quarta-feira, 10 de setembro de 2008

LHC veja o iníco das operações ao vivo


Veja ao vivo o início das operações do LHC à 4:00 horas da manhã.
Você poderá assistir a transmissão pela web diretamente do site do CERN.

Fotos do LHC - A






Fotos do LHC - B






Fotos do LHC - D












terça-feira, 9 de setembro de 2008

HÁDRON

Em Física Nuclear e Física de Partículas um hádron é uma párticula que interage fortemente com outros hádrons . Exemplos de hádrons podem ser os prótons e nêutrons. No modelo de quarks, acredita-se que hádrons são compostos de férmions chamados quarks e de bósons chamados glúons. Os glúons são os mediadores força de cor, a cola que mantém os quarks juntos para formar os hádrons.
Hádrons podem ser classificados pelo que são compostos e por seu spin:
Bárions são compostos de três quarks e têm spin semi-inteiro, caracterizando-se como férmions. Exemplos: próton, nêutron e hiperons.
Mésons são compostos de um quark e outro antiquark e são bósons, ou seja, têm spin inteiro. Exemplos: píons e káons.
Hádrons exóticos possuem um número diferente de quarks que os hádrons ordinários:
Um bárion exótico é composto de um número ímpar maior que três de quarks. Exemplo: pentaquark.
Um méson exótico contém mais de um par quark-antiquark. Exemplo: tetraquark.
Um méson híbrido consiste de no mínimo um par quark-antiquark e ao menos um glúon que não seja virtual.
Uma bola de glúons não contém quark algum, sendo composta apenas de glúons. Estas entidades misturam-se facilmente com mésons ordinários, tornando-se de difícil identificação.

A palavra Hadron (ou Hadros), em português, quer dizer: forte, robusto.

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%A1dron

Dá para criar um Big Bang?


O ATLAS
O maior dos quatro (quatro??? o0) detectores de partículas do LHC é um gigante de 7.000 toneladas, 46 metros de comprimento e 25 metros de altura


Como uma máquina européia de 27 quilômetros e R$ 10 bilhões vai investigar as origens do Universo


No princípio, era o nada. aí, 13,7 bilhões de anos atrás, o nada explodiu. E virou tudo – as galáxias, as estrelas, os planetas e até uma civilização capaz de construir uma máquina estranha chamada Large Hadron Collider (grande colisor de hádrons), ou LHC, enterrada na fronteira da Suíça com a França. Essa máquina, tem a ambição de recriar, em escala reduzida, as condições do Big Bang, aquela explosão que deu origem a tudo. Assim, 5 mil pesquisadores de 500 instituições em 50 países poderão estudar como se formou o Universo.
A experiência é tão poderosa que alguns estudiosos temem que ela produza um miniburaco negro, capaz de engolir a Terra e o Sistema Solar numa fração de segundo. Buracos negros são o resultado do colapso de estrelas gigantes. Sua massa é tão grande e concentrada que eles funcionam como ralos cósmicos, atraindo tudo a seu redor, até mesmo a luz. Eles poderiam surgir dentro do LHC por causa das condições de temperatura e pressão descomunais, de acordo com uma teoria publicada pelo físico inglês Stephen Hawking em 1974. “Existe a possibilidade da criação de um buraco negro no LHC”, diz Ignacio Bediaga, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, no Rio de Janeiro, um dos 50 brasileiros que participam do projeto. “Mas ela é muito remota. Caso se confirme, o buraco negro será tão pequeno que se evaporará num instante.”
Segundo Jun Takahashi, da Unicamp, “essa história acontece toda vez que um novo acelerador entra em operação”. Takahashi também trabalha no acelerador RHIC (Relativistic Heavy Ion Collider), em Long Island, nos Estados Unidos. Em 2000, quando o RHIC estava para ser ligado, houve o mesmo temor. “O RHIC foi inaugurado, e nós continuamos vivos, não é?”, diz Takahashi.
Há quem tema outro tipo de buraco negro: o que faz desaparecer dinheiro. O LHC custa 4 bilhões de euros (R$ 10 bilhões). O projeto é bancado pela Organização Européia para a Pesquisa Nuclear (Cern), com sede em Genebra, na Suíça. Para os europeus, pode valer a pena. Depois de sete décadas de predomínio americano nas pesquisas nucleares, eles têm agora um acelerador de partículas sete vezes mais potente que o Fermilab, perto de Chicago, o maior dos EUA. Os aceleradores de partículas são demolidores de átomos. Quanto maior sua potência, mais fragmentos são produzidos – e mais observações de partículas subatômicas podem ser feitas. Dessas observações costumam sair muitos prêmios Nobel.
O LHC foi construído entre 50 e 150 metros de profundidade num túnel de 27 quilômetros de circunferência e 3,8 metros de diâmetro. O acelerador é subterrâneo por questões de segurança, pois vai gerar quantidades perigosas de radiação. Quando for ligado, o LHC vai consumir energia suficiente para abastecer os 200 mil habitantes da vizinha Genebra. Em seu interior, circularão jatos de prótons, partículas que ao lado dos nêutrons formam o núcleo dos átomos. Dois feixes de prótons serão acelerados em direções contrárias por meio de 1.640 ímãs. Para facilitar a “corrida” dos prótons, os ímãs são mantidos a uma temperatura de 271,25 graus negativos, mais frio que no espaço. Isso torna o LHC um dos lugares mais gelados do Universo, resfriado por causa de 12 milhões de litros de nitrogênio líquido – o equivalente a cinco piscinas olímpicas.
Dentro do túnel existe um vácuo artificial necessário para acelerar os prótons até 99,9999991% da velocidade da luz (300.000 quilômetros por segundo), quando darão 11.254 voltas por segundo. Zunindo em sentidos contrários, os jatos de 100 bilhões de prótons acumularão energias tremendas. Então serão jogados um contra o outro. A batida gerará uma temperatura 100 mil vezes superior à do Sol – semelhante à do Big Bang.

Os prótons vão se estilhaçar, liberando partículas subatômicas. A maioria delas é velha conhecida dos físicos – mas espera-se que algumas sejam novas, como o bóson de Higgs, o Santo Graal que se sonha encontrar com o LHC. Das 34 partículas previstas pela teoria quântica (o conjunto de leis que explica o universo subatômico), o bóson de Higgs é a única que ainda não foi observada. Sua existência foi prevista em 1964 pelo físico inglês Peter Higgs. O bóson que leva seu nome explicaria como as partículas adquirem massa. Por isso, ele é conhecido como a “partícula de Deus”: sem ele, a matéria não existiria.
“O bóson de Higgs seria mais uma peça que se encaixa no modelo”, diz Sérgio Novaes, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), outro participante do projeto. “Eu sou um pouco mais ambicioso. Espero que algo dê errado. Conto com o inesperado.” A surpresa nas experiências obrigaria os físicos a procurar novas teorias. Mesmo as teorias já existentes garantem bastante trabalho aos cientistas. Entre os vários objetivos do LHC está detectar o gráviton, partícula responsável pela gravidade, a força que nos prende à Terra e que a faz orbitar o Sol.
Para estudar as colisões, o LHC conta com quatro detectores de partículas de milhares de toneladas colocados ao longo do túnel: o Alice, o Atlas, o CMS e o LHCb. A cada segundo, ocorrerão 40 milhões de colisões, produzindo 1,5 megabyte de dados. Como a máquina vai trabalhar 24 horas por dia, ela necessita de uma infra-estrutura suficiente para processar essa quantidade colossal de dados. Daí veio a Grid, uma rede mundial de computação distribuída entre dezenas de milhares de servidores (também chamada de computação em nuvem). Seu núcleo são 50 mil computadores em Genebra, onde os dados são coletados e distribuídos para 90 grids menores. “Em cinco anos, será produzido 1 hexabyte de dados. Se fossem armazenados em discos, esses dados preencheriam 1,4 bilhão de CDs, uma pilha de 1.850 quilômetros de altura, o equivalente a 4.700 Pães de Açúcar”, diz Novaes, coordenador da grid da Unesp, uma das duas da América Latina. A outra é da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).
Se existem recursos para redes de computadores por aqui, os brasileiros se queixam da falta de dinheiro para trabalhar no Cern. “É ridículo”, diz Alberto Santoro, do Instituto de Física da Uerj. “Meu grupo recebeu a primeira parcela de US$ 70 mil da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) em setembro de 2006. A segunda parcela ainda não saiu.” Está previsto US$ 1 milhão para os brasileiros do LHC, dinheiro para pagar transporte, estadia, alimentação e material de escritório. “Essa instabilidade gera mil problemas. O tempo todo o pessoal lá no Cern pergunta: ‘Cadê a verba?’.” De acordo com Santoro, “o Brasil não tem história nem mecanismos para participar de cooperações internacionais. O LHC é a maior empreitada da física. Seria inconcebível a gente ficar de fora”.

Fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI3466-15224,00.html

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Ao meu irmão

Ca,
Sinto saudades, muitas saudades
Bom filho, irmão, pai e amigo.
Alegria era seu nome.
Trabalho seu lema.
Amizade e humildade sua herança.
Ca, você não foi. No meu coração você "É".
Amo você.
Em sua homenagem, transcrevo aqui a letra de uma música que você gosta(va) muito.
Quando a ouço, parece um toque seu: "Olha estou aqui"...e sei que está!

Tocando em Frente
Almir Sater
Composição: Almir Sater e Renato Teixeira


Ando devagar porque já tive pressa
Levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei
Eu nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou
Estrada eu sou
Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder seguir,
É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia todo mundo chora,
Um dia a gente chega, e no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

domingo, 7 de setembro de 2008

Calças boca-de-sino e pantalonas voltam à moda sem desbancar a skinny

Estilistas dão dicas do melhor modelo para cada tipo de corpo.Cintura vem marcada, sem extremos: nem muito alto, nem muito baixa.



Desculpem os adeptos de tecidos finos e leves, mas um bom par de jeans é fundamental. Claros, escuros, justos, largos, com cintura alta ou baixa, o que importa é não só estar na moda, mas saber adequá-la ao seu tipo de corpo. “A brasileira tem que descobrir como adaptar a moda à sua formação de corpo. A cintura alta só as muito magras é que vão poder usar numa altura fashion. As outras têm que usar o meio termo mesmo”, resume o estilista Luiz de Freitas, da Mr. Wonderful. Foi em busca desse meio termo que a Levi’s aumentou seu cós de 16 cm para 20 cm. “A cintura vem intermediária, nada superbaixinha nem aquela cintura alta marcada”, completa a coordenadora de estilo da marca, Renata Bizarro, que dá a dica: “A skinny, que lá fora está caindo de moda, aqui continua em alta e vende muito. Mas já dá para tirar do armário as bocas-de-sino, que vêm forte, com as pantalonas”.

Quadril largo
Para Renata, o modelo boca-de-sino pode ser usado por mulheres com o quadril mais largo, que ficam com a silhueta balanceada. Já as skinny são melhores em quem tem pouco bumbum e perna fina. “Quem é magra e alta é como cabide, pode usar tudo”, sintetiza.


Para a estilista da Doc Dog, Thais Protti, além da boca de sino, quem tem muito quadril pode optar ainda por um modelo reto. “A calça com volume no quadril só favorece a mais gordinha se tiver boca larga tipo pantalona, mas aí não pode ser baixinha. A gordinha é valorizada pela calça reta, com cintura mais alta, dois dedos abaixo do umbigo”, detalha ela.

Altura da cintura
Vista nas passarelas, a cintura acima do umbigo é vistas com algumas ressalvas no mercado e por quem realmente importa, os consumidores. “O modelo da calça seja cintura bem alta, vale. Mas a cintura vai subir, com uns dedos abaixo do umbigo, deixando a mulher mais clássica e feminina”, ratifica Jéssica Lengyel, da Colcci. “A cintura baixa favorece as mais magras. As cinturas mais altas são melhores para as mais cheias, porque segura mais a barriga”, ensina Jéssica, que desenha os modelos vestidos por Gisele Bündchen nas semanas de moda brasileiras.

Baixinhas x altas
Para Thais, da Doc Dog, não precisa ter altura de modelo para poder usar a cintura marcada, mesmo de salto baixo. ”As de perna curta e corpo longo podem usar cintura mais alta, alonga demais”, avisa, dizendo que a skinny também têm o poder de alongar, mas são “proibidas para pernas com volume”. Para as altas, ela sugere a calça “aladin”: “Não devem ser usadas por quem tiver menos de 1,65 m e, mesmo quem tem mais, não pode ter muito quadril”. As magras e altas, no que depender de Ricardo Nasser, da Armadillo, podem usar e abusar da skinny. “Com a medida da entreperna mais comprida, o look deixa propositalmente um franzido na altura do calcanhar, ideal para as magrinhas e altas”, diz.
Sapatos
Com as pantalonas e bocas-de-sino de volta, além das plataformas, os pés podem vir de sapatilhas. “Com skinny, nos pés vêm sapatilhas e sandálias baixinhas”, diz Ricardo Nasser, da Armadillo. “Além das sapatilhas, a meia-pataca ficam bem”, reitera Jéssica, da Colcci.

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL746907-5606,00-CALCAS+BOCADESINO+E+PANTALONAS+VOLTAM+A+MODA+SEM+DESBANCAR+A+SKINNY.html

ARQUEÓLOGOS FAZEM NOVAS DESCOBERTAS NO PERU

Arqueólogos do Instituto Nacional de Cultura peruano descobriram um muro do período incaico, duas salas e duas covas com oferendas funerárias na fazenda Pumamarca, próxima à cidade de Cusco, sudoeste do país, informou neste sábado o jornal El Comércio de Lima. Segundo os arqueólogos, as descobertas podem fazer parte do palácio de Mama Anahuarque, uma das esposas de Pachacútec, imperador dos incas entre 1438 e 1471. Antes de iniciar as escavações eram visíveis apenas o monte, uma fonte onde se prestava culto à água desde a época pré-incaica, dois locais para adoração e a entrada principal do palácio, que se encontra fechada. De cada lado da entrada foram descobertos duas salas de estrutura arquitetônica retangular. As escavações realizadas no primeira sala permitiram encontrar dois corpos enterrados a um metro e vinte e dois centímetros de profundidade. (ANSA)
Fonte:http://www.ansa.it/ansalatinabr/notizie/fdg/200809061629323972/200809061629323972.html

Coronel pede acesso a supostos 'arquivos ufológicos' da Aeronáutica

Coronel defende acesso a documentos sigilosos da Aeronáutica (Foto: Daniel Haidar/G1)

Militar apóia liberação de supostos documentos da Aeronáutica sobre óvnis.Antônio Celente Videira diz acreditar em vida extraterrestre.

Em época de discussão sobre a abertura dos arquivos secretos da ditadura militar (1964-1985) e uma possível revisão da Lei de Anistia, o coronel da reserva da Aeronáutica Antônio Celente Videira, 61 anos, pede liberação de acesso a supostos documentos secretos sobre aparições de objetos voadores não-identificados (óvnis) no espaço aéreo brasileiro. Celente, que é professor da Escola Superior de Guerra (ESG), deu a palestra "Discos voadores: uma análise estratégica" no sábado passado (6) no 12o. encontro "Diálogo com o Universo" que reúne aficionados por ufologia em Botucatu, a 238 km de São Paulo. Ele diz ser contra uma mudança na Lei de Anistia e o acesso a documentos da ditadura. "Arquivos da ditadura são mais polêmicos. Quando foi feita a anistia, foi para os dois lados. Agora querem fazer para um lado. É mexer em feridas que estão cicatrizadas", disse o coronel ao G1. Ufólogos pediram à Presidência da República a liberação de arquivos da Aeronáutica com supostas ocorrências de óvnis. O militar, que acredita em vida extraterrestre, considera a exigência oportuna. "Os ufologistas aproveitaram esse negócio da abertura política para conseguir abertura dos arquivos ufológicos. Foi uma estratégia sábia", disse. Na palestra, o militar disse que a Aeronáutica registra relatos de pilotos sobre óvnis desde 1954. Chegou a ser criado, em 1969, o Sistema de investigação de Objetos Aéreos Não-identificados (Sioani), segundo o coronel, mas o órgão foi extinto em 1972. O coronel, que nunca foi piloto, disse que colegas já o relataram ter visto óvnis. Mas, o militar acha que a burocracia desestimula pilotos a comunicarem oficialmente "avistamentos", a visão de óvnis, que, para ele, são extremamente raras. "Simplesmente se registra e coloca nos arquivos do Comdabra (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro)", disse. Ele cita a criação de órgãos militares de investigação de óvnis em outros países como justificativa para uma política semelhante no Brasil. Mas, mesmo expressando apoio a uma abertura dos "arquivos ufológicos" brasileiros, Celente acha que não vão surgir "coisas inéditas" com a liberação dos registros sigilosos. No encontro de ufólogos, conferencistas e curiosos não cansaram de repetir que os extraterrestres estão chegando. Alguns disseram que alienígenas já passaram por aqui. E o coronel, acha que o contato com alienígenas está próximo? "Acho que vamos ter algumas surpresas em conseqüência do avanço da tecnologia", responde com cautela.

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL751268-5605,00-CORONEL+PEDE+ACESSO+A+SUPOSTOS+ARQUIVOS+UFOLOGICOS+DA+AERONAUTICA.html

sábado, 6 de setembro de 2008

'Capa da invisibilidade' poderia ser neutralizada


Depois que cientistas da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA), anunciaram que estão mais perto de criar a 'capa da invisibilidade', através de materiais desenvolvidos com a capacidade de desviar a luz, pesquisadores da Universidade de Shanghai Jiao Tong , na China, afirmaram que - em teoria - já teriam condições de reverter esse efeito com uma 'anticapa da invisibilidade'.
Segundo informações publicadas pelo site Science Daily, os cientistas chineses afirmam que a sua anticapa da invisibilidade seria criada com um material capaz de 'trazer a luz de volta' ao objeto coberto por ela, fazendo com que ele voltasse a ser visível.
A pesquisa dos cientistas americanos que anunciava a capa da invisibilidade foi publicada pela BBC no mês passado. Segundo a agência, os materiais desenvolvidos por estes cientistas - chamados de meta-materiais - têm propriedades que fazem a luz 'se dobrar' de forma não natural.
Bastaria cobrir um objeto com uma capa feita por estes meta-materiais, que o objeto pararia de absorver e refletir a luz. No lugar disso, a luz desviaria dele e iluminaria o que estivesse atrás, tornando-o assim invisível.
De acordo com o Science Daily, o material da anticapa dos cientistas chineses teria propriedades ópticas que corresponderiam de uma forma 'perfeitamente oposta' às propriedades dos meta-materiais criados pelos americanos. Este material chinês receberia a luz desviada pela capa da invisibilidade e a 'guiaria de volta', tornando o objeto visível novamente.
Mas não é apenas para neutralizar os efeitos da capa da invisibilidade que o material chinês seria usado.
Segundo os pesquisadores da China, a capa da invisibilidade tem um problema: não permite que uma pessoa coberta por ela veja o que está do lado de fora. Para quem estivesse dentro, a capa faria 'desaparecer' também tudo o que estivesse fora dela.
A anticapa da invisibilidade resolveria o problema. Se o material fosse adicionado à camada interna da capa da invisibilidade, a pessoa coberta por ela poderia ver sem ser vista, criando o disfarce ideal.

Fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3161360-EI8146,00-Capa+da+invisibilidade+poderia+ser+neutralizada.html

Parques naturais são criados na Suíça

A Secretaria Federal de Meio Ambiente dá luz verde para a criação de nove parques naturais de importância nacional na Suíça. Por trás da nova denominação, o governo quer promover não apenas a proteção da natureza, mas também o desenvolvimento econômico e sustentado das regiões envolvidas.

Todos os projetos entregues em janeiro de 2008 foram considerados "positivos" pela Secretaria do Meio Ambiente (Ofev, na silga em francês). Ela também avaliou se a natureza e a paisagem das regiões correspondem aos critérios necessários, se o projeto está integrado à região e se este é realizável no todo.
Assim poderiam ser criados em breve oito novos parque regionais naturais, assim como um novo parque natural de vivência. Por enquanto, trata-se ainda de uma idéia para o futuro, pois a denominação "parque" ainda não foi definitivamente criada, como explica Bruno Oberle, diretor do órgão. Apenas as candidaturas foram aceitas, o que permite aos iniciadores dos projetos começar o seu planejamento.
O trabalho deve durar alguns anos, sobretudo pela necessidade de se atender às rígidas leis. Um parque natural de importância nacional deve garantir não apenas a proteção da paisagem e da natureza, mas também do desenvolvimento econômico sustentado destas. Isso também obriga atender critérios pedagógicos ambientais.
Estes critérios foram cumpridos apenas pela biosfera "Unesco" em Entlebuch, localizada no cantão de Lucerna (centro da Suíça), que em julho passado recebeu a denominação "parque natural regional". Trata-se da primeira deste tipo na Suíça, fora o Parque Nacional Suíço criado em 1914 no cantão dos Grisões (leste da Suíça).

Impulso ao turismo
Desde que a nova Lei de proteção à natureza e à pátria de 1° de dezembro de 2007 entrou em vigor, vários projetos de parques naturais de importância nacional surgiram, apesar de ainda ser muito vaga a sua utilidade econômica ou turística.
"Em primeira linha, os habitantes das regiões envolvidas nos projetos de parque precisam estar de acordo", ressalta Oberle. "Existem cidades, universidades, grandes bancos ou multinacionais como trunfo na manga. Outras regiões se destacam, pelo contrário, mais pela beleza da sua paisagem e pela elevada qualidade de vida".
Com o novo "selo" de parques, essas regiões ganham um bom instrumento para colocar em prova seu caráter único e aproveitam melhor as suas potencialidades econômicas.
Se aceitas, elas recebem apoio financeiro do governo federal: entre 280 mil e 1,42 milhão de francos por projeto de parque. No total, estão previstos 7,4 milhões de francos dos cofres públicos para esse projetos. Alguns cantões consideram essa contribuição muito reduzida.
Os projetos de parque já podem receber na sua fase de preparação o título "candidato". Isso possibilita ações de marketing na área de turismo ecológico, assim como participação no produto "Viagens ecológicas", que a Suíça Turismo, órgão oficial de turismo do país, pretende lançar no ano que vem.

Objetivos ambiciosos
Parques naturais são associados geralmente com reservas. Porém, esse termo foi expandido nos últimos anos. Além da proteção à natureza e da paisagem natural, hoje um parque natural também tem objetivos "econômicos".
"Estou convencido de que não existe uma contradição entre economia e proteção à natureza", afirma Oberle. "Ao contrário, uma utilização racional, lógica e econômica dos nossos recursos naturais é a condição necessária para o desenvolvimento sustentado de uma região."
Esse otimismo não é compartilhado necessariamente pelas ONGs. "Em algumas das dez candidaturas apresentadas percebemos que os aspectos econômicos são muito mais importantes do que a proteção da natureza", lamenta Otto Sieber, secretário-geral da Pro Natura. "Precisamos estar alertas nos próximos anos, sobretudo para assegurar que as exigências legais sejam cumpridas."
Com os novos projetos de parques, o Parque Nacional da Suíça e a biosfera de Entlebuch, cerca de sete por cento do território helvético já são áreas de proteção. Isso corresponde a duas vezes o território do cantão da Argóvia.
E o território protegido continuará a crescer. Até nove de agosto de 2009, novos pedidos de criação de parques naturais podem ser entregues à Secretaria do Meio Ambiente. Espera-se, sobretudo, a candidatura dos cantões latinos, como o Ticino – com o Parque Nacional Locarnese – assim como os Grisões – Parque Nacional de Adula.

Fonte:http://www.swissinfo.ch/por/capa/Parques_naturais_sao_criados_na_Suica.html?siteSect=105&sid=9651707&cKey=1220621984000&ty=st