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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Manvendra Singh Gohil: o príncipe que fez parar a Índia quando assumiu ser gay

Manvendra Singh Raghubir Singh Sahib Gohil é o meu nome completo, mas podem chamar-me Pink Prince. Não me ofendo, pelo contrário. Os meus antepassados, provavelmente, já adivinhavam que teriam um descendente gay, porque eu vivo num palácio vitoriano cor-de-rosa em Rajpipla, distrito de Gujarat, um dos mais prósperos estados da Índia. Nasci a 23 de Setembro de 1965 e sou o yuvaraj (príncipe) herdeiro do marajá (grande rei) Shri Raghubir Rajendrasinghji Sahib e da maharani (grande rainha) Rukmani Devi Sahiba. Tenho uma irmã mais nova, uma princesa que se casou com um príncipe de Jammu e Caxemira. A minha dinastia, Gohil, tem aproximadamente 600 anos. À semelhança de outras famílias reais que governavam os seus domínios durante o Império Britânico, a minha aceitou integrar-se na União Indiana, após a independência em 1947. Em 1968, a República da Índia invalidou os títulos de nobreza. O meu bisavô foi o último rei reconhecido, mas ainda mantivemos poderes e privilégios.
Manvendra anunciou que vai ajudar a proteger a comunidade gay indiana abrindo o primeiro asilo para idosos homossexuais da Índia uma vez que também é membro da ONG Lakshya Trust de defesa da população homossexual portadora do vírus HIV na cidade de Gujarat.
Fonte:http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1366442&idCanal=62

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Polícia do DF investiga morte de índia adolescente

A índia vivia numa casa de apoio à saúde indígena, mas foi internada às pressas no Hospital Universitário de Brasília e morreu. Legistas dizem que ela teve órgãos perfurados e sofreu violência sexual.
A polícia do Distrito Federal está investigando a morte de uma índia xavante de 16 anos que estava hospedada num abrigo, perto de Brasília. Os legistas afirmam que ela sofreu violência sexual. A índia xavante vivia com a mãe há um mês numa casa de apoio à saúde indígena, a 45 quilômetros de Brasília. Ela tinha 16 anos e era da aldeia São Pedro, no município de Campinópolis, em Mato Grosso. A adolescente estava em Brasília para fazer tratamento médico. Quando criança teve meningite e ficou com seqüelas: não falava e usava uma cadeira de rodas para se locomover. Na quarta, foi internada às pressas no Hospital Universitário de Brasília com dores abdominais. No centro cirúrgico, não resistiu a duas paradas cardíacas causadas por infecção generalizada. Segundo o delegado da Polícia Civil que comanda as investigações, legistas do IML dizem que ela foi vítima de empalamento, porque teve órgãos internos como estômago e baço perfurados por um objeto. E o crime teria acontecido dentro da casa de apoio, onde ele estava hospedada. “Isso indica que realmente foi um ato deliberado praticado contra uma pessoa totalmente indefesa. Pretendia causar graves lesões e, com isso, a própria morte da vítima”, afirmou o delegado Antônio Romeiro.
Em nota, a Fundação Nacional de Saúde, responsável pelo abrigo e pelo acompanhamento médico dos índios, confirmou que a suspeita é de que a adolescente teria sofrido violência sexual. A Funasa informou que a casa tem vigilância 24 horas e que, no dia do crime, 56 estavam hospedadas. Até o momento, a polícia não tem suspeitos.
Fonte:http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL615728-10406,00-POLICIA+DO+DF+INVESTIGA+MORTE+DE+INDIA+ADOLESCENTE.html

*Triste, muito triste.
O único EMPALAMENTO do qual eu tenho conhecimento, refere-se ao Chefe Inca
Atahualpa, que foi empalado por Francisco Pizarro.