quinta-feira, 5 de março de 2009

Esmeralda brasileira de 350 kilos é alvo de disputa judicial nos EUA

Uma esmeralda de cerca de 350 quilos extraída no Brasil é o centro de uma disputa judicial nos Estados Unidos, já que duas pessoas reivindicam a posse da jóia. A pedra bruta, de 180 mil quilates, foi encontrada em Las Vegas depois de ter desaparecido de uma caixa de segurança de Los Angeles, no mês de setembro. O homem encontrado em posse da jóia, conhecida como "esmeralda da Bahia" e que vale US$ 370 milhões, alega ser seu proprietário legítimo enquanto um californiano anônimo reivindica a posse. Segundo informou a imprensa californiana, a pedra foi supostamente roubada graças a uma hábil falsificação de documentos. A esmeralda foi confiscada pelas autoridades de Los Angeles, que agora se vêem diante de um caso judicial particularmente delicado. O primeiro proprietário teria prometido US$ 19 milhões a uma companhia para colocar a pedra à venda no mercado internacional, porém logo em seguida a esmeralda desapareceu misteriosamente. Até o momento, enquanto as investigações continuam, ninguém foi incriminado.
Fonte:http://estilo.uol.com.br/ultnot/2008/12/30/ult3617u7220.jhtm
*Deve ter desaparecido MISTERIOSAMENTE tambem do Brasil.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Chico Buarque

"...e que Chico Buarque de Holanda nos resgate e xeque-mate!"

Caetano Veloso (Língua)


Novo livro de Chico Buarque será lançado neste mês

O compositor, cantor e escritor Chico Buarque lança no final deste mês seu novo livro "Leite Derramado". O romance se passa no Rio de Janeiro e tem aproximadamente 200 páginas. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira pelo site da editora Companhia das Letras. O livro anterior de Chico, "Budapeste" (2003), também foi lançado pela mesma editora. O romance ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de 2003. "Budapeste" está sendo adaptado para o cinema pelo diretor Walter Carvalho. No elenco, estão Leonardo Medeiros e Giovanna Antonelli. A Cia. das Letras lançou também os livros "Estorvo" (1991) e "Benjamin" (1995).

3 mil cometas negros podem destruir a Terra, afirmam astrônomos

Dois astrônomos britânicos afirmam que a Terra está exposta a um perigo invisível: 3 mil cometas que seriam praticamente invisíveis estão arriscando a existência do nosso planeta.
Esses cometas escuros quase não refletem luz, porque não possuem gelo ao seu redor, logo seriam difíceis de serem identificados. São constituídos, apenas, de uma massa orgânica escura. Especula-se que existam 3 mil deles por aí, mas apenas 25 foram detectados.
Um exemplo do que pode acontecer ocorreu um 1983, quando um cometa chamado IRAS-Araki-Alkock, com apenas 1% da sua superfície capaz de refletir a luz solar, pasou a cinco milhões de quilômetros da Terra – o “quase encontro” mais próximo em 200 anos.

Fonte: http://hypescience.com/3-mil-cometas-escuros-podem-destruir-a-terra-afirmam-astronomos/

AO$ VENCEDORE$ A$ BATATA$

São nessas pessoas que os brasileiros votam e depois criticam os políticos.
Parabéns RENAN CALHEIROS (PMDB-AL), parabéns FERNANDO COLLOR DE MELLO (PTB-AL).
Os brasileiros te merecem.
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u529241.shtml

terça-feira, 3 de março de 2009

Frase solta

"Ele ADORMECE as paixões
eu DESPERTO..."

A Terra pode ser o melhor lugar para encontrar aliens

Físico declara que alienígenas podem estar debaixo dos nosso narizes
Por Stella Dauer
Um artigo publicado na revista Cosmos especula que uma “biosfera escondida” pode existir em nosso planeta, dando espaço para uma possível vida alienígena, noticiou o site Slashdot.
De acordo com astrobiologistas, existem muitas formas de vida em nosso planeta que vivem sem o carbono, sendo portanto possível imaginar que possam existir outros tipos de seres em lagos de arsênico tóxico ou em pequenas passagens de água fervente do fundo do oceano. O físico da Universidade do Estado do Arizona Paul Davies sugere que os cientistas organizem uma “missão à Terra”, explorando locais inóspitos e de difícil sobrevivência para seres normais.
“Não precisamos ir a outros planetas para encontrarmos vidas estranhas. Ela pode estar embaixo dos nossos narizes – ou até mesmo dentro de nossos narizes. É perfeitamente razoável esperar que encontremos uma biosfera escondida aqui na Terra, mas ninguém se deu ao trabalho de procurá-la até agora.”, declarou Davies na reunião anual da American Association for the Advancement of Science (AAAS) in Chicago. “A questão é ‘por quê’? O custo não é alto – uma fração do dinheiro que gastamos na procura de vida extraterrestre”, disse ao site BBC News.
Davies ressalta que as mesmas ferramentas e experimentos que são utilizados para detectar novas formas de vida em outros planetas podem ser utilizadas na Terra, uma vez que só detectam elementos diferentes da nossa composição.
Cientistas dizem que a probabilidade de existir vida em outros locais do universo são medidas em uma escala que vai de 0 a 1, com 0 representando chances nulas e um para 100% de certeza. “Gostaríamos de pensar que é 1, mas quem vai saber?”, disse Davies.

Fonte: http://www.geek.com.br/blogs/832697632/posts/9359-a-terra-pode-ser-o-melhor-lugar-para-encontrar-aliens

Cientista estima que exista vida inteligente em 38 mil planetas

Há civilizações inteligentes fora da Terra e elas poderiam estar presentes em até quase 40 mil planetas, segundo novos cálculos feitos por Duncan Forgan, um astrofísico da Universidade de Edimburgo, na Escócia.

A descoberta de mais de 330 planetas fora de nosso sistema solar nos últimos anos, ajudou a redefinir o provável número de planetas habitados por alguma forma de vida, segundo um artigo de Forgan publicado na revista especializada International Journal of Astrobiology.
As atuais pesquisas estimam que haja pelo menos 361 civilizações inteligentes em nossa galáxia, e possivelmente 38 mil fora dela.
Mesmo que haja quase 40 mil planetas com vida, no entanto, é muito pouco provável que seja estabelecido qualquer contato com vida alienígena.
Pesquisadores apresentam estimativas de vida inteligente fora da Terra com frequência, mas é um processo quase que de adivinhação - estimativas recentes variam entre um milhão e menos de um planeta com alguma forma de vida.
"É um processo para quantificar nossa ignorância", disse Forgan.
Simulações
Em seu artigo, Forgan conta que criou uma simulação de uma galáxia parecida com a nossa, permitindo que ela desenvolva sistemas solares baseados no que se conhece a partir da existência dos planetas fora do nosso sistema solar - os chamados exoplanetas.
Esses mundos alienígenas simulados foram então submetidos a três cenários diferentes.
O primeiro cenário parte da premissa de que o surgimento da vida é difícil, mas sua evolução é fácil. Neste caso, haveria 361 civilizações inteligentes na galáxia.
O segundo parte do princípio de que a vida pode surgir facilmente, mas sua evolução para vida inteligente seria difícil. Nessas condições, a estimativa é de que haveria 31.513 outros planetas com alguma forma de vida.
O terceiro caso examina a possibilidade de que a vida poderia ter passado de um planeta para outro durante colisões de asteroides - uma teoria popular de como a vida surgiu na Terra.
Neste caso, a estimativa é de que haveria 37.964 civilizações inteligentes.
Suposições
Se, por um lado, a descoberta de novos planetas distantes e desconhecidos pode ajudar em uma estimativa mais precisa sobre o número de planetas semelhantes à Terra, algumas variáveis nesses cálculos continuarão sendo meras suposições.
Por exemplo, o tempo entre a formação de um planeta e o surgimento das primeiras formas de vida, ou deste momento até a existência de vida inteligente, são grandes variáveis em uma suposição geral.
Nesses casos, afirma Forgan, teremos que continuar partindo do princípio de que a Terra não é uma exceção.
"É importante nos darmos conta de que o quadro que construímos ainda está incompleto", disse o astrofísico.
"Mesmo que existam formas de vida alienígenas, nós não necessariamente conseguiremos fazer contato com elas, e não temos nenhuma ideia de sua forma."
"A vida em outros planetas pode ser tão variada como na Terra e não podemos prever como são as formas de vida inteligente de outros planetas, ou como elas se comportam", conclui.

Encontrado no Egito sarcofágo que pertenceu à nobre Ísis


O Conselho Supremo de Antigüidades do Egito divulgou nesta terça-feira fotografias de um sarcófago calcário decorado com hieróglifos encontrados por uma expedição japonesa em Saqqara, no noroeste do Egito. As informações são da agência Efe.
A equipe do Instituto de Egiptologia da Universidade de Waseda localizou a antigüidade dentro de um local destinado a serviços funerários na época da 18ª dinastia faraônica, período ocorrido de 1.315 a 1569 a.C.. O sarcófago encontrado pertenceu à nobre Ísis, filha do príncipe Setna Kha-em-ust.
Setna Kha-em-ust foi filho de Ramsés II, um dos mais influentes faraós. Ísis, sua neta, cujo sarcófago foi achado pelos pesquisadores durante trabalhos de escavação, era uma jovem conhecida pela beleza e apuro visual.
A nobre ficou conhecida na história das dinastias faraônicas pelo seu senso estético exigente e inovador, pela adoração às jóias que usava e pelas vestimentas diferentes que criava.

Fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3609950-EI238,00.html

Operação Atlântico: Marinha prepara defesa do pré-sal

Quarta Frota dos EUA e controle pela Halliburton de dados sobre as atividades de pesquisa e exploração de petróleo no País tornam urgente exercício militar brasileiro no Atlântico.

A custo de R$ 20 milhões, exercício militar, denominado Operação Atlântico, que poucos países têm capacidade de fazer, será realizado neste mês de setembro na região das recentes descobertas de gás e óleo do pré-sal, simulando situação de confronto em que a infra-estrutura da indústria petrolífera do Brasil será alvo de inimigo fictício. Em meio à reativação da Quarta Frota da Marinha dos EUA e ao fato de estar sob controle, desde 2001, da empresa norte-americana Halliburton o gerenciamento do Banco de Dados de Exploração e Produção (BDEP) da Agência Nacional de Petróleo (ANP), o exercício militar brasileiro no Atlântico assume dimensão especial. Um dos principais objetivos, segundo um dos oficiais que coordena a operação, é mandar claro sinal de que o Brasil está pronto para defender-se; outro será dimensionar as necessidades de investimentos para equipar a Marinha de modo a realmente controlar a vasta área, que se estende por 800 quilômetros, do Espírito Santo a Santa Catarina, e contém bilhões de barris de óleo equivalente (boe). O pré-sal, camada do subsolo marinho de cinco a sete quilômetros de profundidade, sequer teve seu potencial petrolífero detectado completamente. Mas os reservatórios já dimensionados, pequena fração do total, permitem supor reserva entre 70 bilhões e 90 bilhões de barris de óleo equivalente.Na hipótese mais realista, essas reservas elevariam o cacife brasileiro para 104 bilhões de barris, apenas 10% abaixo do Iraque, segundo maior potencial do planeta. A produção diária brasileira, nesse caso, poderia evoluir dos atuais 2 milhões para até 10 milhões de barris, gerando exportações de até US$ 100 bilhões anuais a partir de 2020. "Será investimento. É como se fosse seguro", disse o almirante Edlander Santos, subchefe de operações do Comando de Operações Navais da Marinha, força que comandará o exercício bélico. "Normalmente todos fazem seguro do carro e não fazem seguro da casa. Esse é o seguro da casa", acrescentou. Serão mobilizados nove mil militares, cerca de 20 navios, entre 40 e 50 aeronaves, submarinos, número expressivo de lanchas e 250 viaturas militares, entre caminhões de transporte, blindados e carros de combate. Mas a manobra não contará com porta-aviões. Segundo o almirante Edlander, serão feitas diversas simulações durante a manobra militar. "Nós teremos ataques a pontos centrais da infra-estrutura logística localizados na área de Macaé (RJ) e de São Sebastião (SP). Teremos a defesa das três bacias petrolíferas. Isso é grande exercício envolvendo as outras forças, não só no mar, mas também gasodutos, oleodutos, pontos estratégicos", disse ele.Manobra como a Operação Atlântico não é corriqueira, por conta de sua magnitude. Em 2007, lembrou o militar, foi realizado exercício de defesa do setor petrolífero, mas concentrou-se na área de Campos."A descoberta do pré-sal foi feliz coincidência. Nós já tínhamos decidido ampliar o exercício e veio a descoberta do pré-sal", disse. No planejamento da manobra, segundo o alimirante, já foram detectadas algumas carências que precisam ser resolvidas. "Nós precisamos incrementar a aquisição de navios-patrulha. Estamos construindo alguns poucos. Para você ter idéia, especificamente para a defesa das plataformas, nós precisamos de 27 novos navios-patrulha", disse o almirante. A Marinha trabalha na construção de duas dessas embarcações e já projetou a fabricação de outras cinco. Segundo Edlander, a Marinha está em negociações com a Petrobras para uma parceria na qual a estatal colaboraria na aquisição dos equipamentos. Recentemente, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, defendeu a liberação de recursos que são destinados à Marinha, oriundos dos royalties do petróleo, mas que ficam contingenciados pelo governo federal.O comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, reconheceu a atual fragilidade naval militar do país.Em meio à reativação da Quarta Frota da Marinha dos EUA, Edlander procurou minimizar o fato e disse que o recado que o Brasil quer enviar com o exercício não tem destinatário específico. "O Brasil não possui provável contestador, provável inimigo", disse. Mas para ele, é importante fazer sinalização porque ela evita o surgimento de desafiante. "Dentro da visão moderna de planejamento você emite sinal à comunidade internacional, emite sinal a todos: 'estou pronto, estou preparado'".Halliburton A Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet) acionou o Ministério Público Federal para questionar contrato firmado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) com a empresa norte-americana Halliburton, que já foi presidida pelo vice-presidente dos EUA, Dick Cheney, e é alvo mundial de protestos por conta de obras bilionárias no Iraque.A Landmark Digital and Consulting Solutions, subsidiária da Halliburton no Brasil, é responsável pelo gerenciamento do Banco de Dados de Exploração e Produção (BDEP) da ANP desde 2001. O BDEP é o principal banco de dados sobre as atividades de pesquisa e exploração de petróleo no país.Reúne todas as informações coletadas pela Petrobras e por empresas privadas em bacias, campos e poços.Esse acervo ficou ainda mais valioso depois da descoberta do campo de Tupi, anunciado em novembro do ano passado e que descortinou um imenso potencial de exploração na costa brasileira.Só para Tupi, são estimadas reservas de até 8 bilhões de barris. No BDEP, ficam armazenados os dados de sísmica (que indicam o caminho para a perfuração e a localização dos reservatórios de petróleo) e as informações relativas aos métodos usados nas pesquisas.As empresas são obrigadas a enviar esses dados à ANP. Muitas dessas informações são sigilosas - a divulgação só é permitida após determinado prazo, que pode chegar a cinco anos, dependendo da informação."Sempre questionamos esse contrato, mas agora, com a descoberta do pré-sal, o acesso aos levantamentos feitos pela Petrobras passa a ser questão crucial. É resultado de 30 anos de pesquisas. E não sei se essa informação está segura sendo administrada pela Halliburton", diz Fernando Siqueira, diretor da Aepet. A guarda das informações sobre exploração de petróleo pela ANP foi determinada pela lei 9.748, de 1997, que quebrou o monopólio da Petrobras e abriu o mercado para atuação de empresas privadas.Em 2000, a ANP criou o BDEP, que armazena dados "pesados", como os obtidos por levantamentos sísmicos.São informações que exigem grande capacidade de processamento e armazenamento.

Fonte: e-mail

Portaria dá ao Ibama poder de convocar Força Nacional

O governo federal assina segunda-feira uma portaria que o desobriga de pedir autorização dos governadores no momento de enviar homens da Força Nacional de Segurança Pública para ações de combate a crimes ambientais nos Estados.
Segundo a atual legislação, o envio dessa tropa de elite somente ocorre diante de pedidos formais dos governos estaduais. Na segunda-feira, os ministros Tarso Genro (Justiça) e Carlos Minc (Meio Ambiente) assinam uma portaria que abre a brecha jurídica para que o Ibama, autarquia federal, faça diretamente essa solicitação.
Debates sobre o uso de homens da Força Nacional de Segurança Pública têm seguidas vezes causado mal-estar entre Estados e União. Isso porque, para requisitar o uso dessa tropa, o governador acaba sendo obrigado a admitir o fracasso de sua política de segurança.
Com a portaria, operações do Ibama e da Polícia Federal, como de combate à grilagem, destruição de fornos de carvão e fechamento de madeireiras, poderão contar com a tropa de elite da polícia, que é subordinada ao Ministério da Justiça.
Operações contra a exploração ilegal de madeira, como a Arco de Fogo, do início de 2008, resultam em protestos violentos da população, o que explica a necessidade do uso imediato da Força Nacional. No ano passado, em Tailândia (PA), houve levante de trabalhadores que ficaram desempregados por conta do fechamento das madeireiras ilegais.
O efetivo da Força Nacional, com cerca de 500 homens à disposição, não será ampliado. Uma outra portaria, a ser assinada também na segunda, porém, criará o grupamento especializado de busca e salvamento e a companhia especializada em guarda ambiental da tropa.
"Quando PF e Ibama estiverem em operação, posso pôr à disposição, para dar suporte às operações, tanto o grupamento especializado de busca e salvamento quanto o de pronto-emprego da Força Nacional de Segurança", disse Tarso.
O primeiro grupamento é a oficialização da existência de um grupo de 40 bombeiros já atuantes em questões ligadas à defesa civil, qualificados em salvamento. Eles foram usados, por exemplo, nas enchentes de Santa Catarina no ano passado.
O outro, específico de guarda ambiental, terá, até o fim do ano, 400 homens treinados em ecologia, políticas públicas, educação ambiental e biologia de conservação. Os primeiros 50 começam as aulas segunda e estarão aptos em 30 dias.
Os capacitados em defesa ambiental ficarão à disposição para ações solicitadas pelo Ibama. Ações regulares ficam a cargo do próprio órgão, que já age nesse sentido, e de forças ambientais estaduais, "guarda-parques", que receberão treinamento da pasta da Justiça.
As guardas estaduais e a federal suprem a proposta apresentada por Minc quando assumiu a pasta, em 2008, disse Tarso. "Os dois programas contemplam as necessidades do Meio Ambiente, sem necessidade de modificar a Constituição e fazer uma nova polícia nacional."
Uma terceira portaria instituirá uma comissão interministerial para coordenar ações contra crimes ambientais.
Fonte: Folha Online

Abandonada pela mãe, menina é criada por cachorros


Uma menina de 3 anos foi encontrada por funcionários de serviço de assistência social da cidade de Ufa (Rússia) sendo criada por cães.
Madina, que estava nua, foi abandonada em casa pela mãe alcoólatra, de 23 anos.
Madina só conhece duas palavras: 'sim' e 'não'.
Ela apenas engatinha, imitando os cachorros, e, quando pessoas se aproximam dela, a menina rosna como um cão.
Segundo a investigação, Anna, a mãe negligente, comia à mesa enquanto Madina disputava comida no chão com os cachorros.
A mulher constantemente desaparecia para beber na rua.
"A menina é angelical, mas foi privada de amor e carinho, exceto dos cachorros", contou uma assistente social que está cuidando do caso.
"Os cachorros se tornaram os melhores amigos dela e a esquentavam nos dias mais frios", acrescentou.
Ao ser presa, Anna disse que cuidava bem da filha. O pai desapareceu logo após o nascimento.


* O "ser humano" tem muito o que aprender com os "irracionais".