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domingo, 15 de março de 2009

Patos homossexuais colocam em risco sobrevivência da espécie

Um casal de machos está ameaçando acabar com a espécie dos patos-d'asa-azul no Reino Unido. Os machos deveriam reproduzir com a única fêmea do país, mas não estão interessados nela.

Os funcionários do santuário de pássaros do Centro Arundel Wetland, no Reino Unido, têm esperanças de que a única fêmea de pato-d'asa-azul do país, chamada Cherry, possa reproduzir e criar novos patinhos. Os pretendentes são os machos Ben e Jerry. Os três são os últimos exemplares da ave originária da Nova Zelândia no país, noticia o jornal britânico Daily Telegraph. O problema é que os dois machos não estão dando bola para Cherry. Eles são um casal de namorados inseparável. “Eles ficam juntos o tempo todo, desfilando por todos os lugares, grasnando um para o outro, como os machos fazem para atrair as fêmeas”, disse Paul Stevens, diretor do Centro. “As pessoas que os visitam acham que são um casal fantástico, sem saber que na verdade são dois machos”. Apesar disso, Cherry não se mostra preocupada: ela fica bem sozinha.
A primeira tentativa de reprodução foi com Ben, mas nem o macho nem a fêmea se mostraram interessador em procriar. Então, os funcionários do santuário trouxeram Jerry de Londres. “Cherry pareceu gostar dele. Aproximou-se, fez sons e pareceu que já estava fazendo um ninho. Pensamos que tudo estava indo bem, mas nada aconteceu”, afirmou Stevens. Segundo o diretor do Centro, para espanto de todos, os dois machos se uniram e parecem realmente gostar um do outro. "Seria ótimo termos uma última ninhada de Cherry, mas Ben e Jerry estão se mostrando um casal muito amável”, disse.

Fonte:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63519-15227,00-PATOS+HOMOSSEXUAIS+COLOCAM+EM+RISCO+SOBREVIVENCIA+DA+ESPECIE.html


sexta-feira, 25 de julho de 2008

Rebeca recebe nova suspensão e corre o risco de ser banida do esporte


A nadadora brasileira Rebeca Gusmão, suspensa por dois anos por doping devido a um exame realizado nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro de 2007, foi informada nesta quinta-feira de que foi punida novamente pela Federação Internacional de Natação, a Fina, e agora corre o risco de ser banida do esporte.

Advogado da atleta acha que ainda não há o risco de ela ser banida do esporte
De acordo com informe divulgado pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Rebeca foi punida pelo Painel de Doping da Fina novamente por excesso de testosterona, em exames que datam dos dias 25 e 26 de maio de 2006, durante o Campeonato Brasileiro Absoluto, o Troféu Brasil de natação.De acordo com o advogado da nadadora, Breno Tannuri, porém, o risco de a nadadora ser banida ainda não existe ao menos por ora, uma vez que a defesa de seu caso de 2007 aguarda audiência com a Corte Arbitral do Esporte (CAS), ainda sem data marcada."Não existe embasamento para a Fina simplesmente banir a Rebeca do esporte pra sempre, já que emitiu o parecer de um caso de 2006, mas ainda não o de 2007. Além disso, podemos recorrer também desta nova decisão", antecipou Tannuri ao UOL Esporte ao telefone.Inicialmente, o novo parecer deixa Rebeca Gusmão afastada até 2010, uma vez que a punição começou a valer dia 17 de julho deste ano e também tem validade de dois anos. Antes disso, a nadadora já estava afastada das competições oficialmente desde o dia 2 de novembro de De acordo com Tannuri, que está na Espanha, Rebeca deve ter recebido a notícia pela imprensa, uma vez que a última conversa que teve com a nadadora foi na semana passada. "Estou cuidando de um outro caso e ainda não voltei a falar com ela. Durante todo esse tempo, ela estava ciente de que isso poderia acontecer", disse o advogado. Apesar do cenário nebuloso para a continuidade da carreira de Rebeca, Tannuri afirmou que a defesa da nadadora fará o esperado, recorrerá de todos os processos possíveis. "Primeiro, temos essa audiência para discutir o caso de 2007. Depois, vamos a esse", continuou o advogado, que espera que a nova suspensão também chegará ao CAS, instância máxima do esporte."A Fina deve encaminhar o caso ao CAS, tenho certeza, e nós vamos recorrer dele também", finalizou Tannuri.

Fonte:http://olimpiadas.uol.com.br/ultimas/2008/07/24/ult5584u3021.jhtm