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sábado, 28 de março de 2009

A estrela de cinco pontas

Por que a Astrologia associa o planeta Vênus à simbologia do amor e da beleza? A Astrologia é principalmente baseada nos mitos, ou seja, nos arquétipos da Mitologia Grega. Os nomes dos planetas são associados, então, a um tipo de ‘deus’ que na cosmologia grega tinha uma determinada expressão caracterológica. Por essa razão, quando pensamos em Vênus, pensamos na deusa da beleza e do amor. Apesar de Vênus não ter somente essa atribuição, até mesmo porque existem muitas manifestações do universo feminino representado por essa deusa, podemos considerar que a atribuição dada pela astrologia tradicional ainda é considerada correta. Alexander Rupert (astrólogo alemão, nascido em Stuttgart, em 23 de maio de 1913) indica que os ciclos de Vênus são associados à experiência da individualidade e são importantes no processo de conhecimento interior e do amadurecimento emocional. Interessantes trabalhos publicados por astrólogos renomados indicam que haveria principalmente duas expressões de Vênus (seria a tão falada dualidade feminina?), ou seja, uma Vênus passiva e outra ativa, uma Vênus da beleza e uma da guerra! Os antigos astrólogos da Babilônia indicavam que quando Vênus era uma estrela matutina, surgia no horizonte antes do nascer do Sol, devia ser considerada uma deusa guerreira. Em contrapartida, quando aparecesse no final do dia, (ou Vênus vespertina), ela teria as qualidades de uma deusa feminina do Amor. O nome grego atribuído a esta Vênus matutina seria Phosphoros, que significa Luz, ou seja, Lúcifer em latim. A Kabala diz que cada sefira tem uma metade feminina ou receptiva (em relação à sefira superior) e uma metade masculina, ou seja ativa, em relação à sefira inferior. Assim, essa manifestação, seja passiva que ativa, se aplicaria a qualquer planeta e também a Vênus, consequentemente. Vênus, ao aparecer no céu, durante sua órbita de 224 dias e 3/4, desenha no céu ao longo de um período de nove anos uma estrela perfeita de cinco pontas. Cada ponta da estrela leva um ano e oito meses para ser tocada novamente. Segundo Pitágoras, o Pentagrama (de penta = cinco) era considerado o símbolo da perfeição. Desta forma, quando o pentagrama se fecha no momento em que Vênus se junta ao Sol na aurora, estaria se delineando no céu um momento de perfeição divina, de renascimento e de iniciação, simbolizando a perfeição da humanidade criada por Deus. Ao surgir de manhã, Vênus, que ficou invisível no céu durante nove meses, renasce e faz renascer em nós a esperança e a fé, difundindo um sentimento de amor. Os astrólogos astecas diziam que esta manifestação era o Guerreiro Espiritual Quetzalcoatl, que voltava da batalha do mundo da Xibalba, onde havia enfrentado os Senhores da Noite e da Morte. Na manhã do dia 28 de março próximo, Vênus faz sua aparição matutina, e é, portanto, a Vênus guerreira, também associada à deusa Isthar dos povos da Babilônia, que era uma Deusa Lunar. Aliás, essa conjunção Vênus/Sol acontecerá logo depois da Lua Nova do dia 26 e ainda sob sua influência. Lua nova em Áries, conjunção Sol e Vênus em Áries. Sendo ela a chamada Estrela Matutina (como é também lembrada nas ladainhas à Nossa Senhora do universo católico) estaria consequentemente nos mostrando que para enfrentarmos de forma ativa este período de lutas e de enfrentamentos, que nos espera neste momento, devemos usar a força feminina de maneira ativa. Sim, as mulheres podem ser guerreiras, podem pegar em armas, podem levantar a voz, como o fazem quando querem defender sua prole, suas crias, seu ninho de amor. Seria esta uma atitude ativa, mas ao mesmo tempo mitigada pelo sentimento de amor. As mulheres, seres complexos e completos, podem com seu poder dual indicar o caminho para a humanidade. A mulher é Sacerdotisa e é Papisa, (no Tarot) ela tem a sabedoria e sabe defender aquilo que ama. A Vênus matutina, portanto, pode estar nos dando este recado: mulheres, vão à luta se quiserem salvar a humanidade! Em sincronia com o universo, e se quisermos modificar algo em nossa vida pessoal, ao mesmo tempo em que nos unimos às forças celestes, na manhã do dia 28 próximo, eu sugiro que façamos uma meditação focalizando nosso chakra cardíaco, fazendo com que a Luz do Sol e de Vênus inunde nosso ser com sentimentos de amor e paz. Podemos também usar em nosso pescoço (sobre o chakra cardíaco) um pentagrama que nos protegerá dos males que atingem principalmente nosso coração (ai, os males de amor!). O Fogo do Sol é um poderoso cicatrizante e a harmonia de Vênus será um lenitivo para nossas feridas. Podemos desenhar um pentagrama no chão, com giz, e nos sentar dentro dele para meditar. Se pudermos, podemos acender uma vela em cada ponto da estrela de cinco pontas e unir nossos corações femininos ao universo para pedir a tranqüilidade da Paz Interior. Esse será um dia ideal para podermos dar um start’ em nossa vida, acendendo uma centelha de esperança em nossos corações. Para constar como informação, dou em seguida as ultimas datas do aparecimento da Vênus matutina:08.06.2004 - no signo de Gêmeos, quando o planeta Vênus foi ocultado dentro do disco solar;13.01.2006 - em Capricórnio;18.08.2007 - em Leão;E agora, em 27.03.2009 - nos primeiros graus de Áries.Seguindo esse ciclo, que se repete a cada vinte meses, encontraremos as próximas conjunções da Vênus matutina em 28.10.2010, a 5o de Escorpião e, por fim, oito anos depois da série, Vênus voltará ao signo de Gêmeos, em 5 de junho de 2012, quando estará novamente ocultada pela esfera solar.
O Gênio cabalístico que preside o dia 28 de março, nas primeiras horas da manhã, é o Gênio de nº 09, Haziel, cujo salmo de oração é o nº 24. Orem, meditem e sintam a Paz inundar seu corpo todo com uma luz brilhante e regeneradora.
Graziella Marraccini
Fonte:http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=08492

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Cientistas detectam vestígios de colisão entre planetas

Nuvem de poeira densa ao redor de estrela dupla indica que dois planetas se destruíram em órbita
Dois planetas semelhantes à, em órbita de uma estrela parecida com o Sol, a cerca de 300 anos-luz, sofreram uma violenta colisão em tempos recentes, dizem astrônomos americanos em artigo que será publicado na edição de dezembro do Astrophysical Journal.

"É como se a Terra e Vênus tivessem colidido um com o outro", disse um dos autores do trabalho, Benjamin Zuckerman, da Universidade da Califórnia, Los Angeles. "Astrônomos nunca tinham visto algo assim antes. Aparentemente, granedes colisões catastróficas podem ocorrer em sistema s solares maduros".

"Se houvesse algo em qualquer um dos planetas, a colisão maciça teria varrido tudo em questão de minutos... a extinção definitiva", diz o co-autor Gregory Henry, da Universidade estadual do Tennessee. "Um disco de poeira emissora de raios infravermelhos ao redor da estrela é a testemunha silenciosa do evento".
Zuckerman, Henry and Michael Muno, um astrônomo que na época da pesquisa atuava no Instituto de Tecnologia da Califórnia, estavam estudando a estrela BD+20 307, cercada por uma quantidade de poeira 1 milhão de vezes maior que a circunda o Sol.

"Esperávamos ver que BD+20 307 era uma estrela jovem, com poucos milhões de anos, e a poeira marcaria os estágios finais da formação do sistema planetário", disse Muno.

Essas expectativas se frustraram, no entanto, quando a astrônoma Alycia Weinberger anunciou que BD+20 307 era uma estrela binária - duas estrelas girando em torno de um centro comum.

Novos dados revelaram que as estrelas que compõem o par são muito semelhantes em tamanho, composição e massa ao Sol. Os cientistas explicam que a colisão entre os planetas não foi observada diretamente, mas deduzida a partir da idade das estrelas e do fato de a nuvem de poeira estar a uma distância do par semelhante á que separa o Sol da Terra e Vênus. Se a hipótese estiver correta, esse também representa o primeiro sinal de planetas em torno de uma estrela binária.

Os pesquisadores envolvidos no estudo lembram que simulações da estabilidade do Sistema Solar não descartam a possibilidade de uma colisão de Mercúrio com a Terra ou Vênus, numa escala de bilhões de anos.

Zuckerman lembra que a teoria predominante para a origem da Lua envolve a colisão da Terra com uma massa planetária no passado.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Cláudia Raia vira estrela no Projac

Cláudia Raia não é a favorita de "A Favorita", no Projac. A atriz mal cumprimenta os colegas da novela. Sempre na dela, grava e vai embora. Deve estar exausta de tanto gravar. Colocaram cenas extras para Donatela. Em "Sete Pecados", também da Globo, ela de indispôs com o autor Walcyr Carrasco por reclamar do texto. Sua personagem foi morta e saiu antes do final.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Nasa descobre '2ª estrela mais brilhante da Via Láctea'

Astrônomos da Nasa identificaram uma estrela que pode ser a segunda mais brilhante da Via Láctea. Identificada como "estrela da nebulosa Peony", o astro foi revelado por meio de imagens do telescópio espacial Spitzer.
A descoberta foi divulgada pela em artigo na publicação científica Astronomy and Astrophysics.Segundo os astrônomos, ela brilha com a intensidade estimada de cerca de 3,2 milhões de Sóis como o do sistema solar. Os cientistas acreditam que a estrela poderia até competir com a Eta Carinae - que tem brilho aproximado ao de 4,7 milhões de Sóis - pelo título de estrela mais brilhante da galáxia.Isso porque, de acordo com os astrônomos, é difícil medir com exatidão a luminosidade dos astros, e a estrela da nebulosa Peony poderia ser mais brilhante.Luz infravermelha"A estrela da nebulosa Peony é uma criatura fascinante. Parece ser a segunda estrela mais brilhante que conhecemos na galáxia e está localizada bem do centro da Via Láctea", disse Lidia Oskinova, da equipe de astrônomos."Há provavelmente outras estrelas tão brilhantes, se não mais brilhantes, que permanecem escondidas de nossa visão", afirmou.Os cientistas já sabiam da existência da estrela, mas por causa de sua localização, numa região com muitas nuvens de poeira cósmica, sua luminosidade não havia sido revelada até agora.Segundo a Nasa, o brilho da estrela foi identificado graças à tecnologia do telescópio Spitzer, que permite a visualização de regiões um sensor de luz infravermelha.
Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2008/07/17/nasa_descobre_2_estrela_mais_brilhante_da_via_lactea_1450927.html