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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Moradores voltam a temer Ovnis em Itatira, Ceará

Os 17.689 habitantes de Itatira estão evitando andar a noite pelas estradas com medo dos objetos não identificadosItatira. Os Objetos Voadores Não Identificados (Ovnis) estão de volta a esta cidade, nos Sertões de Canindé. Moradores das localidades de Contendas, Arisco, Conjunto Novo e Volta da Jurema estão apavorados com a presença dos objetos que voltaram a ocupar o espaço nos céus da região, nos últimos dois meses. Os 17.689 habitantes estão evitando andar à noite pelas estradas.Donas-de-casa, agricultores, estudantes, comerciantes, vaqueiros e motoristas afirmam que já viram objetos luminosos durante a noite em cores azul, vermelha e amarela. Todos na região descrevem da mesma maneira. O objeto se move rápido, irradia uma luz forte, provoca um calor enorme e não emite barulho.Segundo a estudante Luciana Cristina, 17 anos, que reside na comunidade de Contendas, o objeto luminoso surge do nada e irradia uma luz de cor laranja bem forte a ponto de aumentar a temperatura do corpo em segundos. “Foram diversas aparições, mas só consegui fotografar uma, no dia 28 de março, às 20h30, deste ano”, disse. “Muitas pessoas já viram esse objeto estranho, não sabemos precisar o que realmente é, mas que deixa muito medo”.O vaqueiro Adenil Braga dos Santos, 34 anos, ficou três dias sem dormir impressionado com o que viu numa viagem a cavalo de Marcajá, região de Santa Quitéria, para sua residência, no Conjunto Novo, na sede de Itatira. “Era uma luz de cor vermelha, que emitia um calor intenso e, quanto mais eu corria, mais ela me seguia, foi uma noite de pânico”. Quem também jura que viu o objeto luminoso é o evangélico Maximiano Carmo, 82 anos. Segundo ele, uma luz emitiu uma onda de calor sobre ele. “Meu neto gritou: vô, olha a luz e quando olhei para cima desmaiei devido à quentura sobre meu corpo ser acima do normal”.Formato do objetoEm Contendas, Maria Gomes Anunciação, 73 anos, descreve o formato do objeto. “Uma luz vermelha que clareou a madeira, foi jogada sobre meu corpo. Tive que me abrigar sobre uma árvore para evitar o pior”, conta ela, que vinha da casa de uma amiga. Sua filha, Maria José Duarte, 43 anos, diz que já viu três vezes. “Começou pequena, do tamanho de uma estrela, com uma cor avermelhada, depois foi formando, aumentou e ficou azul paralisado no ar e após ficar cinza sumiu”.Um depoimento que chama atenção é do empregado da Prefeitura de Itatira, Antônio Cavalcante, 39 anos. Ele disse que viu o objeto na localidade de Volta da Jurema. “É tipo um avião de 3 a 4 metros de comprimento. Redondo e comprido. A sua fuselagem é cor prata, tem vidros azuis na frente e um trem de pouso preto”. Ele chegou a desenhar o objeto para provar o que viu. “Emite uma luz vermelha que causa calor intenso, tem cor azul”. Segundo ele, a perseguição durou em torno de 23 minutos. “Fiquei com muito medo. Esse jogo de luz me causou problemas até para dormir. Estou sem conseguir repousar tranquilo há três meses”, contou.José Wilson, da comunidade de Ariscos, perdeu o tempo da marcha de sua moto ao ser perseguido pelo objeto luminoso e teve que jogar o transporte dentro do mato. “Este aparelho, que não sei explicar o que é, ficou jogando uma luz forte sobre minha moto por mais de 15 minutos. Fiquei escondido debaixo de uma árvore. O diâmetro da luz gira em torno de 8 metros, e tomou toda a estrada”, disse. “Quando tentei ir para casa, a bateria da moto estava descarregada”.O ufólogo Agobar Peixoto explica que, de 10 em 10 anos, os objetos se concentram numa área, fazendo uma varredura no Ceará. Esses objetos são do tamanho de um carro normal e emite uma energia luminosa muito forte.Segundo o presidente do Centro de Ufologia Brasileira, Milton Dino Frank Júnior, é importante explicar que Ovni, como o nome sugere, é um objeto voador não identificado e não necessariamente uma nave espacial ou qualquer outra coisa extraterrestre. “Quem trabalha com ufologia não são caçadores de ET (extraterrestre). A ufologia se preocupa com a segurança do espaço áereo”. Para ele, o relato das testemunhas é muito mais importante do que os registros de fotos ou filmagens, por mais que esses relatos não possam ser usados como provas científicas.Em Itatira, já foram registradas 273 aparições de 21 de novembro de 2008 até a data de 8 de abril de 2009.

Fonte:http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=629718

domingo, 7 de setembro de 2008

Calças boca-de-sino e pantalonas voltam à moda sem desbancar a skinny

Estilistas dão dicas do melhor modelo para cada tipo de corpo.Cintura vem marcada, sem extremos: nem muito alto, nem muito baixa.



Desculpem os adeptos de tecidos finos e leves, mas um bom par de jeans é fundamental. Claros, escuros, justos, largos, com cintura alta ou baixa, o que importa é não só estar na moda, mas saber adequá-la ao seu tipo de corpo. “A brasileira tem que descobrir como adaptar a moda à sua formação de corpo. A cintura alta só as muito magras é que vão poder usar numa altura fashion. As outras têm que usar o meio termo mesmo”, resume o estilista Luiz de Freitas, da Mr. Wonderful. Foi em busca desse meio termo que a Levi’s aumentou seu cós de 16 cm para 20 cm. “A cintura vem intermediária, nada superbaixinha nem aquela cintura alta marcada”, completa a coordenadora de estilo da marca, Renata Bizarro, que dá a dica: “A skinny, que lá fora está caindo de moda, aqui continua em alta e vende muito. Mas já dá para tirar do armário as bocas-de-sino, que vêm forte, com as pantalonas”.

Quadril largo
Para Renata, o modelo boca-de-sino pode ser usado por mulheres com o quadril mais largo, que ficam com a silhueta balanceada. Já as skinny são melhores em quem tem pouco bumbum e perna fina. “Quem é magra e alta é como cabide, pode usar tudo”, sintetiza.


Para a estilista da Doc Dog, Thais Protti, além da boca de sino, quem tem muito quadril pode optar ainda por um modelo reto. “A calça com volume no quadril só favorece a mais gordinha se tiver boca larga tipo pantalona, mas aí não pode ser baixinha. A gordinha é valorizada pela calça reta, com cintura mais alta, dois dedos abaixo do umbigo”, detalha ela.

Altura da cintura
Vista nas passarelas, a cintura acima do umbigo é vistas com algumas ressalvas no mercado e por quem realmente importa, os consumidores. “O modelo da calça seja cintura bem alta, vale. Mas a cintura vai subir, com uns dedos abaixo do umbigo, deixando a mulher mais clássica e feminina”, ratifica Jéssica Lengyel, da Colcci. “A cintura baixa favorece as mais magras. As cinturas mais altas são melhores para as mais cheias, porque segura mais a barriga”, ensina Jéssica, que desenha os modelos vestidos por Gisele Bündchen nas semanas de moda brasileiras.

Baixinhas x altas
Para Thais, da Doc Dog, não precisa ter altura de modelo para poder usar a cintura marcada, mesmo de salto baixo. ”As de perna curta e corpo longo podem usar cintura mais alta, alonga demais”, avisa, dizendo que a skinny também têm o poder de alongar, mas são “proibidas para pernas com volume”. Para as altas, ela sugere a calça “aladin”: “Não devem ser usadas por quem tiver menos de 1,65 m e, mesmo quem tem mais, não pode ter muito quadril”. As magras e altas, no que depender de Ricardo Nasser, da Armadillo, podem usar e abusar da skinny. “Com a medida da entreperna mais comprida, o look deixa propositalmente um franzido na altura do calcanhar, ideal para as magrinhas e altas”, diz.
Sapatos
Com as pantalonas e bocas-de-sino de volta, além das plataformas, os pés podem vir de sapatilhas. “Com skinny, nos pés vêm sapatilhas e sandálias baixinhas”, diz Ricardo Nasser, da Armadillo. “Além das sapatilhas, a meia-pataca ficam bem”, reitera Jéssica, da Colcci.

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL746907-5606,00-CALCAS+BOCADESINO+E+PANTALONAS+VOLTAM+A+MODA+SEM+DESBANCAR+A+SKINNY.html