírio, logo confirmou. “Você fica cega por uns dois minutos, mas depois clareia muito”.
Nos EUA o referido colírio chama-se Latisse, deixa os cílios mais longos e espessos e começa a ser vendida no fim do mês apenas sob prescrição médica. O vidrinho de 3 ml, que dura um mês, custa salgados US$ 120. Mas tem médicos por lá que não estão soltando rojões de felicidade, não.
Reportagem publicada em janeiro no New York Times dá conta de que há médicos preocupados com o fato de que os consumidores de cosméticos sofram com efeitos colaterais menos desejáveis da droga, como olhos vermelhos e irritados e mudanças na pigmentação dos cílios ou mesmo das íris.
Um professor de oftalmologia da Escola de Medicina Johns Hopkins, nos EUA, disse que as reclamações mais frequentes dos pacientes de glaucoma eram olhos temporariamente vermelhos, irritação e pele da pálpebra mais clara ou escura. Mas em poucos pacientes com glaucoma que usaram o colírio contendo prostaglamina (mesmo princípio ativo do Latisse), a íris verde ou castanha mudou permanentemente para cor mais escura depois de seis a 12 meses de tratamento contínuo.
A Allergan se defende, e diz que conduziu teste clínico entre 280 voluntárias, metade delas usando o Latisse por 16 semanas. Os resultados do estudo foram revisados pela Food and Drgud Administration (FDA), a agência nacional responsável pela regulamentação de remédios e afins, que aprovou o produto no final de dezembro. Nesse estudo, os cílios normalmente cresceram 25% mais longos, 106% mais espessos e 18% mais escuros. E, ainda que 3,6% das pacientes tenham experimentado irritação nos olhos, nenhuma teve a cor dos olhos alterada.
Mas o professor da Johns hopkins contra-argumenta que os testes realizados pelo laboratório eram muito restritos e de muito curto prazo: “Eu aceitaria dados que informam ‘temos 100 mil pacientes no estudo da FDA e nenhuma mudança na cor dos olhos’”.
Ainda assim, porta-vozes da Allergan afirmam ser extremamente improvável a cor da íris ficar mais escura com o Latisse porque cada aplicação diária envolve só 5% da quantidade prescrita para os pacientes com glaucoma. Além disso, o medicamento é espalhado de leve na base dos cílios - e não pingado no olho.

Fonte:http://www.notasdebeleza.com.br/

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

23/01 - Aniversário de João Ubaldo Ribeiro


João Ubaldo Ribeiro
"Se não entendo tudo, devo ficar contente com o que entendo. E entendo que vejo estas árvores e que tenho direito a minha língua e que posso olhar nos olhos dos estranhos e dizer: não me desculpe por não gostar do que você gosta; não me olhe de cima para baixo; não me envergonhe de minha fala; não diga que minha fala é melhor do que a sua; não diga que eu sou bonito, porque sua mulher nunca ia ter casado comigo; não seja bom comigo, não me faça favor; seja homem, filho da puta, e reconheça que não deve comer o que eu não como, em vez de me falar concordâncias e me passar a mão pela cabeça; assim poderei matar você melhor, como você me mata há tantos anos."
(Vila Real)


João Ubaldo Osório Pimentel Ribeiro nasceu na Ilha de Itaparica, Bahia, em 23 de janeiro de 1941, na casa de seu avô materno, à Rua do Canal, número um, filho primogênito de Maria Felipa Osório Pimentel e Manoel Ribeiro. O casal teria mais dois filhos: Sonia Maria e Manoel. Ao completar dois meses de idade, João muda-se com a família para Aracajú, SE, onde passaria a infância.Em 1947 inicia seus estudos com um professor particular. Seu pai, professor e político, segundo o biografado, não suportava ter um filho analfabeto em casa. Já alfabetizado, em 1948 ingressa no Instituto Ipiranga.No ano de 1951 ingressa no Colégio Estadual de Sergipe. Sempre dedicado aos estudos, prestava ao pai, diariamente, contas sobre os livros lidos, sendo, algumas vezes, solicitado a resumi-los e a traduzir alguns de seus trechos. João era também solicitado a verter para o português canções francesas que o pai ouvia. Não tinha folga nem nas férias, pois nelas praticava o latim e copiava os sermões do padre Vieira, apesar de afirmar que fazia aquilo com prazer. Manoel Ribeiro, seu pai, era chefe da Polícia Militar e, nessa época, passa a sofrer pressões políticas, o que o faz transferir-se com a família para Salvador. Na capital baiana João Ubaldo é matriculado no Colégio Sofia Costa Pinto. Conta ele que era perseguido pela professora de inglês, em virtude de seu sotaque. "Ela não percebeu que eu falava inglês britânico, já que estudara em Sergipe com um professor educado na Escócia", diz o escritor. Desafiado, dedica empenho extraordinário ao idioma, chegando a decorar 50 palavras por dia. Vizinho de engenheiros americanos, faz amizade com seus filhos para aprimorar ainda mais seus conhecimentos da língua inglesa.Em 1955 matricula-se no curso clássico do Colégio da Bahia, conhecido como "Colégio Central".
1956 marca o início da amizade com Glauber Rocha, seu colega na escola.
Estréia no jornalismo, começando a trabalhar como repórter no Jornal da Bahia, em 1957, sendo que posteriormente se transferiria para A Tribuna da Bahia, onde chegaria a exercer o posto de editor-chefe.
Em 1958 inicia seu curso de Direito na Universidade Federal da Bahia. Com Glauber Rocha edita revistas e jornais culturais e participa do movimento estudantil. Apesar de nunca ter exercido a profissão de advogado, foi aluno exemplar. Lê (ou relê), então, os grandes clássicos: Rabelais, Shakespeare, Joyce, Faulkner, Swift, Lewis Carroll, Cervantes, Homero, e, entre os brasileiros, Graciliano Ramos e Jorge de Lima. Nessa mesma Universidade, concluído o curso de Direito, faz pós-graduação em Administração Pública.Participa da antologia Panorama do Conto Bahiano, organizada por Nelson de Araújo e Vasconcelos Maia, em 1959, com "Lugar e Circunstância", e publicada pela Imprensa Oficial da Bahia. Passa a trabalhar na Prefeitura de Salvador como office-boy do Gabinete e, em seguida, como redator no Departamento de Turismo.
Seu primeiro casamento dá-se em 1960 com Maria Beatriz Moreira Caldas, sua colega na Faculdade de Direito. Separaram-se após 9 anos de vida conjugal.
Com "Josefina", "Decalião" e "O Campeão" participa da coletânea de contos Reunião, editada pela Universidade Federal da Bahia no ano de 1961, em companhia de David Salles (organizador do livro), Noêmio Spinola e Sonia Coutinho.
Em 1963 escreve seu primeiro romance, "Setembro não faz sentido", título que substituiu o original (A Semana da Pátria), por sugestão da editora.
Em plena efervescência política do ano de 1964, João Ubaldo parte para os Estados Unidos, através de uma bolsa de estudos conseguida junto à Embaixada norte-americana, para fazer seu mestrado em Administração Pública e Ciência Política na Universidade da Califórnia do Sul. Conta que, na sua ausência, teve até sua fotografia divulgada pela televisão baiana, encimada por um enorme "Procura-se". Segundo João, o movimento revolucionário não sabia que ele, tido e havido como esquerdista, estava nos Estados Unidos às expensas daquele país.
Volta ao Brasil em 1965 e começa a lecionar Ciências Políticas na Universidade Federal da Bahia. Ali permaneceu por 6 anos, mas desistiu da carreira acadêmica e retornou ao jornalismo.
Com o prefácio de Glauber Rocha, que se empenhou junto à José Álvaro Editores pela sua publicação, João Ubaldo tem seu primeiro romance "Setembro não faz sentido" impresso, com o apadrinhamento de Jorge Amado.
Em 1969 casa-se com a historiadora Mônica Maria Roters, que lhe daria duas filhas: Emília (nascida em fevereiro de 1970) e Manuela (cujo nascimento ocorreria em junho de 1972). O casamento acabaria em 1978.
Em 1971 lança, pela Editora Civilização Brasileira, o romance "Sargento Getúlio", merecedor do Prêmio Jabuti concedido pela Câmara Brasileira do Livro, em 1972, na categoria "Revelação de Autor". O livro é inspirado principalmente num episódio ocorrido na infância de João Ubaldo, envolvendo um certo sargento Cavalcanti, que recebera 17 tiros num atentado em Paulo Afonso, na Bahia; resgatado pelo pai do autor, então chefe da polícia de Sergipe, chegaria com vida em Aracaju. Segundo a crítica, esse livro filiou seu autor a uma vertente literária que sintetiza o melhor de Graciliano Ramos e o melhor de Guimarães Rosa.
Publica, em 1974, o livro de contos "Vencecavalo e o outro povo" (cujo título inicial era "A guerra dos Pananaguás"), pela Artenova.
Com tradução feita pelo próprio autor, o romance "Sargento Getúlio" é lançado nos Estados Unidos em 1978, com boa receptividade pela crítica daquele país.
Em 1979 passa nove meses como professor convidado do International Writting Program da Universidade de Iowa e publica no Brasil, pela Nova Fronteira, que a partir de então seria sua principal editora, um "conto militar", na sua definição, intitulado "Vila Real".
1980 marca seu terceiro casamento, com a fisioterapeuta Berenice Batella, que lhe daria dois filhos: Bento e Francisca (nascidos em junho de 1981 e setembro de 1983, respectivamente). Participa, em Cuba, do júri do concurso Casa das Américas, juntamente com o critico literário Antônio Cândido e o ator e diretor de teatro Gianfrancesco Guarnieri. O primeiro prêmio foi concedido à brasileira Ana Maria Machado.
Muda-se, com a família, para Lisboa, Portugal, em 1981, graças a uma bolsa concedida pela Fundação Calouste Gulbenkian. Edita, no período em que ali viveu, com o jornalista Tarso de Castro, a revista Careta. De volta ao Brasil, passa a residir no Rio de Janeiro, cidade que tanto ama, e lança "Política", livro até hoje adotado por inúmeras faculdades. Lança, também, "Livro de Histórias" (depois republicado com o título de "Já podeis da pátria filhos"), coletânea de contos. Inicia colaboração com o jornal "O Globo", que perdura até hoje, com pequenas interrupções, publicando uma crônica por semana. Sua produção dessa época seria reunida em 1988 no livro "Sempre aos domingos".
Em 1982 inicia o romance "Viva o povo brasileiro", que se passa na Ilha de Itaparica e percorre quatro séculos da história do país. Originalmente o livro se chamava "Alto lá, meu general". Segundo João, o livro nasceu de um desafio de seus editores e da lembrança de uma afirmativa de seu pai, que dizia: "Livro que não fica em pé sozinho, não presta." Como seus livros sempre tiveram poucas páginas, diante da provocação, fez um com mais de 700. Nesse ano participou do Festival Internacional de Escritores, em Toronto, Canadá.
No ano seguinte estréia na literatura infanto-juvenil com "Vida e paixão de Pandonar, o cruel". Seu livro "Sargento Getúlio" chega aos cinemas, num filme dirigido por Hermano Penna e protagonizado por Lima Duarte. O longa-metragem receberia os seguintes prêmios no Festival de Gramado: Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Som Direto, Melhor Filme, Grande Prêmio da Crítica e Grande Prêmio da Imprensa e do Júri Oficial. Volta a residir em Itaparica, na casa onde nascera.
"Viva o povo Brasileiro" é finalmente editado em 1984, e recebe o Prêmio Jabuti na categoria "Romance" e o Golfinho de Ouro, do governo do Rio de Janeiro. Inicia a tradução desse livro para o inglês, tarefa que lhe consumiria dois anos de trabalho e a partir do qual passaria a utilizar o computador para escrever. Ao lado de Jorge Luis Borges e Gabriel Garcia Marques, participa de uma série de nove filmes produzidos pela TV estatal canadense sobre a literatura na América Latina.
João Ubaldo é consagrado na Avenida Marquês de Sapucaí: seu livro "Viva o povo brasileiro" é escolhido como samba-enredo da escola Império da Tijuca para o carnaval do ano de 1987.
Em 1989 lança o romance "O sorriso do lagarto".
Em 1990 publica "A vingança de Charles Tiburone", sua segunda experiência em literatura infanto-juvenil. A convite da Deutsch Akademischer Austauschdienst, muda-se com a família para Berlim, onde viveria por 15 meses. Publica crônicas semanais no jornal Frankfurter Rundschau, além de produzir peças radiofônicas de grande alcance popular, entre elas, uma adaptação de seu conto "O santo que não acreditava em Deus".
Retorna ao Brasil em 1991, e volta a residir no Rio de Janeiro. Seu romance "O sorriso do lagarto" é adaptado para o formato de minissérie por Walter Negrão e Geraldo Carneiro e estréia na Rede Globo, tendo como protagonistas Tony Ramos, Maitê Proença e José Lewgoy. Volta a escrever no jornal O Globo e inicia colaboração no O Estado de São Paulo, passando a publicar em ambos uma crônica aos domingos.
Em 1993 adapta "O santo que não acreditava em Deus" para a série Caso Especial, da Rede Globo, que teve Lima Duarte no papel principal. No dia 7 de outubro é eleito para a cadeira 34 da Academia Brasileira de Letras, na vaga aberta com a morte do jornalista Carlos Castello Branco. Disputavam com ele o piauiense Álvaro Pacheco e o mineiro Olavo Drummond. No terceiro escrutínio João Ubaldo obteve 21 votos contra 13 de Pacheco e um nulo.
Termina, em 1994, a adaptação cinematográfica, feita em parceria com Cacá Diegues e Antônio Calmon, do romance "Tieta do Agreste", de seu amigo e conterrâneo Jorge Amado. O filme teve a atriz Sonia Braga no papel principal e direção de Cacá Diegues. Toma posse na Academia Brasileira de Letras em 8 de junho. Cobre, nos Estados Unidos, a Copa do Mundo de Futebol como enviado dos jornais O Globo e O Estado de São Paulo. De volta ao Brasil é internado numa clínica em Botafogo, com arritmia cardíaca. Participa da Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha, e lá recebe o Prêmio Anna Seghers, concedido somente a escritores alemães e latino-americanos.
Recebe o prêmio Die Blaue Brillenschlange -- concedido ao melhor livro infanto-juvenil sobre minorias não-européias -- pela edição alemã de "Vida e paixão de Pandonar, o cruel". Lança o livro de crônicas "Um brasileiro em Berlim", sobre sua estada naquela cidade.
Volta a participar da Feira do Livro de Frankfurt, em 1996. Detém a cátedra de Poetik Dozentur na Universidade de Tubigem, Alemanha.
Em 1997 é internado novamente no Rio, desta vez com fortes dores de cabeça provocadas por uma queda. Cacá Diegues compra os direitos de filmagem do livro "Já podeis da pátria filhos". Renova contrato com a Nova Fronteira, depois de receber propostas de outras editoras. Publica o romance "O feitiço da Ilha do Pavão".
Participa em Paris do Salão do Livro da França, em 1998. Vende os direitos de "Viva o povo brasileiro" para o cinema; o filme deve ser dirigido pelo cineasta André Luis Oliveira. Lança o livro "Arte e ciência de roubar galinha", seleção de crônicas publicadas nos jornais O Globo e O Estado de São Paulo.
Durante a IX Bienal do Livro - Rio de Janeiro, em Abril de 1999, lança o livro "A Casa dos Budas Ditosos", da série Plenos Pecados, um romance sobre a luxúria publicado pela Editora Objetiva Ltda., que obtém enorme sucesso de vendas.
Ainda em 1999, foi um dos escritores escolhidos em todo mundo para dar um depoimento ao jornal francês "Libération", sobre o milênio que se aproximava. Escreveu, juntamente com Carlos (Cacá) Diegues, o roteiro de um filme baseado em seu conto "O santo que não acreditava em Deus", cujo título para o cinema foi "Deus é brasileiro". Seu romance "O feitiço da Ilha do Pavão" foi publicado em Portugal e em tradução alemã, pela editora C.H. Beck. "A Casa dos Budas Ditosos" torna-se um grande sucesso editorial, permanecendo, por mais de trinta e seis semanas, entre os dez livros mais vendidos. O romance foi publicado na Espanha, França e outros países. Seu lançamento em Portugal se transformou em problema nacional face à proibição, por duas redes de supermercados, de sua venda naqueles estabelecimentos. A primeira edição, de 5.000 exemplares, foi vendida em poucos dias e novas edições também. João Ubaldo, em janeiro/2000, esteve lá para ser homenageado pelos escritores portugueses com um desagravo a tal procedimento. Nessa oportunidade participou da Semana de Estudos Lusófonos, na Universidade de Coimbra. Foi, também, citado em diversas antologias, nacionais e estrangeiras, inclusive numa sobre futebol, publicada pelo jornal "Le Monde", na França. Saíram várias reedições de seus livros na Alemanha, incluindo uma nova edição de bolso de "Sargento Getúlio". "O sorriso do lagarto" foi publicado na França. "A casa dos Budas ditosos" foi traduzido para o inglês, nos Estados Unidos. Seu livro "Viva o povo brasileiro" foi indicado para o exame de Agrégation, um concurso nacional realizado na França para os detentores de diploma de graduação.
Em 2008, o autor foi agraciado com o Prêmio Camões, considerado o maior galardão da língua portuguesa.

Fonte: http://www.releituras.com/joaoubaldo_bio.asp

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Objeto voador assusta cidade de Itatira

Um objeto voador não-identificado tem assustado os moradores da cidade de Itatira, no Sertão Central do Ceará. Irradiando uma luz muito forte, ele persegue as pessoas. Muitos itatirenses nem saem mais de casa à noite com medo de ver o Ovni.
Daniela Nogueira
enviada a Itatira
21 Jan 2009 - 00h40min
Todos na região descrevem da mesma maneira. O objeto se move rápido, irradia uma luz muito forte, provoca um calor enorme e não emite barulho algum. São nos distritos da cidade de Itatira, a 216 quilômetros de Fortaleza, em que ele vem aparecendo aos moradores. Na região, há um misto de susto, medo e curiosidade. Ninguém sabe do que se trata. Mas especulações não faltam quanto ao objeto voador não-identificado (Ovni). Hoje, 21, faz dois meses que ele foi visto pela primeira vez. Era noite, por volta das 21h40min. A aula havia terminado 10 minutos antes e dois adolescentes e uma criança, todos primos, voltavam, em uma moto, da escola para casa, na localidade de Trapiazeiro, distrito de Bandeira, a 35 quilômetros da sede. Francisco Joby Pereira Bastos, 17, guiava o veículo. Maria Gabriele Pinto do Nascimento, 9, vinha no meio e Francisca Marisa Pereira da Silva, 17, atrás. Uma rezava, outra gritava. Marisa viu primeiro. “Era uma claridade, tipo dos postes. Era uma luz vermelha forte e outras piscando ao redor”, conta ela, que se lembra de ter gritado muito, mandando o primo acelerar. Joby garante ter sentido calor, enquanto o objeto brilhante seguia ao seu lado, emparelhado, no céu, num ponto mais alto. “Senti uma quentura. Estava vendo a hora ganhar os matos”, diz ele. Como os três estavam sem capacete e o caminho é todo de estrada carroçável, um acidente àquela altura poderia ter sido fatal. Gabriele hoje até ri do inusitado, mas naquela noite só pensava em pedir ajuda a Deus: “Rezei Ave Maria e Pai Nosso”.
Depois daquela cena, ficou difícil sair à noite. Marisa evitava. Além do medo, havia a chateação: “A gente levou muito o nome de mentiroso”. Muita gente não levou a sério. A mãe pensava que a filha ia enlouquecer, sem querer sair de casa, indo ao alpendre só olhar para o céu, buscando o objeto iluminado.
Medo
Depois da cena, que passou a se repetir em outras localidades em Itatira, há gente abusando (mais ainda) da imprudência na estrada. Uns só andam agora com o farol da moto apagado. “Parece que a luz da moto chama a atenção, né?”, diz Maria Glaudiene Pinto do Nascimento, mãe da Gabriele, dando seqüência aos boatos da região. Quilômetros antes, na localidade Bola de Ouro, no distrito de Lagoa do Mato, ninguém viu ainda o tal fenômeno, mas a conversa já se espalhou. Todo mundo já ouviu falar e sabe de algum caso. “Eu não saio de casa de noite. Minha avó e minha mãe sempre falavam que, anos atrás, existiu um disco voador por aqui”, conta Maria Rosilene Pereira, que mora com a filha de seis anos. A menina se assusta até quando vê uma estrela piscando no céu. Chama a mãe e corre para casa com medo do “bicho que pega gente”. O que é o objeto voador Rosilene não sabe, mas aconselha quanto aos riscos. “É perigoso ficar num lugar descampado. É bom correr e ficar embaixo de alguma árvore. Porque, se ele for descer, engancha nos galhos. Coisa boa não pode ser”, sugere ela.



Aviso: a matéria anteriormente aqui postada, foi retirada em solicitação ao pedido do autor, já que a mesma possui direitos autorais.

Pastor

- Irmãos, andam dizendo que "roubamos" seu dinheiro, eles alegam que fazemos lavagem cerebral e é por isso que vocês "doam".
Mas eu digo: Se alguém conseguir provar qualquer falcatrua da nossa igreja quero que esse teto caia em minha cabeça. Aaaaaaiiiiiiiiiiiii .......;P

Recebí por e-mail

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

GNA

GNA, é um campo eletromagnético, um novo código genético, um complemento ao DNA - (Como se o nosso DNA fosse transmutado para a energia).
Quando ativado, favorece a interação com a realidade vibracional da Nova Era. Faz com que as pessoas vivam e atuem nos níveis do plano Mental, ou seja, trabalhem com suas mentes em constante estado alterado de consciência.
Todas as pessoas nascidas após 02 de janeiro de 1971, já possuem o GNA ativo juntamente com a Aura prateada ou seja, o DNA alterado. Têm todas as energias, a Paranormalidade, somente não sabem como controlar São os que mais têm energia e estão aptos a contatos de 3º, 4º e 5º graus.
Aos nascidos anterior a esta data, o GNA está sendo implantado através de um “flash” de luz emitido por uma nave, do espaço. A localização desse implante é o pescoço, na região da nuca. A partir do momento que vamos ativando o GNA, as células-matéria vão se transformando em células-energia. Com exercícios, o processo continua, até que todas as células sejam energia. Nossa Aura também vai prateando.
Assim a Paranormalidade se desenvolve mais rápido. Manifestações paranormais de efeitos físicos (entortar, quebrar objetos) significam desprender energia na matéria. Essa energia é desprendida com ativação e desenvolvimento do GNA.
Os “seres” liberaram para que pudéssemos ver a nave que joga o “flash” de luz de implante do GNA. Ela fica parada no céu, perto das Três Marias, um pouco acima da Constelação de Órion. As 22 horas é o melhor horário. É só mentalizar que quer vê-la e, pronto. Ela joga uma luz prateada como se fosse alguém tirando uma foto. O telescópio Hubble já localizou essa nave, o que deixou os norte-americanos, bastante preocupados.
As sensações de quem tem o GNA ativo são: Enxaqueca constante, dor na região cervical, tensão na musculatura, o pescoço estala muito, zumbido no ouvido (pressão que não é labirintite). As vezes vão ao médico e não descobre nada, isso é excesso de energia, é o GNA ativo.

EXERCÍCIOS ( Sempre em dupla - nº. 1 e nº. 2)
Verificação da Condição do GNA:
● Esfreguem as mãos;
● Esfregue o pescoço da pessoa no lado direito;
● Coloque a mão sobre o plexo solar da pessoa;
● Se o seu coração acelerar, significa que o GNA está ativado.

Como ativar o GNA:
● Ambos esfreguem as mãos;
● O nº. 2 fecha as duas mãos;
● O nº. 1 coloca a mão direita no pescoço da nº. 2, e sem tirar a mão;
● Esfrega 15 vezes na horizontal;
● Esfrega 15 vezes na vertical;
● Esfrega 15 vezes girando em círculos;
● Terminando, mantém a mão direita parada no pescoço, coloca a mão esquerda no outro lado do pescoço e aperta 15 vezes;
● Após, ambos esfregam, novamente as mãos, respiram uma vez, profundamente e relaxam.
● Depois, o nº. 2 faz todos os mesmos procedimentos com o nº. 1.

Fonte:http://portalandradina.kit.net/index_arquivos/gna.htm

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A história dos números arábicos


O quadro a seguir ilustra todos os números conhecidos e seus respectivos ângulos.

Os números como os conhecemos hoje são Algarismos Arábicos, e foram trazidos da Índia para o Ocidente e por isto também são chamados indo-arábicos.
Foram criados por Abu Abdullah Muhammad Ibn Musa al-Khwarizmi (778 (?) - 846).Al-Khwarizmi nasceu na região central da Ásia, onde hoje está localizado o Uzbequistão. Posteriormente emigrou para Bagdá, onde trabalhou na “Casa da Sabedoria” como matemático durante a era áurea da ciência islâmica.

Foram introduzidos na Europa por Fibonacci, matemático e mercador italiano, que escreveu no seu livro Liber abaci os conhecimentos que adquiriu no Oriente.
Logo se popularizou pela facilidade de se calcular valores, em comparação com os Algarismos Romanos, que em cálculos maiores, desprendiam uma verdadeira ginástica mental para se elaborar o cálculo.
Os algarismos indo-arábicos não foram adotados em Portugal nem na península ibérica de imediato, mas com o tempo e as facilidades apresentadas, foram adotados em toda a Europa.Hoje é usada uma versão pouco modificada destes algarismos na maioria dos países do mundo.

Teoricamente pode-se supor que cada algarismo continha originalmente exatamente a quantidade de ângulos cujo número se desejava representar.
Assim o algarismo "1" era representado por dois traços que se uniam num vórtice superior (como um "V" invertido), o "2" como um "Z", o "3" como um sigma (Σ) invertido, o "4" quase exatamente como é hoje.

Em outras palavras, os números arábicos um, dois, três e quatro foram baseados em traços que formam ângulos, assim:
a) O número um tem um ângulo,
b) O número dois tem dois ângulos aditivos,
c) O número três tem três ângulos aditivos,
d) O número quatro tem quatro ângulos aditivos.
Teoricamente, devido à escrita cursiva, o número quatro teria sido modificado e fechado, facilitando a sua caligrafia e futura tipografia, tornando-o diferente, por exemplo, do símbolo da cruz.
Já o número zero, era representado por um circulo, indicando a ausência de ângulos.

O quadro abaixo ilustra a idéia de ângulos e o fechamento da cruz, originando o número 4, como o conhecemos hoje.

Recebi por e-mail do Osmar.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Peeling, laser e outros tratamentos estéticos são oferecidos de graça

Serviço será oferecido pela Sociedade Brasileira de Medicina Estética. Inscrição acontece entre os dias 10 e 19 para quem ganha até R$ 500.

Quem já está preocupado com o projeto verão 2009 e ainda não conseguiu dinheiro para colocar os tratamentos de beleza em dia, uma boa notícia: a partir desta segunda-feira (10) e até o dia 19, a Sociedade Brasileira de Medicina Estética (SBME) começa o cadastramento para oferecer tratamentos gratuitos no Rio à população de baixa renda.Entre as opções, há preenchimentos, lasers (rejuvenescimento, acne e depilação definitiva), toxina botulínica, peelings químicos, escleroterapia (tratamento de varizes), intradermoterapia, ultra-som, estimulação russa, limpeza de pele e orientação nutricional.

Para ter direito à gratuidade, no entanto, é preciso comprovar renda mensal de até R$ 500 e levar cópia da identidade e do CPF.

Pacientes farão triagem
Após a inscrição, no entanto, o paciente passa por uma triagem para que o médico faça uma avaliação e indique o procedimento adequado para cada caso. O atendimento acontece das 8h às 12h, de segunda à sexta. Serão distribuídas apenas 200 senhas por dia. O tratamento em si deve começar em janeiro em 2009.O serviço é uma parceria do Centro de Estudos da SBME e do curso de Pós-Graduação em Medicina Estética da Fundação Técnico-Educacional Souza Marques.

Os tratamentos são feitos por médicos, que atuam ainda como professores e responsáveis pela supervisão dos alunos do curso de especialização.

Onde se inscrever
As inscrições podem ser feitas entre os dias 10 e 19 de novembro, das 8h às 12h. O Centro de Estudo e Pesquisas da SBME fica na Rua General Justo 365, Centro. Mais informações pelo telefone (21) 2215-5647.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL856451-5606,00-BOTOX+LASER+E+OUTROS+TRATAMENTOS+ESTETICOS+SAO+OFERECIDOS+DE+GRACA.html

sábado, 17 de janeiro de 2009

Mais de 14 mulheres acusam médico CANALHA de assédio


* O número já subiu, agora são 33 mulheres.
Desde sexta-feira, mais 14 novas mulheres, uma acompanhada do marido, procuraram o Ministério Público do Estado de São Paulo ou a Polícia Civil para denunciar supostos crimes sexuais praticados pelo médico Roger Abdelmassih, 65, dono da maior clínica de fertilização in vitro do Brasil.
A procura começou após a Folha publicar, no dia 9, reportagem sobre a abertura de um inquérito contra o médico. Até aquele momento, nove mulheres já haviam prestado depoimento formal à polícia.
Abdelmassih nega todas as acusações e afirmou, em nota divulgada sexta-feira, que não teve acesso à íntegra do inquérito policial. Seu advogado, Adriano Vanni, disse ontem que não sabia dos novos depoimentos. "Não posso comentar sobre o que não sei", afirmou.
Os novos depoimentos são similares aos relatos colhidos em maio. Em geral, as mulheres acusam o médico de tentar beijá-las ou acariciá-las, quando estavam sozinhas -sem o marido ou a enfermeira presente. Algumas disseram ter sido molestadas após a sedação.
Uma das mulheres que procuraram o Ministério Público ontem contou que vivia fora do Brasil, mas voltou ao país apenas para se tratar com Abdelmassih. Ela afirmou ter sido agarrada pelo médico durante uma consulta.
As mulheres que prestaram depoimento no inquérito têm entre 30 e 40 anos, são casadas, bem-sucedidas profissionalmente, de pelo menos três Estados diferentes e não se conheciam. Apesar de se declararem ultrajadas, nenhuma ex-paciente quer revelar publicamente a sua identidade.
No inquérito, não há prova material contra o médico, apenas relatos. Mesmo assim, o promotor José Reinaldo Carneiro, do Gaeco, grupo especial do Ministério Público paulista que investiga o caso, acredita ter indícios suficientes para oferecer uma denúncia contra o médico.
Na polícia, o crime investigado é atentado violento ao pudor (ato libidinoso diferente de estupro), que pode acarretar até dez anos de prisão.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) abriu uma sindicância sobre as denúncias.
O médico ainda não foi ouvido. Chamado a depor na Promotoria em agosto, ele apresentou atestado médico e não compareceu.
Leia aqui o depoimento da fotógrafa.
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u489334.shtml

* A palavra "CANALHA" , foi acrescentada por mim, não consta da manchete original da fonte.

TENHO NOJO DE ESPÍRITO DE CORPO!!!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Hacker que invadiu Pentágono atrás de fotos de ETs é autista, diz especialista

Para professor, Gary McKinnon sofreria de síndrome de Asperger.Governo americano quer que jovem britânico seja extraditado para os EUA.

Um especialista em autismo pediu nesta quinta-feira (15) em Londres que o britânico Gary McKinnon, acusado da maior operação de ciberpirataria da história dos Estados Unidos, não seja extraditado para esse país, onde pode pegar até 70 anos de prisão em uma penitenciária de segurança máxima. McKinnon foi acusado de entrar ilegalmente em 97 computadores da Marinha e do Exército americanos, da Nasa (agência espacial dos EUA) e do Pentágono, ações que ele mesmo confessou, mas alegando que não tinha má intenção. O especialista Simon Baron-Cohen, professor da Universidade de Cambridge, afirmou que McKinnon, de 42 anos, invadiu os computadores porque sofre da síndrome de Asperger, um tipo de autismo. Segundo Baron-Cohen, o que McKinnon fez foi "a atividade de alguém que sofre de um transtorno e não pode ser considerado um ato criminoso". O especialista explicou que o modo obcecado de agir de McKinnon é típico da "ingenuidade social" das pessoas que sofrem a síndrome de Asperger. A doença produz "uma visão estreita que faz com que, na busca da verdade, as pessoas não vejam as potenciais consequências sociais para as outras", afirmou o professor."Seu encarceramento seria questionável, porque alguém com a síndrome de Asperger dificilmente suportará esse entorno", disse o especialista. O hacker foi descoberto quando tentava baixar fotografias da Nasa que ele acreditava terem sido manipuladas para ocultar provas da existência de vida extraterrestre. Os americanos, que pedem sua extradição, afirmam que McKinnon tinha a intenção de influenciar no Governo dos Estados Unidos por meio da intimidação e da coerção.

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL957348-6174,00-HACKER+QUE+INVADIU+PENTAGONO+ATRAS+DE+FOTOS+DE+ETS+E+AUTISTA+DIZ+ESPECIALIS.html