sexta-feira, 10 de abril de 2009

Pergaminhos do Mar Morto foram feitos pelos saduceus, alega uma acadêmica

Os Pergaminhos do Mar Morto foram feitos pelos saduceus, uma casta sacerdotal banida do Templo de Jerusalém, pelo menos é o que alega uma acadêmica .Por mais de seis décadas estudiosos acreditam que a origem dos pergaminhos está em uma seita judaica diferente, de ascetas e celibatários, chamada Essênios.A seita teria existido no século 1, em montanhas na Palestina, e suas práticas religiosas registradas em pergaminhos.Mas Rachel Elior, uma proeminente professora de filosofia judaica na Universidade Hebraica de Jerusalém, afirma que os 930 pergaminhos foram escritos pelos saduceus, um grupo de sacerdotes que viviam em Jerusalém, e que os essênios nunca existiram, seriam uma invenção de Flavio Josephus, um historiador judeu-romanizado.Elior alega que Josephus, um antigo sacerdote judeu que escreveu a história judaica enquanto era mantido prisioneiro em Roma, queria explicar para os romanos que os judeus não eram todos perdedores e traidores, que havia muitos judeus excepcionais, de devoção religiosa e heroísmo.Ela acrescenta: "Ele provavelmente foi inspirado pelos espartanos. Para os romanos, os espartanos representavam os mais altos ideais do comportamento humano, e Josephus quis retratar judeus que eram como os espartanos nos seus ideais e virtuosismo.""Não faz sentido você ter milhares de pessoas contra a lei judaica e não mencioná-las em qualquer um dos textos judaicos e fontes desse período."Os pergaminhos foram encontrados por um pastor em uma caverna em Qumran, no Mar Morto, em 1947 e são um dos mais importantes achados arqueológicos do século XX.Alguns estudiosos acreditam que os Essênios influenciaram o emergente cristianismo, e sugerem que João Batista e Jesus poderiam ter tido conhecimento deles.Mas a professora Elior afirma que os pergaminhos mostram práticas dos sacerdotes descendentes de Zadok, o primeiro sumo sacerdote de Jerusalém após a conquista da cidade pelos israelitas centenas de anos antes.Ela alega que os saduceus posteriormente levaram os pergaminhos para Qumran.Ela disse ao Time: "Eu acredito que qualquer estudioso sério realmente não pode deixar de admitir que a lei refletida nos pergaminhos é uma lei dos Saduceus. Os Essênios são apenas uma invenção literária de uma sociedade utópica que vivia uma vida mais benevolente e casta ".Mas Hanan Eshel, professor da Universidade Bar-Ilan, em Tel Aviv, disse ao jornal Haaretz: "Quase setenta estudiosos aceitam a afirmação de que grupos Essênios viveram em Qumran".
Fonte: http://www.telegraph.co.uk/news/newstopics/religion/5009895/Dead-Sea-Scrolls-were-work-of-the-Sadducees-claims-academic.html

Egiptólogo espanhol descobre câmara funerária egípcia de 3.500 anos‏

Pinturas na tumba são trechos do famoso Livro dos Mortos egípcio (Foto: France Presse/CSIC)

Tumba está decorada com passagens do famoso Livro dos Mortos. Local abrigaria corpo de escriba da 'mulher-faraó' Hatshepsut.O egiptólogo espanhol José Manuel Galán descobriu uma câmara funerária pintada de 3.500 anos em Luxor, anunciou o Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) da Espanha.A câmara, que faz parte do cemitério de Dra Abu El-Naga, tem as paredes e o teto completamente pintados com desenhos e hieróglifos do Livro dos Mortos e seria de Djehuty, uma autoridade da época, segundo o CSIC.Esse dignatário foi o escriba real, supervisor do Tesouro e supervisor dos trabalhos dos artesãos do rei sob as ordens de Hatshepsut, uma das poucas mulheres a assumir o cargo de faraó, filha de Tutmosis I, cujo reinado aconteceu entre os anos 1479 e 1457 antes de Cristo.A câmara, uma sala quadrada de 3,5 metros de largura e 1,5 metro de altura, é uma das primeiras a ter sido completamente decorada com pinturas da época.

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1046261-5603,00-EGIPTOLOGO+ESPANHOL+DESCOBRE+CAMARA+FUNERARIA+EGIPCIA+DE+ANOS.html

RAROS PAINÉIS MAIAS ENCONTRADOS NA GUATEMALA

O arqueólogo Richard Hansen explica detalhes de um dos painéis

Arqueólogos encontraram no norte da Guatemala, na floresta de Peten, painéis de estuque datados de 300 d.C. que representam o mito da criação maia, o Popol Vuh. São as mais antigas representações conhecidas do famoso mito maia da criação e incluem cenas mitológicas, monstros cósmicos, deuses e serpentes.Levou três meses para os investigadores descobrirem os painéis durante escavações em El Mirador, a maior e mais antiga cidade maia do mundo, disse Richard Hansen da Idaho State University, líder da expedição nessa quarta-feira.

Fonte:http://www.newsdaily.com/stories/tre52a7fp-us-guatemala-maya/



Médicos suíços confirmam terceiro braço fantasma em mulher

Ilustração

Médicos da Suíça conseguiram comprovar a existência de um terceiro "braço fantasma" em uma mulher que sofreu um derrame. A paciente de 64 anos havia perdido as funções de seu braço esquerdo após o acidente cerebral. Mas poucos dias depois, ela desenvolveu um "terceiro membro", que ela dizia enxergar e usar para tocar objetos e até coçar o braço direito.
Usando exames de ressonância magnética, especialistas do Hospital Universitário de Genebra confirmaram que o cérebro da mulher emitia comandos ao "braço fantasma" e reconhecia suas ações.

Raro

A paciente diz que seu novo membro fica à sua esquerda e tem uma cor de leite, "quase transparente". Segundo o neurologista Asaid Khateb, chefe da equipe que analisou as imagens cerebrais, trata-se de um caso extremamente raro em que o paciente não somente sente o membro imaginário, como também o enxerga e o movimenta voluntariamente.
O médico disse ainda que esta é a primeira vez que se mede a atividade cerebral a partir do contato com um membro fantasma. O fenômeno do membro fantasma está normalmente associado com pessoas que sofreram amputação. Segundo cientistas, entre 50% e 80% delas descrevem sensações de tato e dor na parte retirada.
As descobertas da equipe foram divulgadas na revista especializada Anais da Neurologia.

Fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3693711-EI238,00-Medicos+suicos+confirmam+terceiro+braco+fantasma+em+mulher.html

Cleópatra 'era descendente de africanos', diz estudo‏

Cleópatra
A rainha egípcia Cleópatra era, em parte, africana, de acordo com uma equipe de pesquisadores do Instituto Arqueológico Austríaco.
A conclusão foi tirada após a identificação do esqueleto da irmã mais nova de Cleópatra, a princesa Arsinoe, encontrado em uma tumba de mais de 2 mil anos em Éfeso, na Turquia.
As evidências obtidas pelo estudo das dimensões do crânio de Arsinoe indicam que ela tem algumas características de brancos europeus, antigos egípcios e africanos negros, indicando que Cleópatra provavelmente também era de origem étnica mista. A mãe de Arsinoe seria de origem africana.

Arsinoe

Há muito tempo os especialistas debatiam se Cleópatra era norte-africana, grega ou macedônia. Seu ancestral Ptolomeu era um general macedônio que se tornou governante do Egito por ordem de Alexandre, o Grande.
Hilke Thuer, especialista da Academia Austríaca de Ciências que há muito tempo acreditava que a tumba era de Arsinoe, qualificou a descoberta como "sensacional".
"Ela dá novas informações sobre a família de Cleópatra e o relacionamento entre as irmãs Cleópatra e Arsinoe", afirmou.
Tumba convertida

A tumba de Éfeso foi aberta pela primeira vez em 1926 e, até agora, havia um debate entre cientistas sobre a identidade de seu ocupante.
Mas técnicas forenses combinadas à análise antropológica e arquitetônica da tumba acabaram convencendo os especialistas de que o esqueleto encontrado pertence à irmã de Cleópatra.
O crânio foi separado do esqueleto para exame e acabou extraviado durante a 2ª Guerra Mundial. Mas a antropóloga Caroline Wilkinson reconstruiu a face baseada nas medidas tiradas na década de 20.
"Ela tem este formato alongado", disse a especialista ao jornal The Sunday Times. "Isto é uma coisa que se vê frequentemente em egípcios da Antiguidade e africanos negros. Pode sugerir uma herança ancestral mista."

Assassinato

Textos antigos achados na cidade, que pertencia ao Império Romano, indicam que Arsinoe foi enviada para lá depois de derrotada em uma luta de poder com Cleópatra e com o líder romano Júlio César, disse o jornal britânico The Sunday Times.
Muitos acreditam que quando Cleópatra estava envolvida com o general romano Marco Antônio, após a morte de Júlio César, a rainha egípcia ordenou que a irmã fosse morta para impedir uma possível futura disputa pelo trono egípcio.

Fonte: BBC

quinta-feira, 9 de abril de 2009

UNESCO e parceiros lançam BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL

A UNESCO e 32 instituições parceiras lançam no próximo dia 21, na sede da Organização, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial, uma página na internet que oferece materiais culturais únicos de bibliotecas e arquivos de todo o mundo. A página da web incluirá manuscritos, mapas, livros, filmes e gravações raras, além de impressões e fotografias. Ela fornecerá acesso público e gratuito, sem restrições a esse material.
O lançamento será feito em recepção que contará com a presença do Diretor-Geral da UNESCO, Koichiro Matsuura, e do bibliotecário do Congresso Americano, James H. Billington. Diretores de instituições parceiras também apresentarão o projeto a embaixadores, ministros, representantes e convidados especiais que participam da reunião semi-anual do Conselho Executivo da UNESCO.
A proposta para a criação da Biblioteca Digital Mundial (BDM) foi feita a UNESCO pela primeira vez por Billington, em 2005, quando o bibliotecário ressaltou que o projeto poderia “reunir pessoas através da celebração da singularidade e profundidade de culturas diferentes em um único esforço global”. Além de promover um entendimento internacional, o projeto tem o objetivo de ampliar o volume e a variedade do conteúdo cultural na Internet e fornecer recursos para educadores, acadêmicos e público em geral, reduzindo a divisão digital entre países por meio da capacitação em países parceiros.
A BDM funcionará em árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol, com conteúdo em vários outros idiomas. As ferramentas de busca facilitarão explorações transversais temporais e sobre cultura na página. Descrições de cada item e vídeos elaboradas por curadores especializados contextualizarão os conteúdos com o objetivo de provocar a curiosidade dos usuários e incentivar estudantes e público em geral a saberem mais sobre o patrimônio cultural de diferentes países.
Desenvolvida por uma equipe da Biblioteca do Congresso, a BDM contou com a assistência técnica da Biblioteca Alexandrina de Alexandria, no Egito. Outras instituições que contribuíram com conteúdos e A UNESCO e 32 instituições parceiras lançam no próximo dia 21, na sede da Organização, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial, uma página na internet que oferece materiais culturais únicos de bibliotecas e arquivos de todo o mundo. A página da web incluirá manuscritos, mapas, livros, filmes e gravações raras, além de impressões e fotografias. Ela fornecerá acesso público e gratuito, sem restrições a esse material.
O lançamento será feito em recepção que contará com a presença do Diretor-Geral da UNESCO, Koichiro Matsuura, e do bibliotecário do Congresso Americano, James H. Billington. Diretores de instituições parceiras também apresentarão o projeto a embaixadores, ministros, representantes e convidados especiais que participam da reunião semi-anual do Conselho Executivo da UNESCO.
A proposta para a criação da Biblioteca Digital Mundial (BDM) foi feita a UNESCO pela primeira vez por Billington, em 2005, quando o bibliotecário ressaltou que o projeto poderia “reunir pessoas através da celebração da singularidade e profundidade de culturas diferentes em um único esforço global”. Além de promover um entendimento internacional, o projeto tem o objetivo de ampliar o volume e a variedade do conteúdo cultural na Internet e fornecer recursos para educadores, acadêmicos e público em geral, reduzindo a divisão digital entre países por meio da capacitação em países parceiros.
A BDM funcionará em árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol, com conteúdo em vários outros idiomas. As ferramentas de busca facilitarão explorações transversais temporais e sobre cultura na página. Descrições de cada item e vídeos elaboradas por curadores especializados contextualizarão os conteúdos com o objetivo de provocar a curiosidade dos usuários e incentivar estudantes e público em geral a saberem mais sobre o patrimônio cultural de diferentes países.
Desenvolvida por uma equipe da Biblioteca do Congresso, a BDM contou com a assistência técnica da Biblioteca Alexandrina de Alexandria, no Egito. Outras instituições que contribuíram com conteúdos incluem bibliotecas nacionais e instituições culturais e educacionais do Brasil, Egito, China, França, Iraque, Israel, Japão, Mali, México, Marrocos, Países Baixos, Qatar, Federação Russa, Arábia Saudita, Sérvia, Eslováquia, Suécia, Uganda, Reino Unido e Estados Unidos.
Os conteúdos que serão exibidos na Biblioteca Digital incluem imagens de ossos de oráculos e epitáfios cedidas pela Biblioteca Nacional da China; manuscritos científicos árabes da Biblioteca e Arquivo Nacionais do Egito; fotos históricas da América Latina fornecidas pela Biblioteca Nacional do Brasil; o Hyakumanto Darani, publicação do ano 764 cedida pela Biblioteca Nacional do Japão; a famosa “Bíblia do Demônio” do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia; e trabalhos de caligrafia árabe, persa e turca de coleções da Biblioteca do Congresso dos EUA.
Ações do documento incluem bibliotecas nacionais e instituições culturais e educacionais do Brasil, Egito, China, França, Iraque, Israel, Japão, Mali, México, Marrocos, Países Baixos, Qatar, Federação Russa, Arábia Saudita, Sérvia, Eslováquia, Suécia, Uganda, Reino Unido e Estados Unidos.
Os conteúdos que serão exibidos na Biblioteca Digital incluem imagens de ossos de oráculos e epitáfios cedidas pela Biblioteca Nacional da China; manuscritos científicos árabes da Biblioteca e Arquivo Nacionais do Egito; fotos históricas da América Latina fornecidas pela Biblioteca Nacional do Brasil; o Hyakumanto Darani, publicação do ano 764 cedida pela Biblioteca Nacional do Japão; a famosa “Bíblia do Demônio” do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia; e trabalhos de caligrafia árabe, persa e turca de coleções da Biblioteca do Congresso dos EUA.
Ações do documento

DEMISSÃO DO PAPA

*Olhar de desconfiança


*Óculos GUCCI

* O Papa "veste" PRADA (Usa sapatos PRADA)
O Problema Bento XVI: IMPÕE-SE SUA DEMISSÃO
Tido, desde o início, com muito pouca capacidade midiática, Bento XVI, agora, tem dado muito que falar.

Escândalos

O mais recente – e não dos menores, pois concerne à sobrevivência do continente africano – suscitou um brado de indignação midiático sem precedentes.Do mesmo modo os católicos já não suportam a situação. Nesse sentido, 55% dos católicos franceses admitem ter formado uma opinião negativa a respeito do Papa Ratzinger. Chegou-se ao grau máximo do suportável. Há mais. Hoje, 43% dos católicos franceses agora desejam que o soberano Pontífice se demita do cargo, entregando-se a uma vida reclusa, para contentamento geral. A insatisfação está longe de ser uma reação exclusivamente francesa — bem ao contrário do que, sem nenhum tato, tenta insinuar o jornal Avvenire (porta-voz da conferência episcopal italiana e de seu presidente, o Cardeal conservador Angelo Bagnasco). Na muito católica Itália, 52% dos interpelados declaram-se em total desacordo com as resoluções do Pontífice. Dentre os católicos italianos, menos da quinta parte estaria disposta a defender Bento XVI. De todos os lados, tanto no circuito das paróquias quanto no das rádios, TVs e imprensa, já se fala abertamente no “problema Bento XVI”. Desde a sua eleição, na primavera de 2005, esse velho Cardeal já despertara mal-estar no público, que nele observava falta de carisma (mais de 1000 teólogos sob censura...). E, de fato, após alguns meses de inação, o Pontífice acabou, de fato, por revelar sua verdadeira face: rude intransigência, rígida incompreensão. Joseph Ratzinger “não condiz com o perfil de um Papa”Em relação a seu predecessor, João Paulo II, a presente situação é bem diversa. Ao contrário do que acontecia com o Papa anterior, não se encontram, na figura de Bento XVI — à maneira de contrapeso para os evidentes erros de algumas de suas posições, verdadeiramente inaceitáveis —, nem a irradiação de personalidade, nem um compromisso confiável no diálogo inter-religioso. Porte distinto, muito elegante, mas sem influência, Bento XVI “não condiz com o perfil de um Papa”, como se costuma dizer na Itália. Ademais, no Vaticano, não soube constituir à sua volta uma equipe habilitada para corrigir os erros, com uma atuação complementar à sua. Pelo contrário, fez-se cercar de antigos colaboradores, que sempre o sustentaram em suas tomadas de posição quando ainda era prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Entretanto, mais do que as escolhas discutíveis e certamente infelizes, o que levou Bento XVI a perder o rumo foi uma espécie de autismo e de retranca, uma desconfiança extrema e uma autoconfiança em suas próprias luzes. A sistemática recusa em dar ouvidos às opiniões alheias, como também em pedi-las, além de um fechamento no silêncio, tudo isso, em certa medida, explica as gafes cometidas, que são, desde logo, inequívoca expressão de um atingir um objetivo restaurador extraordinariamente reacionário e inteiramente solitário. Positivamente, com a publicação de sua Carta, Bento XVI deixou-se superar pelos acontecimentos, e já nem sabe como enfrentar o brado de indignação que ele próprio — ingenuamente — provocou. Isso porque, no fundo, Joseph Ratzinger parece não haver tirado nenhuma conclusão efetiva sobre a crise atual, revelando, assim, notória incapacidade de enfrentar um conjunto de circunstâncias, em cujo cerne, desde o início, mais do que ninguém, se acha ele diretamente envolvido. No dia 28 de maio de 2006, Bento XVI retratou de forma errônea e inoportuna (sobretudo na boca de um alemão) os nazistas como um “bando de criminosos” que “enganou” o povo alemão. Alguns meses depois, no dia 12 de setembro de 2006, ao fazer uma alocução na Universidade de Ratisbona, associou o Islã à violência, sem ressalvas ou matizes, citando a respeito uma opinião por demais rigorosa e provocativa de Manuel II Paleólogo, imperador bizantino na Idade Média. Em maio de 2007, visitando o Brasil, como que insensível ao charme e à acolhida calorosa desse povo entusiasta, o arguto e embaraçado Pontífice afirma que a evangelização das populações indígenas da América Latina “em nenhum momento representou uma ruptura com as culturas pré-colombianas”. Uma estupidez em face da História e um ultraje aos descendentes dessas culturas. A situação chegou a tal ponto que não há mais retorno. Até um jornalista católico dentre os mais ultramontanos e conservadores, como é o caso de Patrice de Plunkett, vê-se obrigado a reconhecer que agora “é preciso mudar tudo: os métodos, as pessoas”. Conforme a observação muito acertada de Jean-Louis Schlegel, “o Papa reina, mas não governa”. Sim, este pontificado parece realmente encerrado, profundamente desacreditado. “É preciso mudar tudo...”. De um lado, segundo o Direito Canônico, que rege a vida interna da Igreja, nenhum mortal pode destituir o Papa. De outro, mesmo supondo que essa destituição tivesse validade legal, facilmente poderíamos imaginar os consideráveis riscos de cisma e fragmentação que haveria entre os que apoiassem a destituição. Estes alegariam que o Pontífice continua bispo de Roma, investido, pela graça de Deus, no [pleno e] ininterrupto exercício de suas funções.Todavia, o próprio Direito Canônico atualmente em vigor, promulgado por João Paulo II, em 1983, admite a hipótese de o Papa renunciar livremente ao seu cargo por sua própria iniciativa (art. 332-2). Uma vez que acima dele não existe nenhum outro poder exceto Deus, o Soberano Pontífice não precisa obter autorização de ninguém para que a sua demissão seja aceita. Neste caso, para a validade de uma renúncia, basta, pura e simplesmente, “que seja livre e devidamente manifestada”. No atual contexto, visto que o mundo delineado pela mídia constitui uma aldeia global, torna-se muito arriscado conservar no exercício de suas funções um pontíficie desacreditado, que arrasta consigo os demais no próprio descrédito. Como, portanto, de uns tempos para cá, a situação se modificou bastante, uma saída de cena de Bento XVI, rápida e voluntária, sinal de verdadeiro sentido da autoridade como serviço, desbloquearia a situação, permitindo que sem tardar seja aberta uma nova página da história da Igreja. Sem isso...

[Tradução: Montfort. Textp orginal em francês em Golias]
Fonte: e-mail
*Definitamente o PAPA NÃO É POP !

Pilates é criação da guerra

Criador do método físico era um prisioneiro alemão
por Felipe Van Deursen

O menino Joseph era frágil. Magro e subnutrido, sofria de bronquite, crises asmáticas e febres reumáticas. Aos 80 anos, Joseph era um senhor famoso, de saúde e conta bancária invejáveis. Tudo graças a uma série de atividades físicas criadas por ele e batizada com seu sobrenome: Pilates – aquela prática que exercita força e flexibilidade com aparelhos cheios de barras e argolas.
Perto de Düsseldorf, Alemanha, onde morava, Joseph Pilates ajudava desde pequeno um médico em suas consultas e lia muito sobre medicina e civilizações antigas, especialmente a grega. Obcecado com a idéia “corpo são, mente sã”, já adolescente tornou-se um versátil esportista.
Em 1912, aos 32 anos, conhecido na região por seus excêntricos exercícios, viajou com uma companhia de circo para a Inglaterra. Em 1914, quando eclodiu a Primeira Guerra, foi preso por ser de um país inimigo. Para não ficar parado, colocou todo mundo de seu quarto para suar usando o que tinha à mão, como beliches e cadeiras. No fim do conflito, em 1918, uma epidemia de gripe que matou milhares de pessoas no país poupou os protegidos de Pilates, dando fama a seu método. Em 1926, viajou aos Estados Unidos e montou, em Nova York, o Pilates Studio – academia que se espalharia pelo mundo todo.

Saúde é o que interessa
O método Pilates virou febre mundial

Inspiração hindu
Além dos gregos, quem influenciou Pilates foram os hindus. O método tem uma clara referência à ioga. O negócio do pilates é o equilíbrio entre mente e corpo e a busca pelo controle do organismo – também é chamado de contrologia.

Moda sem fronteiras
Nos Estados Unidos, são 10 milhões de praticantes. Entre as celebridades que aderiram ao pilates estão a cantora Madonna e o jogador de golfe Tiger Woods. Aqui no Brasil, Emerson Fittipaldi, Marília Gabriela e dezenas de atores.

À frente do tempo
O método foi trazido ao Brasil pela chilena Inelia Garcia, em 1997. “Pilates desenvolveu exercícios para as mandíbulas que mascam muitos chicletes e os olhos que vêem muita TV. E ele morreu nos anos 60, quando essas coisas não eram comuns”, diz.

Na prisão, ele improvisou
Exercícios eram feitos até em cadeira de rodas

Joseph Pilates não deixou nenhum de seus companheiros de prisão parados, nem os mais debilitados. Se alguém estivesse preso a uma cadeira de rodas, ele a adaptava para seus exercícios. Na cama, usavam-se molas, estrados, barras. Por isso os aparelhos da técnica se assemelham ao móvel.Graças a seu método, Pilates tinha uma saúde de ferro. Tanto que teria morrido, aos 87 anos e sarado, em um fatídico incêndio em seu estúdio. Quem herdou seus ensinamentos foi sua ex-aluna Romana Kryzanowska, hoje uma velhinha de 84 anos – e igualmente saudável.
Fonte:http://historia.abril.uol.com.br/comportamento/conteudo_564429.shtml

quarta-feira, 8 de abril de 2009

POLÍTICO ITALIANO PROPÕE CRIAR 'ORGANIZAÇÃO DAS RELIGIÕES UNIDAS' EM ROMA

O líder do Partido Democrático italiano, Walter Veltroni, propôs a criação de uma "Organização das Religiões Unidas", com sede em Roma, e assegurou que a idéia agradou muito ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e ao papa Bento XVI. Veltroni explicou que sua idéia consiste na criação de um "palácio das religiões" em Roma, como o da sede da ONU em Nova York, no qual representantes de todas as confissões do mundo possam se encontrar e dialogar. O líder político assegurou que já propôs sua iniciativa, intitulada "United Religions" (Religiões Unidas) tanto a Bento XVI como ao secretário-geral da ONU. Veltroni anunciou a proposta durante uma coletiva de imprensa para sua despedida como prefeito de Roma, pois inicia sua campanha eleitoral como candidato, do novo Partido Democrático, ao cargo de premiê, nas eleições de 13 de abril. Três dos organismos das Nações Unidas têm sede na cidade de Roma: o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (IFAD), a Organização para a Agricultura e a Alimentação (FAO), e o Programa Mundial de Alimentos (PAM). (CM/BF)
Fonte: http://www.oecumene.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=186813

Sexo gay no mundo animal

O comportamento homossexual não é exclusivo de seres humanos. Vários casos já foram documentados em que animais procuravam parceiros do mesmo sexo para acasalar. Foram observados casos explícitos de comportamento homossexual na natureza – não só o ato sexual – mas animais fazendo a corte a outros, andando sempre em pares e demonstrando afeição.

As motivações para esse comportamento, tanto nos bichos quanto nos seres humanos, ainda não foram inteiramente explicados pela ciência. O que se sabe é que a relação homossexual nos animais é diferente do que nos humanos.

Humanos buscam sexo por prazer e a maioria dos animais não, eles tem motivos estritamente reprodutivos. Os cachorros, por exemplo, só fazem sexo quando a cadela está no cio. Ela libera hormônios e ferômonios que sinalizam que está em um período fértil.

Mas então porque cachorros machos, frequentemente, foram observados copulando ou tentando copular?

De acordo com especialistas, eles são motivados por cheiros e hormônios que os fazem agir assim. Já foram feitas pesquisas com cadelas que, depois de receberem uma dose de hormônio masculino, procuraram outras cadelas, mesmo com nenhuma estando no cio.

Um dos casos mais conhecidos de homossexualidade em animais é o dos pingüins do Central Park Zôo, em Nova York. Roy e Silo, dois pingüins machos, copularam. Depois, foram presenteados pelo pessoal do zoológico com um ovo. Para que o ovo se tornasse um pequeno pingüim, eles precisavam chocá-lo e tomar conta dele. O que realmente aconteceu. O casal gay do zoológico tem seu filhote e cuida muito bem dele.

Isso, para os cientistas, foi mais uma prova de que o homossexualismo animal tem raízes diferentes do homossexualismo humano. Os pingüins receberam o ovo com naturalidade e não o rejeitaram porque, para eles, era natural que depois da cópula eles recebessem um ovo – era esse o propósito de copular.

Conheça outros animais que apresentaram comportamento homossexual:

Gaivotas – sabe-se que mais de 15% da população feminina de gaivotas é lésbica.

Cisnes negros – casais machos já foram observados roubando o ninho e os filhotes de outros cisnes. Também podem se associar a uma fêmea apenas para obter o ovo.

Boto cor-de-rosa – foram reportados casos de enormes “orgias”. Grandes grupos se “esfregavam” um nos outros, sem importar o sexo.

Bonobo – o bonobo é um primata cuja sociedade é matrifocal, focada na fêmea mais forte, e não no macho, como é comum entre espécies similares. Na sociedade do bonobo, o bissexualismo é comum e estes animais fazem, como os humanos, sexo por prazer.

Outros animais conhecidos por já terem apresentado comportamento homossexual são:
-elefantes
- girafas
- leões
- hienas e ovelhas.

A lista inclui até mesmo animais improváveis, como libélulas e moscas-da-fruta.

10 Inacreditáveis propagandas de cocaína e outras drogas

Cocaína, morfina e até heroína eram vistos como remédios miraculosos quando foram descobertos. As substâncias que hoje são proibidas estavam legalmente disponíveis no passado.
Os fabricantes de medicamentos, muitos dos quais existem até hoje, proclamavam até o final do século 19 que seus produtos continham estas drogas.
Abaixo veja dez impressionantes propagandas antigas. Não deixe de ler até o final.

10. Heroína da BayerUm frasco de heroína da Bayer. Entre 1890 a 1910 a heroína era divulgada como um substituto não viciante da morfina e remédio contra tosse para crianças.

9. Vinho de coca

O vinho de coca da Metcalf era um de uma grande quantidade de vinhos que continham coca disponíveis no mercado. Todos afirmavam que tinham efeitos medicinais, mas indubitavelmente eram consumidos pelo seu valor “recreador” também.

8. Vinho Mariani

O Vinho Mariani (1865) era o principal vinho de coca do seu tempo. O Papa Leão XIII carregava um frasco de Vinho Mariani consigo e premiou seu criador, Angelo Mariani, com uma medalha de ouro.

7. Maltine

Esse vinho de coca foi feito pela Maltine Manufacturing Company de Nova York. A dosagem indicada diz: “Uma taça cheia junto com, ou imediatamente após, as refeições. Crianças em proporção.”
6. Peso de papel

Um peso de papel promocional da C.F. Boehringer & Soehne (Mannheim, Alemanha), “os maiores fabricantes do mundo de quinino e cocaína”. Este fabricante tinha orgulho em sua posição de líder no mercado de cocaína.

5. Glico-Heroína

Propaganda de heroína da Martin H. Smith Company, de Nova York. A heroína era amplamente usada não apenas como analgésico, mas também como remédio contra asma, tosse e pneumonia. Misturar heroína com glicerina (e comumente açúcar e temperos) tornada o opiáceo amargo mais palatável para a ingestão oral.

4. Ópio para asma

Esse National Vaporizer Vapor-OL era indicado “Para asma e outras afecções espasmódicas”. O líquido volátil era colocado em uma panela e aquecido por um lampião de querosene.

3. Tablete de cocaína (1900)

Estes tabletes de cocaína eram “indispensáveis para cantores, professores e oradores”. Eles também aquietavam dor de garganta e davam um efeito “animador” para que estes profissionais atingissem o máximo de sua performance.

2. “Drops de Cocaína para Dor de Dente – Cura instantânea”

Dropes de cocaína para dor de dente (1885) eram populares para crianças. Não apenas acabava com a dor, mas também melhorava o “humor” dos usuários.
1. Ópio para bebês recém-nascidos

Você acha que a nossa vida moderna é confortável? Antigamente para aquietar bebês recém-nascidos não era necessário um grande esforço dos pais, mas sim, ópio.
Esse frasco de paregórico (sedativo) da Stickney and Poor era uma mistura de ópio de álcool que era distribuída do mesmo modo que os temperos pelos quais a empresa era conhecida.
“Dose – [Para crianças com] cinco dias, 3 gotas. Duas semanas, 8 gotas. Cinco anos, 25 gotas. Adultos, uma colher cheia.”
O produto era muito potente, e continha 46% de álcool.

Novo tratamento para vício em cocaína é descoberto

Pesquisadores descobriram que, se um hormônio relacionado à fome for regulado, a vontade de usar a substância diminui. As descobertas podem significar uma forma mais fácil de tratamento e desintoxicação.
O estudo identificou de que forma o hormônio afeta a dopamina encontrada no cérebro (responsável pelas sensações de prazer), na parte que controla o bem-estar e a satisfação. Posteriormente, os cientistas descobriram que bloquear o MCH (o tal hormônio) também bloqueia a “vontade” de usar cocaína.
A dopamina é uma substância neurotransmissora, essencial para o sistema nervoso. Ela é associada com sentimentos de satisfação e é liberada no cérebro quando as pessoas comem algo que elas gostam, fazem sexo e, em alguns casos, quando usam drogas. Altos níveis de dopamina foram identificados em viciados em cocaína.
O estudo é o primeiro a detalhar a interação entre o MCH e a dopamina.
“A descoberta indica que o MCH é um regulador chave para a dopamina. E isso em uma região do cérebro associada tanto ao prazer quando ao vício” explica o professor de neurofarmacologia Oliver Civelli, um dos autores do estudo. “Acreditamos que controlar o MCH pode ajudar a acabar com o vício por cocaína. Posteriormente, podemos desenvolver, até mesmo, tratamento para o vício em outras drogas, como nicotina e álcool” declara.
Em mamíferos o MCH é relacionado com o comportamento alimentar. Grandes níveis do hormônio aumentam a sensação de fome. Pesquisadores ao redor do mundo já buscam formas de reduzir a produção de MCH para tratamentos contra a obesidade.
Civelli e seu time estudaram ratos viciados em cocaína. Quando o MCH desses ratos era bloqueado, as crises que eles tinham quando não recebiam a droga desapareceram por completo.